IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS  e EVOCAÇÕES DOS ESPÍRITOS  "No programa traçado pelo Espírito, destaca-se, em letras salien...
IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS
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<ul><li>Não deixa de ser puro orgulho, porquanto uma relação com Espírito superior, em qualquer de suas formas, não quer d...
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<ul><li>Finalmente, pode-se dizer que a distinção entre Espíritos bons e maus decorre das próprias comunicações.  </li></u...
<ul><li>Em síntese, Kardec apresenta no item 267, de &quot;O Livro dos Médiuns&quot;, uma série de princípios indicativos ...
<ul><li>6° - &quot;A linguagem dos Espíritos elevados é sempre idêntica, senão quanto à forma, pelo menos quanto à substân...
<ul><li>12° -  &quot;Os Espíritos Superiores mantêm-se, em todas as coisas, acima das puerilidades formais,&quot;  </li></...
EVOCAÇÕES DOS ESPÍRITOS
<ul><li>Kardec diz preferir o apelo direto a determinado Espírito, a simplesmente aguardar uma comunicação espontânea, ale...
<ul><li>Complementa, na mesma resposta, Emmanuel:  </li></ul><ul><li>&quot;Podereis objetar que Allan Kardec se interessou...
<ul><li>Ao evocar um Espírito pela primeira vez, é conveniente designá-lo com alguma precisão. Perguntas formuladas de man...
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<ul><li>5° - &quot;Entre os Espíritos, existem, também, os misantropos que não gostam de ser incomodados, cujas respostas ...
<ul><li>8° - Perguntou Kardec: &quot;Quanto tempo deve decorrer, depois da morte, para que se possa evocar um Espírito?&qu...
<ul><li>Kardec evocava Espíritos, porque tinha respaldo de sua autoridade moral e, ademais, como Codificador, usando o mét...
bibliografia <ul><li>Livro dos Espíritos.  </li></ul><ul><li>Livro dos Médiuns </li></ul><ul><li>Emmanuel  - Seara dos Méd...
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Quarto Módulo - 11ª aula identidade dos espíritos e evocação dos espiritos

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Quarto Módulo - 11ª aula identidade dos espíritos e evocação dos espiritos

  1. 1. IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS e EVOCAÇÕES DOS ESPÍRITOS &quot;No programa traçado pelo Espírito, destaca-se, em letras salientes, a inscrição: imortalidade e progresso. Imortalidade como princípio, progresso como meio de alcançar a felicidade.&quot; (Cairbar Schutel)
  2. 2. IDENTIDADE DOS ESPÍRITOS
  3. 3. <ul><li>Diz Kardec: </li></ul><ul><li>&quot;A questão da identidade dos Espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do Espiritismo. Porque, de fato, os Espíritos não trazem nenhum documento de identidade e sabe-se com que facilidade alguns deles usam nomes emprestados&quot;. </li></ul><ul><li>Ainda, Kardec diz: </li></ul><ul><li>&quot;A mais difícil de se constatar é a identidade dos Espíritos das personagens antigas a qual, muitas vezes, se torna impossível, reduzindo-se a uma possibilidade de apreciação puramente moral&quot;. </li></ul><ul><li>De modo geral, devem-se julgar os Espíritos, como se julgam os homens, pela sua linguagem, estilo, tendências morais, atos, conselhos que dão etc. Desde que o Espírito só diz boas coisas, pouco importa o nome que esteja usando. Há, sem dúvida, a objeção de que um Espírito que tomasse nome suposto, mesmo que só para o bem, não deixaria de cometer uma fraude; por isso, não poderia ser bom. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>O homem deve compreender que: </li></ul><ul><li>&quot;à medida que os Espíritos se purificam e se elevam na hierarquia, as características distintivas de suas personalidades desaparecem, de certa maneira, na uniformidade da perfeição; nem por isso deixam eles de conservar as suas individualidades. É o que se verifica com os Espíritos superiores e os Espíritos puros&quot;. </li></ul><ul><li>O que significa um nome entre uma das mil existências vividas? </li></ul><ul><li>Nada! Acresce notar, ainda, que a quantidade de Espíritos elevados que estão em plano superior ao da Terra é muito maior do que aqueles que deixaram um grande nome aqui. </li></ul><ul><li>Infelizmente, os homens se apegam a nomes, esquecendo-se de analisar o conteúdo. Isto ocorre com todos os tipos de mensagens, psicofônicas, psicográficas, psicopictoriográficas etc. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Não deixa de ser puro orgulho, porquanto uma relação com Espírito superior, em qualquer de suas formas, não quer dizer que o homem seja superior também, mas muito mais lógico é concluir que o Espírito é que veio até ele. Um médico trata de um doente, mas não é pelo fato de o médico ser importante que o doente o seja também. </li></ul><ul><li>Em resumo, dizem os Espíritos: </li></ul><ul><li>&quot;A questão de nome é secundária, podendo-se considerar o nome como simples indício da categoria que o Espírito ocupa na Escala Espírita&quot;. </li></ul><ul><li>Maior cuidado deve tomar o homem, quando um Espírito de ordem inferior se enfeita com um nome respeitável para se fazer acreditar. Nestes casos, graças aos nomes emprestados e com a ajuda da fascinação, é que Espíritos mais orgulhosos do que sábios procuram impor idéias, muitas vezes, absurdas e ridículas que se espalham no meio doutrinário. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Diz: J. Herculano Pires, em nota de rodapé, do item 257 de &quot;O Livro dos Médiuns&quot;, que: </li></ul><ul><li>&quot;a identificação dos Espíritos é feita através da personalidade do falecido. Dados diversos podem ajudar essa identificação, mas são o seu caráter, os seus modos, os seus hábitos, todo esse conjunto pessoal que nos provam a sua presença. Exigir a identificação material é absurda. Mas, quando essa identificação é possível como pelos sinais digitais, pela forma do rosto ou das mãos impressas no gesso, ou mesmo pela fotografia ou pela matéria do Espírito ainda assim os negadores sistemáticos não a aceitam&quot;. </li></ul><ul><li>Um estudioso de André Luiz, Emmanuel, Humberto de Campos, ou Irmão X, de Maria Dolores e tantos outros Espíritos, saberá distingui-los por suas características de estilo, formas de linguagem e até conteúdo doutrinário. </li></ul><ul><li>Pode-se também colocar entre as provas de identidade a semelhança de caligrafia e de assinatura, mas, diz Kardec, isso não representa uma garantia suficiente, pois não é com todos os médiuns que se obtêm bons resultados, além do que pode o Espírito imitar a assinatura. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Finalmente, pode-se dizer que a distinção entre Espíritos bons e maus decorre das próprias comunicações. </li></ul><ul><li>&quot;A bondade e a afabilidade são atributos essenciais dos Espíritos depurados. Eles não têm ódio, nem aos homens, nem aos demais Espíritos. Lamentam as fraquezas, criticam os erros, mas sempre com moderação, sem amarguras nem animosidades&quot; </li></ul><ul><li>Nem sempre a inteligência revela um sinal seguro de superioridade, porquanto um Espírito pode ser bom, afável, e ter conhecimentos limitados, enquanto um inteligente e instruído pode ser moralmente bastante inferior. </li></ul><ul><li>De qualquer forma, pode-se: </li></ul><ul><li>&quot;tomar como regra invariável e sem exceção que a linguagem dos Espíritos corresponde sempre ao seu grau de elevação a que já tenham chegado”. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Em síntese, Kardec apresenta no item 267, de &quot;O Livro dos Médiuns&quot;, uma série de princípios indicativos de reconhecimento da identidade e qualidade dos Espíritos: </li></ul><ul><li>1 ° - &quot;Não há outro critério para discernir o valor dos Espíritos, senão o bom senso.&quot; </li></ul><ul><li>2° - &quot;Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e pelas suas ações.&quot; </li></ul><ul><li>3° - &quot;Admitido que os Bons Espíritos só podem dizer e fazer o Bem, de um Bom Espírito não pode provir o que tenda o que tenda para o mal. </li></ul><ul><li>4° - &quot;A linguagem dos Espíritos Superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem nenhuma mistura de trivialidade.&quot; </li></ul><ul><li>5° - &quot;Não devemos julgar os Espíritos pelo aspecto forrmal e pela correção do seu estilo, mas sondar-lhes o íntimo, analisar suas palavras, pesá-las friamente, maduramente, e sem prevenção. &quot; </li></ul>
  9. 9. <ul><li>6° - &quot;A linguagem dos Espíritos elevados é sempre idêntica, senão quanto à forma, pelo menos quanto à substância.&quot; </li></ul><ul><li>7° - &quot;Os Espíritos Bons só dizem o que sabem, calando-se ou confessando a sua ignorância sobre o que não sabem.&quot; </li></ul><ul><li>8° - &quot;Os Espíritos levianos são ainda reconhecidos pela facilidade com que predizem o futuro e se referem com precisão a fatos materiais que não podem conhecer.“ </li></ul><ul><li>9° - &quot;Os Espíritos Superiores se exprimem de maneira simples, sem prolixidade.“ </li></ul><ul><li>10° - &quot;Os Espíritos Bons jamais dão ordens; não querem impor-se; apenas aconselham e, se não forem ouvidos, retiram-se.&quot; </li></ul><ul><li>11° - &quot;Os Espíritos Bons não fazem lisonjas. Aprovam o bem que se faz, mas sempre de maneira prudente.&quot; </li></ul>
  10. 10. <ul><li>12° - &quot;Os Espíritos Superiores mantêm-se, em todas as coisas, acima das puerilidades formais,&quot; </li></ul><ul><li>13° - &quot;Devemos desconfiar de nomes bizarros e ridículos usados por certos Espíritos que desejam impor-se à credulidade.&quot; </li></ul><ul><li>14° - &quot;Devemos igualmente desconfiar dos Espíritos que se apresentam com muita facilidade, usando nomes venerados, e só com muita reserva aceitar o que dizem.&quot; </li></ul><ul><li>15° - &quot;Os Espíritos Bons são também reconhecíveis pela sua prudente reserva no tocante às coisas, que possam comprometer-nos. Repugna-lhes desvendar o mal.&quot; </li></ul><ul><li>16° &quot;Os Espíritos imperfeitos aproveitam-se, freqüentemente, dos meios de comunicação de que dispõem para dar maus conselhos.&quot; </li></ul><ul><li>17º - &quot;Para julgar os espíritos, como para julgar os homens, é necessário que cada um saiba julgar-se a si mesmo.&quot; </li></ul>
  11. 11. EVOCAÇÕES DOS ESPÍRITOS
  12. 12. <ul><li>Kardec diz preferir o apelo direto a determinado Espírito, a simplesmente aguardar uma comunicação espontânea, alegando que com a evocação cria-se uma barreira aos intrusos. </li></ul><ul><li>Complementa que as comunicações espontâneas, todavia, não apresentam inconvenientes, desde que se possa exercer um controle sobre os Espíritos, tendo a certeza de não deixar que os maus venham dominar as reuniões. </li></ul><ul><li>Emmanuel ensina: </li></ul><ul><li>&quot; Não somos dos que aconselham a evocação direta e pessoal, em caso algum. Se essa evocação é passível de êxito, sua exeqüibilidade somente pode ser examinada no Plano Espiritual. Daí, a necessidade de sermos espontâneos, porquanto, no complexo dos fenômenos espiríticos, a solução de muitas incógnitas espera o avanço moral dos aprendizes sinceros da Doutrina&quot;. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Complementa, na mesma resposta, Emmanuel: </li></ul><ul><li>&quot;Podereis objetar que Allan Kardec se interessou pela evocação direta, procedendo a realizações dessa natureza, mas precisamos ponderar, no seu esforço, a tarefa excepcional do Codificador, aliada a necessidades e méritos ainda distantes da esfera de atividade dos aprendizes comuns&quot;. </li></ul><ul><li>Quando se têm reuniões regulares, não é preciso fazer evocações, de vez que os Espíritos familiares ou participantes habituais acorrem a essas sessões naturalmente, sendo fácil reconhecê-los pela sua linguagem, pela sua escrita ou por certos hábitos peculiares. </li></ul><ul><li>Quando se pretende comunicar com um Espírito determinado, é absolutamente necessário evocá-lo. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Ao evocar um Espírito pela primeira vez, é conveniente designá-lo com alguma precisão. Perguntas formuladas de maneira imperativa podem afastá-lo e devem ser evitadas. Elas devem ser afetuosas ou respeitosas, conforme o Espírito; mas, em qualquer caso, devem revelar a benevolência do evocador. </li></ul><ul><li>Os médiuns são, geralmente, muito mais procurados para as evocações de interesse particular do que geral. Há um desejo natural de conversar com os Espíritos familiares ou com Espíritos que foram importantes na Terra. </li></ul><ul><li>Nestes casos, devem os médiuns: </li></ul><ul><li>estar seguros da sinceridade do pedido, para não caírem em armadilhas que lhes possam fazer pessoas malfazejas; </li></ul><ul><li>acautelar-se de que tais evocações não se prestem a simples curiosidades, sem intenção séria da parte do evocador; </li></ul>
  15. 15. <ul><li>repelir as que tenham caráter insidioso, porquanto os Espíritos não gostam de estar sendo submetidos à prova. Insistir em questões desta natureza, é querer ser enganado. </li></ul><ul><li>&quot;As perguntas devem ser feitas com clareza, nitidez e sem segundas intenções, para se obterem respostas positivas” </li></ul><ul><li>Todos os Espíritos, desencarnados ou encarnados, seja qual for o grau da escala a que pertençam, podem ser evocados. Isso não quer dizer que eles sempre atendam o apelo. Na verdade, não há nenhum impedimento de ordem geral comunicações. </li></ul><ul><li>Os obstáculos à manifestação são quase sempre de ordem individual e, freqüentemente, decorrem das circunstâncias. </li></ul><ul><li>Entre as causas que se podem opor às manifestações dos Espíritos, umas lhes são pessoais e outras, estranhas. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Entre as causas pessoais colocam-se: </li></ul><ul><li>as ocupações ou as missões que eles desempenham e das quais não podem afastar-se, para atenderem aos pedidos; </li></ul><ul><li>as próprias situações como encarnados, embora não seja um obstáculo absoluto; </li></ul><ul><li>vivências em mundo inferior à Terra ou no mundo dos Espíritos Puros. </li></ul><ul><li>Entre as causas estranhas têm-se: </li></ul><ul><li>causas ligadas à natureza do médium; </li></ul><ul><li>à condição da pessoa que evoca; </li></ul><ul><li>ao meio em que se faz a colocação; </li></ul><ul><li>ao objetivo a que se propõe. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Uma questão importante se apresenta: é inconveniente ou não, evocar Espíritos maus? </li></ul><ul><li>Não há inconveniente, diz Kardec, quando se faz a evocação com um fim sério, instrutivo, e tendo-se em vista melhorá- los. Ao contrário, é muito grande o inconveniente, quando se faz por mera curiosidade ou divertimento, ou quando se coloca sob sua dependência, pedindo-lhes um serviço qualquer. </li></ul><ul><li>Diz, ainda, Kardec que esse mesmo serviço que se solicitou, por mínimo que seja, constitui um verdadeiro pacto firmado com o mau Espírito, e este não larga, facilmente, a sua. </li></ul><ul><li>As comunicações dos Espíritos mais elevados, que sempre se apresentam com benevolência, sinceridade de sentimentos e sabedoria, trazem aos homens ensinamentos preciosos para a sua evolução. As dos Espíritos de ordem menos elevada, todavia, não são inúteis, pois delas se pode tirar proveito para instrução, bem como ser uma forma de conhecer como vivem os Espíritos. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Comenta Kardec que: &quot;os Espíritos vulgares nos mostram o resultado prático das grandes e sublimes verdades de que os Espíritos Superiores nos dão a teoria”. </li></ul><ul><li>Finalmente, a evocação dos Espíritos inferiores tem ainda a vantagem de pôr o homem em contato com os sofredores do mundo espiritual, aos quais se pode aliviar e cujo adiantamento se pode facilitar com bons conselhos. </li></ul><ul><li>Os Espíritos indicam alguns esclarecimentos, a respeito das evocações : </li></ul><ul><li>1º - &quot;Há, também, Espíritos que não podem jamais comunicar-se. São os que ainda pertencem, por sua natureza, a mundos inferiores à Terra. Os que se encontram em globos de punição também não podem comunicar-se, a menos que tenham permissão superior, só concedida em caso de utilidade geral&quot;. &quot;Não se dá o mesmo com os que são enviados em missão ou expiação aos mundos inferiores, pois esses possuem a cultura necessária para responder ao chamado.&quot; </li></ul>
  19. 19. <ul><li>2º - Perguntou Kardec: &quot;Como os Espíritos, dispersos no espaço ou em diversos mundos, podem ouvir as evocações que lhes são dirigidas de todos os pontos do Universo?&quot; Responderam os Espíritos: &quot;Freqüentemente, são prevenidos pelos Espíritos familiares que vos cercam e vão procurá-los; o Espírito evocado, por mais distante que esteja, recebe, por assim dizer, o impulso do pensamento como uma espécie de choque elétrico, que chama a sua atenção para o lado de onde vem o pensamento a ele endereçado. Podemos dizer que o Espírito entende o pensamento, como na Terra entendeis a voz&quot;. </li></ul><ul><li>O Espírito evocado pode deixar de atender o chamado, &quot;porque ele julga se é conveniente atender e ainda nisso dispõe do livre-arbítrio. O Espírito Superior atende sempre que o chamam com uma finalidade útil&quot;, recusando, se a responder, quando se trata de pessoas pouco sérias e da reunião fazem divertimento. </li></ul><ul><li>4° - Não há dias e horas mais propícias às evocações, porquanto &quot;para os Espíritos, isso é completamente indiferente, como tudo o que é material, e seria superstição acreditar na influência dos dias e das horas&quot;. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>5° - &quot;Entre os Espíritos, existem, também, os misantropos que não gostam de ser incomodados, cujas respostas se ressentem do seu mau humor, sobretudo, quando chamados por criaturas que lhes são indiferentes, pelas quais não se interessam.&quot; </li></ul><ul><li>6° - Um Espírito elevado pode responder, ao mesmo tempo, às perguntas que lhe são dirigidas de muitos lugares, simultaneamente, e &quot;quanto mais puro é o Espírito tanto mais o seu pensamento se irradia e se difunde como a luz. Os Espíritos inferiores são muito materiais; não podem responder senão a mais de uma pessoa de cada vez, não podem atender à evocação, se já foram chamados em outro lugar&quot;. </li></ul><ul><li>7° - Os Espíritos Puros podem ser evocados, mas atenderão &quot;muito raramente, pois só se comunicam com os de corações puros e sinceros, não com os orgulhosos e egoístas&quot;. </li></ul><ul><li>Neste caso, cumpre observar uma dificuldade que é a de saber o nome do Espírito a ser evocado, e se ele é realmente puro. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>8° - Perguntou Kardec: &quot;Quanto tempo deve decorrer, depois da morte, para que se possa evocar um Espírito?&quot; </li></ul><ul><li>Como resposta foi dito que: &quot;Pode-se evocá-lo no próprio instante da morte, mas, como ele ainda se encontra em perturbação, só imperfeitamente pode responder&quot;. </li></ul><ul><li>9° - O Espírito de uma criança, se evocado, pode responder; &quot;não obstante, até que esteja completamente liberto, pode conservar na linguagem alguns traços do caráter da criança&quot; . </li></ul><ul><li>A dinâmica espírita da atualidade desaconselha evocar Espíritos. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Kardec evocava Espíritos, porque tinha respaldo de sua autoridade moral e, ademais, como Codificador, usando o método experimental em suas pesquisas, tinha a necessidade de evocar Espíritos das mais variadas categorias evolutivas e até mesmo pessoas encarnadas, para melhor comprovar a fenomenologia espírita, acompanhando todo o arcabouço do corpo doutrinário. </li></ul><ul><li>Exemplo: reencarnação, provas, expiações, sobrevivência da alma, mediunidade etc. </li></ul><ul><li>Os Espíritas de hoje não estão com essa responsabilidade. Se a Kardec, nos primórdios da Doutrina, se justificavam as evocações, hoje, elas são capítulos superados no estudo da Doutrina dos Espíritos. </li></ul>
  23. 23. bibliografia <ul><li>Livro dos Espíritos. </li></ul><ul><li>Livro dos Médiuns </li></ul><ul><li>Emmanuel - Seara dos Médiuns. </li></ul><ul><li>Emmanuel - O Consolador. </li></ul>

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