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África lusófona

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Introdução à geografia, história e política da África lusófona

Veröffentlicht in: Gesundheit & Medizin
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África lusófona

  1. 1. África Lusófona
  2. 2. Nomenclaturas usadas: Lusofonia; Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) África lusófona (francófona, anglófona) Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOPs) Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa Literatura das Nações Africanas de Língua Oficial Portuguesa
  3. 3. Cabo Verde 1460: Descoberto por navegadores portugueses, sem indícios de presença humana anterior. Entreposto comercial e de aprovisionamento, tráfego de escravos. Europeus e escravos fundiram-se num só povo. Crioulo como idioma da comunidade mestiça. 1956: Amílcar Cabral criou o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) 1974: Acordo entre o PAIGC e Portugal. 1975: Proclamação da independência.  
  4. 4. Cabo Verde O território: Ilhas de Santo Antão, São Vicente, Santa Luzia, São Nicolau, Sal, Boa Vista, Maio, Santiago, Fogo e Brava. População : 500 mil. Alfabetização : 81,2%. Língua oficial: Português. Estado promove condições para a oficialização da língua cabo-verdiana, em paridade com a língua portuguesa.
  5. 5. Guiné-Bissau Até séc. XVIII: Parte do reino de Gabu (Império Mali) Rios e costa colonizadas pelos portugueses, interior só explorado a partir do séc. XIX. 1956: PAIGC, liderado por Amícar Cabral, começa rebelião 1973: Declaração unilateral da independência. -1984: Controlado por um conselho revolucionário. População : 1,6 milhões. Alfabetização: 44, 8%. Língua: Português (oficial), crioulo, mandé Depende por completo da assistência internacional. Terceiro pior país do mundo em termos de condições de vida, primeiro narco-Estado de África.
  6. 6. São Tomé e Príncipe Até 1470: Deshabitado. Séc. XVI: Introdução da cana-de açúcar, entreposto de escravos. Várias revoltas internas nas ilhas. O escravo Amador, considerado herói nacional, controlou dois terços da ilha de São Tomé. Séc. XIX: Cultivo de cacau e café. 1960: Surge grupo nacionalista opositor. 1972: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP). 1975: Independência. População : 160 mil. Alfabetização: 84,9%. Por cada 100 mil habitantes, morrem 80 de malária, quatro vezes menos que em Angola. 
  7. 7. Angola Deriva da palavra bantu N'gola, título dos governantes da região no séc. XVI. 1580-1640: Ocupação filipina de Portugal. Holandeses ocupam parte do litoral. 1648: Holandeses expulsados. 1961: Começa a Guerra Colonial. 1975: Independência. Até 2002: Guerra civil entre Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). População : 12, 2 milhões. Alfabetização: 67,4%. Terceiro maior crescimento económico de África (9,3%). Desde o fim da guerra civil regressaram 4 milhões de refugiados.
  8. 8. Angola Etnias: Ovimbundos (37%), quimbundos (25%), bakongos (13%), mestiços (2%), brancos (sobretudo portugueses, 1%), outros (22%). Línguas: Português, umbundo (centro-sul e meios urbanos), quimbundo (centro-norte e Luanda, língua do antigo reino dos N'gola, deu muitos vocábulos ao português), quicongo (zona norte, língua do antigo Reino do Congo), fiote/ibinda (província de Cabinda), chocué (zona leste),cuanhama,nhaneca, mbunda, línguas do grupo khoisan (zona sul).
  9. 9. Moçambique Séc. X: O viajante árabe Al-Masudi descreve comércio entre o Golfo Pérsico e a costa norte do actual Moçambique. Sécs. X-XIX: Estados bantus, império dos Monomotapa. Séc. XVI: Chegada dos Portugueses. 1885: Conferência de Berlim, partilha de África pelas potências europeias, começa ocupação militar e administração colonial. 1961-74: Guerra de libertação. 1975: Independência. 1976-1992: Guerra Civil entre Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO). 1987: Abandono da política estatal socialista ao assinar acordos com o Banco Mundial e o FMI. 1992: Acordo Geral de Paz entre a FRELIMO e a UNITA. 1994: Primeiras eleições com a participação de vários partidos. População : 20 milhões. Alfabetização: 38,7%. Um dos países mais pobres : só o 11% tem acesso à energia eléctrica. 

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