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Revista rondesp sul digital -- (1)

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Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 1
REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SU...
2 | Rondas Especiais
REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
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  1. 1. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 1 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  2. 2. 2 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS ÍNDICE Mensagens Comemorativas ............................................................. 4 Como tudo começou ........................................................................ 10 Entrevista: Um Ideal de Vida ........................................................... 13 História da Rondesp Sul ................................................................ 16 Nossa Doutrina ............................................................................... 20 Nossos Símbolos ............................................................................ 22 Missão | Visão | Valores ................................................................ 24 Organograma Rondesp Sul ............................................................. 25 INC Rondesp Sul ............................................................................. 27 &DSDFLWDomR H 4XDOLÀFDomR GR (IHWLYR ........................................... 37 Criação do Núcleo de Instrução ...................................................... 39 5º Pelotão / Eunápolis ..................................................................... 41 Ações e Operações .......................................................................... 42 Estatística ....................................................................................... 46 Atividades Desenvolvidas na Rondesp Sul .................................... 48 Implantação do Canil ........................................................ 49 TAF Semestral .................................................................. 49 Cross Rondas .................................................................. 50 Núcleo Evangélico ............................................................ 50 Patrulheiro Mirim .............................................................. 51 O Jiu Jitsu na Rondesp Sul .............................................. 52 'HVDÀR 3DWUXOKHLUR GH $oR ............................................... 54 Nossas Mídia Sociais .................................................. 57 Memórias dos Ex-Combatentes ................................ 58 O Espírito de pertencimento ...................................... 60 Atuais Combatentes ............................................ 62 Expediente .............................................. 64
  3. 3. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 3 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  4. 4. 4 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Mensagem Comemorativa Acriação da Rondesp Sul advém da necessidade de apoiar as unidades que compõem o orgânico do CPRS (Comando de Policiamento Regional Sul), com vistas ao combate à crimina- lidade, com emprego pontual e plane- jado do Patrulhamento Tático. A Unidade, em 2014, foi formal- mente criada com a denominação de Companhia Independente de Policia- mento Tático - Sul, possuindo sede, efetivo, armamento e equipamentos próprios, viaturas padronizadas, treina- mento para missões que exigem maior combatividade ao crime. Tropa pronta para reação imediata e reforço às de- mais unidades da região sul do Estado. Para isso, foram envidados mui- tos esforços no sentido de aparelhar e capacitar os policiais militares que, QRWDGDPHQWH WLQKDP R SHU¿O PDGXUR e voluntarioso para integrar a Rondesp Sul. A resposta trouxe adestramento, mobilidade e maior poder de ação e re- ação às ocorrências. Seguindo a doutrina do patrulha- mento tático, a capacitação continu- ada do efetivo, o emprego planejado em níveis de respostas característicos com a atividade desenvolvida, trazem à Rondesp Sul um importante papel dentro da corporação e na defesa da sociedade baiana do sul do Estado. A criação e instalação das Rondas Especiais em todo o território baiano fo- ram de grande relevância durante esse Comando, sendo uma das ações priori- tárias na busca em reforçar a capacita- ção para que as CIPTs atuem nos eixos Norte, Sul, Leste e Oeste do Estado, de maneira a propiciar maior sensação de segurança às populações locais. Nesse momento, parabenizo to- dos pelos esforços empenhados nas missões e digo que o investimento e D FRQ¿DQoD GHSRVLWDGD WrP YDOLGR D pena durante esses 5 anos de criação GD 5RQGHVS 6XO RQWLQXHP ¿UPHV na missão. O segredo da força está na vontade!!! Que Deus abençoe todos! “PM e Comunidade na corrente do bem”. Estimados integrantes da Rondesp Sul, ANSELMO ALVES BRANDÃO | CEL PM Comandante-Geral
  5. 5. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 5 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Mensagem Comemorativa Antônio José Barbosa Reis | CEL PM Subcomandate-Geral Assim, foram 40 os pionei- ros que, sob o comando do Major PM Gilson Marinho Santos e do 1º TEN PM Uilton Santos Cotias, iniciaram os trabalhos de policia- mento, concomitantemente, com a reforma e adaptação do imóvel gentilmentecedidopelaComissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC e que hoje abriga a sede da Unidade. É a vocês, abnegados poli- ciais, que eu direciono meu abraço nesta data comemorativa; pois, tan- to esta base quanto o distintivo que os senhores ostentam em sua farda, hoje vicejam por conta do suor em seus coletes balísticos e do sangue de seus calos, pois as mesmas mãos que foram essenciais para a refor- ma da base, carregando enxadas, pás e pincéis, sempre estiveram à disposição da sociedade baiana para prestar um serviço de seguran- ça pública de qualidade. Com a saída do Major Ma- rinho para a missão de comandar outra unidade operacional, veio a necessidade de empregar o Cap PM Marcos Paulo Melo Viroli à IUHQWH GD 8QLGDGH 2¿FLDO RULXQGR do Batalhão de Choque, com pro- IXQGR HQWXVLDVPR SUR¿VVLRQDO H tino para a imperiosa necessidade de manter um padrão constante de instrução e treinamento, além da Honrado em tecer palavras alusivas ao atingimento do primeiro quinquênio desta OPM, trago um resumido apanhado das origens da CIPT-S. A área de responsabilidade do Comando de Policiamento Re- gional Sul apresenta diversas par- ticularidades, as quais carecem de especial atenção das forças de Segurança Pública, por serem muito difusas e se apresentarem tanto em ambiente urbano quanto rural, merecendo assim um aporte de efetivo, além do policiamento convencional e do especializado já presentes. $VVDOWRV D LQVWLWXLo}HV ¿ QDQFHLUDV WUi¿FR GH GURJDV roubo de veículos de pas- seio e de carga, questões re- lativas à posse de terra por indígenas ou movimentos sociais, interdições em rodo- vias e as eventuais interven- ções em estabelecimentos prisionais, são alguns dos exem- plos que podem ilustrar a deman- da de um Comando Regional de Interior que, à época, tinha como responsabilidade 123 municípios do sul, extremo sul e sudoeste do Estado, sendo atendidos por 23 unidades operacionais. Destarte, para fazer frente a esse quadro, foi criado em 2013 um embrião – um projeto que ain- da necessitaria de amparo legal para ser aplicado como força de reação regional, com treinamento H HTXLSDPHQWR HVSHFt¿FRV SDUD desempenhar o mister da segu- rança pública de Valença a Mucu- ri, de Ilhéus a Cândido Sales. Bendito seja o Senhor, meu roche- do, que adestra minhas mãos para o combate e meus dedos para a guerra. Salmo 144:1 experiência trazida daquela Uni- dade Especializada, soube, não só concluir os trabalhos de prepara- ção da base e do pelotão de Euná- polis, como liderar a CIPT-S até a assunção de seu atual comandan- te, o Major PM Telmo Carvalho do Espírito Santo. Não posso deixar de registrar e prestar meus agradecimentos ao colega de posto que, à ocasião, era o Comandante de Policiamento Especializado da PMBA. Foi o apoio do Cel PM Paulo Fausti- no da Silva que amparou este Coronel quando tantas eram as forças adversas. Finalmente, com a apro- vação da Lei 13.201, de 09 de dezembro de 2014, a nova Lei de Organização Básica da PMBA, PDLV HVSHFL¿FDPHQWH QR LQFLVR ;,9 do art. 64, foi criada a Companhia Independente de Policiamento Táti- co, subordinada ao Comando de Po- liciamento Regional Sul, e o projeto se tornou um sonho realizado. Hoje a Unidade conta com um pelotão destacado na cidade de Eunápolis e o limite para vo- cês, rondespianos, é a sua própria disposição e a abnegação. Então, o limite ainda está muito longe. Avante, nobres guerreiros! Abram as asas e voem alto! RONDAS!!!
  6. 6. 6 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Mensagem Comenorativa Mensagem Comemorativa Éuma grande satisfação poder co- memorar junto aos integrantes da Companhia Independente de Poli- ciamento Tático Sul, conhecida como Rondesp Sul , seus cinco anos de exis- tência. Unidade criada para ser a tro- pa de reação do Comando de Policia- mento da Região Sul – CPRS e atuar em apoio às unidades subordinadas a este Comando Regional, operando em toda região sul e extremo sul da Bahia, conforme a necessidade. Toda a área do CPRS conta FRP XPD WURSD DOWDPHQWH TXDOL¿FD da, pronta para agir em diversos ti- pos de situações, de forma rápida e incisiva, podendo citar como exem- plos o emprego em controle de dis- túrbios civil (CDC) e intervenção prisional utilizando materiais es- SHFt¿FRV SDUD HVVH WLSR GH DomR GH menor potencial ofensivo. Sua base é situada na Rodovia Ilhéus-Itabuna e possui um pelotão inaugurado, há pouco mais de um ano em Eunápo- lis, para atender de forma imediata às demandas do extremo sul. Em consonância com as dire- trizes do Comando-Geral, o CPRS não mede esforços para equipar e TXDOL¿FDU RV SROLFLDLV PLOLWDUHV SRLV sendo a Rondesp Sul é um exemplo de unidade que tem sido uma tropa que acrescenta muito no desenvolvi- mento do policiamento ostensivo e na sensação de segurança da popu- lação regional. Nesse momento, comemo- ro junto a cada policial integrante da Rondesp Sul o marco de cinco anos de excelência no serviço pres- tado à Polícia Militar da Bahia e à sociedade baiana, na certeza do emprenho e dedicação de cada um para vencer as novas missões que estão por vir. Força e honra! MARCELO LUIZ BRANDÃO TEIXEIRA – CEL PM Comandante/CPRS
  7. 7. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 7 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Mensagem Comemorativa TELMO CARVALHO DO ESPÍRITO SANTO | MAJ PM Comandante Écom imensa satisfação que me dirijo à família Rondesp Sul e em especial ao Exmo. Se- nhor Comandante-Geral da Po- lícia Militar do Estado da Bahia, Coronel PM Anselmo Alves Brandão, a quem agradeço a opor- WXQLGDGH FRQ¿DGD SDUD H[HUFHU R comando desta singular Unidade de Patrulhamento Tático. É notório que o crescimen- to da criminalidade e violência nas cidades baianas não está mais determinado a horários e locais; vivemos a era dos mais diversos FRQÀLWRV HQWUH DV SHVVRDV SRLV D violência está em toda parte. Es- VHV FRQÀLWRV GHL[DP HIHWLYDPHQWH de ser localizados, passando para uma questão mais ampla, sobre- tudo em se tratando da crimina- lidade organizada, para a qual a polícia militar dispõe de unidades como a Rondesp Sul, que junta- mente com outras tropas de cará- ter reativo, atuam de forma inte- grada e articulada contra o crime, tendo seu fundamento escalonado em níveis de resposta com empre- go tático do policiamento. Para exercer tal mister, existe a necessidade de promover, FDSDFLWDU TXDOL¿FDU H LQFHQWLYDU R DSULPRUDPHQWR WpFQLFR SUR¿VVLR nal ao efetivo devido à complexi- dade da missão. Sabendo disso, o Núcleo de Instruções da Rondesp Sul vem engendrando todas as possibilidades de multiplicação do conhecimento técnico nas uni- dades do CPRS, para o exercício pleno de nossa atividade. Dentro dessa premissa, procuramos de modo permanente, dotar nossas instalações de ambientes e mo- biliários que ofereçam relativo conforto e sintonia com o ofício, propiciando aos nossos policiais plenas condições de trabalho e uma convivência sadia e respeito- sa com a população. Nesses anos de relevantes serviços prestados à população da Região Sul, a RONDESP com seu abnegado e comprometido efetivo, assumiu a responsabi- lidade do policiamento voltado a situações pontuais que exijam técnicas, táticas, equipamentos e DUPDPHQWRV HVSHFt¿FRV SDUD GDU suporte e apoio ao Policiamento Ostensivo Convencional, sendo uma Reserva Tática Móvel a ser empregada pelo Comando de Po- liciamento Regional Sul. O aumento das demandas de emprego, seguido das exitosas atu- ações da Rondesp Sul , vêm levan- do ao gradativo reconhecimento da sociedade baiana pelo trabalho re- alizado. A Unidade, hoje, desponta como uma das mais produtivas da Bahia em resposta à criminalidade, FRP VLJQL¿FDWLYD UHGXomR GRV LQGL cadores estatísticos na respectivas área de atuação, resultados mensu- ráveis não só pelos números postos, como também pela melhoria na sensaçãodesegurançadasociedade a qual buscamos melhor servir. Deste modo, o sucesso contínuo desse projeto em eterna construção, que é a Rondesp Sul, é resultado do esforço humano GRV SROLFLDLV R¿FLDLV H SUDoDV que compõem o mais seleto cor- po de tropa com quem até agora tive a honra de servir. A vocês, meus comandados, com os quais mantenho contato mais estreito e diário, a minha deferência respei- WRVD H SUR¿VVLRQDO H PHX VLQFHUR “muito obrigado!”. Que a nossa RONDESP se perpetue como guardiã da Região Sul, para que o mal sucumba para sempre diante de nós! Rondas!
  8. 8. 8 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  9. 9. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 9 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  10. 10. 10 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Como tudo começou... As Rondas Especiais – Ron- desps – surgiram como uma operação do, à época, Co- mando de Policiamento da Capi- tal – CPC, na qual era emprega- da uma única viatura sob o co- mando do capitão coordenador do CPC, que tinha como missão supervisionar todos os serviços RSHUDFLRQDLV GRV ¿QDLV GH VHPD na, feriados e no período notur- no na cidade de Salvador-BA. Após transferência dos Batalhões de Polícia Militar da capital para o interior do Esta- do, e instituição das Compa- nhias Independentes de Polícia 0LOLWDU ± ,30V YHUL¿FRXVH D necessidade de apoiar essas Or- ganizações Policiais Militares – OPMs, haja vista o combate à criminalidade. Nesse contexto, em 15 de maio de 2002, a Ope- ração Rondesp foi elevada, in- formalmente, a status de com- panhia, com sede no bairro do Lobato, subúrbio ferroviário de Salvador-BA, dividindo a es- trutura física com a 14ª CIPM/ Lobato. Contando com um efe- tivo de 176 (cento e setenta e seis) policiais militares, oriun- dos do Batalhão de Choque e das Companhias Especiais que integravam o orgânico dos 5º, 6º, 7º, 8º e 12º BPMs, todos se- diados naquela capital, exceto o último situado na cidade de Camaçari-BA, região metropo-
  11. 11. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 11 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS OLWDQD UDWL¿FDQGR R SHU¿O H[SH riente e voluntário deste efetivo. Teve como primeiro Comandan- te o Major PM Ricardo Feigl, o qual foi sucedido pelos Maj PM Antônio Roberto Pereira Braga, Demósthenes Luiz de Souza Pe- reira e pelo Capitão PM Valter Souza Menezes. Devido à estrutura física não comportar as duas OPMs, em 26/01/2006, através de um contrato de cessão com o Institu- to Pedro Ribeiro de Administra- ção Judiciária - IPRAJ, a sede da Rondesp mudou para o bairro de Pernambués, local onde fun- cionava o Juizado de Pequenas Causas. Diante do aumento de aporte logístico do Comando Institucional, passou a operar com 10 (dez) viaturas, as quais após estudos realizados pelo De- partamento de Modernização e Tecnologia da PMBA, adotaram como padrão a cor marrom-café, atuando em Salvador e cidades do interior, em grandes eventos ou missões pontuais devidamen- te planejadas. Com o aumento da cre- dibilidade junto à PMBA, bem como à sociedade baiana, no ano de 2008, a Rondesp recebeu uma maior representatividade, haja vista a intenção do mando Ins- titucional em transformá-la em Batalhão, denominado Batalhão Metropolitano de Rondas Espe- ciais, pois atenderia a Salvador e toda a região metropolitana. Para tanto, a sede foi instalada no quartel de São Joaquim, onde funcionava o antigo 8º BPM, que após reforma nas instalações, passou a integrar ao seu efetivo a Operação Gêmeos, tropa espe- cializada no combate a roubos a coletivos, e o Garra, tropa es- pecializada no motopatrulha- mento, chegando a possuir 575 (quinhentos e setenta e cinco) policiais militares e 40 (quaren- ta) viaturas. Neste período foram realizados estudos nas Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar – ROTA da Polícia Militar do Es- tado de São Paulo e no Batalhão de Operações Especiais – BOPE da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, no intuito de for- matar a nova doutrina de patru- lhamento tático. No entanto, por uma deci- são estratégica Institucional, o Batalhão Metropolitano de Ron- das Especiais, não foi efetivado, surgindo através da Lei Estadu- al nº 11.356 de 06/01/2009, 04 (quatro) Companhias Indepen- dentes de Policiamento Tático – CIPTs, sendo 3 (três) na Capital (Rondesp/Atlântico, Rondesp/ Baía de Todos os Santos e Ron- desp/Central) e 1 (uma) na Re- gião Metropolitana de Salvador (Rondesp/RMS). Sendo todo o material bélico e materiais per- manentes divididos entre as qua- tro Rondesps, a Operação Gême- os passou a subordinação, à épo- ca, do COORDOP e o Garra ao Batalhão de Polícia de Choque. Em 09/12/2014, atra- vés da Lei Estadual nº 13.201, foram criadas mais 06 (seis) CIPTs no interior do estado, Rondesp/Norte, Rondesp Sul , Rondesp/Leste, Rondesp/Oeste, Rondesp/Sudoeste e Rondesp/ Chapada, sediadas respectiva- mente, nos municípios de Jua- zeiro, Ilhéus, Feira de Santana, Barreiras, Vitória da Conquis- ta e Itaberaba, constituindo- -se reserva tática dos Coman- dos de Policiamento Regionais – CPRs, totalizando 10 (dez) CIPTs no interior da Bahia. Em 2015 ocorreu um grande avanço no tocante à uni- ¿FDomR GRXWULQiULD GR SDWUXOKD mento tático na PMBA, através da Instrução de Nivelamento de Conhecimento para as Rondesps – INC/Rondesp. Tendo como precursora a Rondesp Atlântico, sob supervisão do comandan- te, o então Maj PM Paulo José Campos Guerra, as Incs capa- citaram todo o efetivo da Ron- desp da Capital, Rondesp RMS e Rondesp Sul (única CIPT do interior estruturada e operativa à época), elevando o padrão técni- co da tropa, e dando origem, no ano subsequente, em 2016, ao primeiro Curso de Patrulhamen- to Tático Móvel – CPATAMO da PMBA, o qual permaneceu sob a coordenação da Rondesp, até a sua segunda edição em 2017. A terceira edição do curso ocorreu após a criação da Com- panhia de Patamo no BPCho- que, sendo, consequentemente, a coordenação do curso passada para aquela OPM. Atualmente as Rondesps, juntamente com a Cia de Pata- mo, executam o patrulhamento tático na PMBA, exercendo um papel de extrema importância no apoio às demais unidades opera- cionais, bem como na redução dos Crimes Violentos Letais Intencionais – CVLIs e Crimes Violentos contra o Patrimônio - CVPs, nas diversas áreas inte- gradas de segurança pública, as quais elas compõem.
  12. 12. 12 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  13. 13. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 13 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Um IDEAL de VIDA! Valter Souza Menezes | CEL PM Oficial que passou mais tem- po comandando a Rondesp, de 05/07/2005 a 19/11/2012, contabili- zando 6 (seis) anos e 7 (sete) meses, a sua história se confunde com a história das Rondas Especiais, carrega na sua essência o espírito rondespiano. Viven- ciou a transição da Operação Rondesp, no ano de 2005, para a tentativa de criação do Batalhão Metropolitano de Rondas Especiais em 2008, bem como a instituição das Companhias Indepen- dentes de Policiamento Tático - CIPT’s, no ano de 2009, sendo o primeiro co- mandante da Rondesp/Atlântico. Convido você, caro leitor, a mergu- lhar nos bastidores da trajetória da então Operação Rondas Especiais. A Assunção Na verdade fui o quarto comandante da Rondesp. Eu pi- sei na Rondesp em 05/07/2005, em substituição ao Major PM Demósthenes, que estava indo para outra missão, comandar o Batalhão de Polícia de Guarda – BPGD. Não levei ninguém co- migo, nem motorista, nem secre- taria! Levei 30 (trinta) dias como subcomandante da Rondesp no bairro Lobato, onde hoje é a sede da 14ª CIPM, para entender o funcionamento da Rondesp, pois havia passado pelo 8º BPM, 16º BPM, Esquadrão de Moto- ciclista Águia e a Companhia Independente de Policiamento e Proteção Ambiental – COPPA, unidades operacionais nas quais passei mais tempo trabalhando. Uma das primeiras medidas foi providenciar uma sede própria para a Rondesp, devido à es- trutura física não comportar as duas OPMs, e, com a autoriza- ção do senhor Cel PM Santana Comandante-Geral, à época, ini- ciei as tratativas nesse sentido. Naquela época só havia um computador na Unidade, em- prestado por um colega. Depois o Cel PM RR Valter Leite, me ce- deu dois computadores e muitos conselhos; assim como o Cel PM Kerjean, na época Assistente Mi- litar do Comandante-Geral, tam- bém me cedeu mais um compu- tador e outras dicas importantes. Mediante informação do meu amigo, então Capitão PM André e hoje na PF, soube que a casa onde funcionava o Jui- zado de Pequenas Causas, em Pernambués estava vazia. Após contato com o responsável pelo Entrevista com:
  14. 14. 14 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS órgão no Tribunal de Justiça, conseguimos a cessão de uso por 10 (dez) anos. Hoje funciona a Escola de Condutores da PMBA! Em dezembro, após retor- no de férias, no primeiro dia, ao YHUL¿FDU FRP PHX VXEFRPDQ dante que ainda não havia sido feita a mudança, liguei para Ed- gar, (Capitão PM Edgar, à épo- ca, comandante do Esquadrão de Polícia Montada), e pedi o caminhão emprestado, e apesar de a tropa não acreditar, come- cei a desarrumar minha sala e o primeiro material a ser colo- cado no caminhão foi o meu, a partir daí a administração foi toda desmontada para a mudança. Ao chegar a casa (nova sede), fomos fazendo um grande faxinão, arrumando o que seriam as sessões e aloja- mentos, limpando, pintando e ocupando, e assim surgiu a pri- meira sede própria da Rondesp após a saída do Lobato. O faxi- não e feijão sempre combinam, mas lá teve um caruru para to- dos, que até hoje é tradição na Rondesp Atlântico. Primeira sede própria, a Rondesp ganha corpo A partir daí, a Rondesp foi crescendo, todo o efetivo PM pas- sou pelo crivo da CME, não pos- suíamos nenhum policial envol- vido com nenhum tipo de desvio de conduta, uma ajuda muito im- portante dada pelos senhores Cel PM Santana/CG e Cel PM RR Al- mir/PM2, havendo tentativas, in- clusive de levar a Rondesp para o Batalhão de Choque. A Rondesp tinha mobilidade, boa comunica- ção, poder de fogo (todas as via- turas tinham quatro armas lon- gas), treinamento e juntamente com toda a equipe, realizávamos um excelente trabalho em Salva- dor. A tropa se autosselecionava! A tropa não admitia PM com con- duta irregular! Nessa época, o nosso efetivo não passava de 160 PM, mas empregávamos cinco viaturas em cinco grupos, com 04 PM e duas viaturas em dias ím- pares e pares. Já nesse momento todos os PMs passaram a usar a logomarca RONDESP na par- te de trás do colete. Assim como começamos a padronizar o nosso uniforme, com gondola de manga longa dobrada e boina. As nossas ações operacionais eram inten- sas e fortes, por isso deu muita visibilidade ao nome, inclusive teve até música. “...não vá que é barril, trocar tiro com a Ron- desp...” Deu muito ciúme tam- bém! (risos). Sempre fazíamos festas, tipo adesão! Nunca somos de sair pedindo nada a ninguém! E com as famílias! O Batalhão Metropolitano de Rondas Especiais Mediante o reconhecimento do trabalho desenvolvido, surgiu a ideia por parte do Comando da PMBA da criação do Batalhão Metropolitano de Rondas Espe- ciais, recebia esse nome, pois não atenderia somente a capital, mas toda região metropolitana de Sal- vador. Iniciou-se todo o planeja- mento, a recuperação do quartel de São Joaquim, onde era o 8º BPM e os eixos que seriam traba- lhadosemSalvador,eram5(cinco) eixos, com a divisão das CIPM’s que seriam apoiadas. Vieram para a Rondesp a Operação Gêmeos, GARRA e o efetivo dos PETO’s (Pelotões Especiais) das CIPM’s, alcançando um efetivo PM de mais de 500 (quinhentos) PM, efe- tivo maior que o do Batalhão de Choque, à época, em 2008. Tivemos a ideia de criar um estande de tiro para a Unida- de, um ônibus tático e um pelotão de moto- ciclistas. Esse último tivemos por um tem- po, pois o Garra veio. Os autos de resistência eram lavrados pela própria unidade, onde toda a documen- tação pertinente era remetida para o Ministério Público e os IPM e fatos graves instaurados e apurados pela Corregedoria- -Geral. As armas também eram remetidas ao DPT por mim. Isso dava bastante transparência nas nossas ações. Houve o apoio fundamen- tal de 4 (quatro) coronéis que ajudaram muito a Rondesp, o Cel PM Santana, Cel PM Jo- sué Brandão, Cel PM Carlos Eleutério e Cel Mascarenhas. Após um grande faxinão e pintura do quartel de São Jo- aquim, nós assumimos a sede, o Estado adquiriu 40 (quaren- ta) viaturas novas, que foram padronizadas na cor marrom. Viajamos para as cidades de São Paulo/SP e Rio de Janei- Mas o chamego pela Rondesp continua!“ “
  15. 15. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 15 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS ro/RJ, para verificar a forma de atuação da Rota/PMESP e BOPE/PMERJ, para fins de formatar a nossa doutrina de patrulhamento tático, seguin- do o modelo da ROTA/SP. Diariamente distribuía- mos 10 (dez) viaturas, todas elas saíam em comboio do quartel, LDP DWp R %RP¿P H GH Oi WRPD vam cada uma seu destino, era uma coisa fabulosa que fechava o bairro de São Joaquim, tinha JHQWH TXH ¿FDYD HVSHUDQGR D VDt da das viaturas do “chocolatão” para tirar fotos. Claro que copia- mos isso da Rota de São Paulo, que aqui faço meus agradeci- mentos, pois trouxe muitas ideias de lá e do BOPE do Rio! A dor de uma perda Um dos momentos mais di- fíceis foi à morte do Sd PM Gené- sio Neves Conceição, o qual tom- bou no Dique do Tororó, no dia 18/07/2009. Segue um trecho do meu relato triste na ocasião, que foi publicado em alguns blogs: “Vem o aviso, o deslo- camento para o hospital, ou o local onde está o corpo, as pri- meiras lágrimas, a angústia do corredor, as primeiras orações, o esforço da equipe médica, os depoimentos a favor, os ner- vosos que atrapalham mais do que resolvem algo! A imprensa, os curiosos, as ligações para saber a situação e a espera! A longa espera! No hospital a sua dor se mistura a dor dos outros que já estão lá, e aos demais que chegam nas ambulâncias.” “Nacerimôniafúnebre,você é mais um, pois perdeu um colega de tropa da Rondesp, um parceiro que morreu cumprindo seu dever.” “Defender a sociedade, mesmo com o risco da própria vida!”. A divisão em Companhias Independentes de Policiamento Tático Devido à decisão estratégi- ca do Comandante-Geral, a ideia do batalhão não prosperou, sendo criadas 4 (quatro) CIPT’s, lembro, que havia viajado para um casa- mento no Rio de Janeiro e tive que voltar antes do previsto e sendo nomeado Comandante da Rondesp $WOkQWLFR 2XWURV R¿FLDLV DVVXPL ram as Rondesp BTS, Central e RMS, cada um tomando seu rumo e sua história, separando também a Operação Gêmeos e o GARRA, que foram para o Choque. Rondesp Atlântico, em busca de uma sede Instalamo-nos, inicialmen- te, no CFAP, em momento de cri- se, por apenas dois dias, nos mu- damos para 3 (três) espaços de loja no antigo Aeroclube, – para esse espaço quem nos ajudou foi o então Major PM Henrique Melo - novamente realizando a mudan- ça com o caminhão da cavalaria (risos), que após desaprovação do local pelo Comandante-Ge- UDO DOXJDPRV XPD FDVD QR ¿QDO de linha da Boca do Rio. Poste- riormente nos mudamos para a atual sede, no bairro Stiep, que era um imóvel de uma construto- ra e estava alugado para a Pre- feitura Municipal. Foram mais de seis mudanças, mas o caruru foi feito em todas as sedes. Após completar 6 (seis) anos e 7 (sete) meses de Ron- desp, comandante com mais tempo de comando, passan- do por 7 (sete) sedes, sempre comemorando tudo com fei- joada, churrasco, caruru e acarajé (risos), que virou tra- dição, fui designado para uma nova missão pelo Comando da Corporação, sendo dissol- vida a equipe que me acom- panhava, mas o chamego pela Rondesp continua! Por dever e justiça quero agradecer a toda tropa Rondespiana, que em muito ajudou esse nome chegar até hoje! Foi um verdadeiro laboratório QD PLQKD YLGD SUR¿VVLR QDO SRLV ¿]HPRV JLQFDQDV operacionais, campanhas da boa saúde, corridões, palestras etc. Posso citar aqui vários nomes, mas mi- QKD HTXLSH GH 2¿FLDLV IRL preponderante: Gilbervan, Matos, Ricardo Passos, Ba- eta, Adauto, Cirne, Vandil- son, Mergulhão, Emiliano, Ives, Ricardo Silva, Will Ja- ckson, Samantha Lacerda, Elson e outros; Praças: os colegas Batista, Vanesca, Andrea, Gutemberg, Reis, Alci, B12, Azulão, Mimito, e tantos outros. Tenho a plena certeza GH TXH ¿]HPRV R PHOKRU GR melhor para a nossa Corpo- ração, por isso todos que tra- balharam comigo são meus amigos até hoje e são cotados pelo compromisso com a Ron- desp e com a Corporação! Nova missão
  16. 16. 16 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS História da Rondesp Sul Um dos maiores problemas que assolam a sociedade nos últi- mos tempos tem sido a violência desenfreada e a prática de crimes cada vez mais complexos. Diante desse cenário e, atenta às deman- das sociais, a Polícia Militar da Bahia – PMBAtem buscado a am- pliação, especialização e moderni- zação, com o objetivo de atender a um Estado de grandes extensões territoriais, bem como extrema- mente distinto internamente. É nesse contexto que entrou em vi- gor, em 09 de Dezembro de 2014 a Lei de Organização Básica – LOB, que, tinha como escopo reorgani- zar a PMBA, oportunidade em que foram criadas diversas unidades policiais militares, dentre elas as Companhias Independente de Po- liciamento Tático – CIPTs. O que é CIPT? Denominada de Compa- nhia Independente de Policia- mento Tático, cuja sigla é CIPT, esta unidade tem por objetivo ser a reserva tática do Comando de Policiamento Regional, também conhecido pela sua abreviação CPR. Embora CIPT seja, de fato, o nome da unidade, muitos ainda confundem ou até mesmo não sa- bem da sua existência, pois duran- te muito tempo e, ainda até hoje, a companhia é conhecida como RONDESP. Este nome traz uma bagagem histórica, associada a uma mística, consequência de um longo e demorado trabalho de ex- celência realizado por policiais na capital baiana. Nascida em mol- des de uma operação policial na capital, a RONDESP complemen- tava o policiamento em Salvador, através das viaturas apoiando as unidades do policiamento ordiná-
  17. 17. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 17 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS rio, missão esta que se tornou a razão de ser desta unidade e, de- vido a exercer este papel e, dada à importância desta atividade, este projeto foi modernizado e padro- nizado por meio das CIPT e am- pliado para as mais diversas regi- ões do Estado da Bahia. Como tudo começou? A CIPT-S nasceu através de um projeto visionário e (por- que não) precursor do CPRS. Isto porque, já vislumbrando XPD SRVVLELOLGDGH GH PRGL¿FD ção na organização da Polícia Militar da Bahia, o Coronel PM Reis, comandante do CPRS, à época, juntamente com o seu subcomandante, o TC PM Idil- ceu, “startou” aquilo que pode- ria ser denominado o protótipo da CIPT. Desta forma, no mês de Agosto, do ano de 2013, alo- jada no interior de uma sala no prédio do CPRS, em Itabuna, um grupo de 40 policiais, deu inicio às atividades da Compa- nhia de Emprego Tático Ope- racional do CPRS, pois o nome CIPT-S só viria a ser de fato uti- lizado com o advento da LOB em 2014. Segundo o Coronel Reis, a CIPT-S “Era uma neces- sidade latente para a região, bem como sua instalação era uma de- cisão estratégica da PMBA”. Onde estamos? Conforme o tempo foi avan- çando, as demandas aumentaram. Com isso, as exigências por uma tropa de reação, dentro de um comando regional, capaz de dar suporte operacional às unidades GR VHX RUJkQLFR ¿FDUDP FDGD YH] mais latentes. Era necessária uma estrutura física capaz de abrigar este efetivo, bem como ser um ambiente favorável à prática de atividades e treinamentos, isto é, um espaço que contemplasse todas as necessidades de uma tropa desta natureza. Com isso e, graças ao envolvimento, compro- metimento e esforço envolvendo diversos órgãos e autoridades como o Comando da Corpora- ção, o Comando Regional Sul e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC foi feito um convênio no qual a União cederia um espaço ao lon- go da BR-415 (Rodovia Ilhéus/ Itabuna), onde, em 22 de Julho GH HP DWR VROHQH ¿FRX HV tabelecida a sede da CIPT-S. Sediada onde fora por mui- to tempo conhecida como “A Casa do Dr. Paulo Alvim”, a base da CIPT-S é considerada umas das melhores sedes de Unidades Policiais do Estado da Bahia. Após um processo de reforma, com objetivo de torná-la mais funcional, sem deixar de ter uma HVWUXWXUD GH TXDUWHO HVWD HGL¿FD ção, inserida no cenário da Mata Atlântica, encontra-se em pleno funcionamento, abrigando a tro- pa de serviço nos mais diversos alojamentos, bem como todo o
  18. 18. 18 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS corpo administrativo que ocupa as salas para esse mister, propor- cionando um excelente ambiente para o labor policial. Além disso, detém uma área na qual são realiza- dos treinamentos cotidianamente, sempre buscando utilizar os espa- ços disponíveis para disseminar o conhecimento e o preparo físico e técnico de todo o efetivo. Onde atuamos? Nossa área de atuação está compreendida basicamente na re- gião sul e extremo sul do Estado da Bahia. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, atuamos na RISP Sul, isto é uma região integrada de segurança pública, compreendida entre a cidade de Valença até Teixeira de Freitas, passando por Itabuna e Ilhéus (onde está a sua sede) reunindo, além disso, todos os municípios circunvizinhos destas localida- des. Utilizando ainda, um marco territorial estabelecido pelo go- verno do Estado quando, na opor- tunidade, para demarcar cinturões turísticos, em todas as cidades que compõem as Costas do Den- dê, do Cacau, do Descobrimento e das Baleias. 2 TXH ID]HPRV A missão precípua da CIPT- -S é apoiar as unidades do po- liciamento ordinário do orgâni- co do CPRS. E o que vem a ser isso? Devido à grande extensão territorial da região sul da Bahia, bem como a grande quantidade de municípios, houve a neces- sidade de se criar uma tropa que pudesse prestar um suporte rápido H H¿FD] H TXH HVVD XQLGDGH IRVVH de preferência o braço tático do Comando Regional. Com o passar do tempo, essa forma de atuação se consolidou e hoje a CIPT-S é uma realidade no contexto regio- nal sul baiano. Isto porque o crime WHPVH PRGL¿FDGR QD VXD IRUPD de atuar e, infelizmente, o poli- ciamento ordinário apenas não tem sido capaz de enfrentar essa problemática, haja vista o grau de complexidade e dispersão da cri- minalidade e sua atuação. Inserida nesse contexto volúvel da escalada da violência estão as festas populares. Ante- riormente a preocupação dos ór- gãos de segurança estava focada apenas na parte interna das gran- des festas e aglomerações, haja vista a concentração de pessoas e as vulnerabilidades destas es- tarem apenas na festa em si. Po- rém, com o passar do tempo, no- tou-se um aumento exponencial da prática de crimes nas áreas situadas no entorno dos referi- dos eventos. Então, como forma de cobrir essa lacuna, a CIPT-S tem atuado e obtido êxito nas áreas que circundam festas po- pulares, praças desportivas, ma- nifestações públicas que tenham uma grande presença de pesso- as, contemplando assim um es- paço que, durante muito tempo, ¿FRX FDUHQWH GH VHJXUDQoD VHMD atuando de forma ostensiva nos pontos de ônibus, nos acessos, HQ¿P DWXDQGR DWUDYpV GR SDWUX lhamento motorizado. Por se tratar de uma tropa de policiamento tático, uma das mis- sões da CIPT-S é realizar o Cho- que ligeiro. Esta atuação se dá de uma forma rápida e incisiva, com o objetivo de retomar a normali- dade e restabelecer as garantias constitucionais. Exemplos destas atuações estão as desobstruções de vias e rodovias utilizando equi- pamentos de proteção individual e materiais de menor potencial ofensivo, como por exemplo, as granadas fumígenas (gás lacrimo- gênio), aparatos estes capazes de dispersar multidões sem causar EDL[DV 7RGR HVVH PDWHULDO ¿FD j disposição das equipes de servi- ço cotidianamente, embarcados e acondicionados para serem utili- zados de maneira rápida e segura.
  19. 19. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 19 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  20. 20. 20 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Nossa Doutrina OPatrulhamento Tático na Polícia Militar da Bahia é executado pelas Companhias Independente de Policiamento Tático (CIPTs/RONDESPs) e pela Companhia de Patrulhamen- to Tático Móvel (Cia PATAMO), esta subunidade do Batalhão de Choque. O conceito de Patrul- hamento Tático pode ser consid- erado um conjunto de princípios ¿ORVy¿FRV RULHQWDGRUHV TXH QmR se confunde com um regulamen- to, mas algo intrínseco às tropas da RONDESP, que por aceitação coletiva, seguem rigorosamente uma série de procedimentos FRP D ¿QDOLGDGH GH DXPHQWDU D segurança, a produtividade e a qualidade do serviço. Doutrinari- amente, é o tipo de policiamento voltado para situações pontuais que exijam técnicas, táticas, equi- SDPHQWRV H DUPDPHQWRV HVSHFt¿ FRV FRP SHVVRDO TXDOL¿FDGR Cada CIPT, enquanto tro- pa de Patrulhamento Tático tem como missão precípua o apoio ao Policiamento Ostensivo Conven- cional, sendo reserva tática de fácil mobilidade para emprego pelo Co- mando de Policiamento Regional, QR HQIUHQWDPHQWR TXDOL¿FDGR GRV Crimes Violentos Letais Intencio- nais (CVLI) e os Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP), além do combate ao crime organizado H R WUi¿FR GH GURJDV $V WURSDV GD RONDESP podem ser emprega- das em todas as modalidades de Policiamento Ostensivo, havendo uma predominância de sua utiliza- ção no patrulhamento motorizado e a pé, principalmente nas áreas mais críticas urbanas, e, excepcio- nalmente, rurais. PATRULHAMENTO MOTORIZADO Modalidade de Policia- mento Ostensivo com efetivo mínimo de 04 (quatro) opera- dores embarcados em viatura 04 rodas, equipados e preparados para uma resposta diferenciada à violência urbana. As tropas da RONDESP patrulham, em regra, a partir de 02 (duas) guarnições em comboio, com formação em coluna justaposta. Dessa forma, o emprego, além do impacto opera- cional e capacidade combativa aumentada, oportunizam ao poli- cial se valer de técnicas e táticas de PATAMO para uma maior H¿FLrQFLD GH VXDV Do}HV 3RQWRV de Barreira, Martelo e Bigorna, Cerco e Enxameamento. PATRULHA POLICIAL Os conglomerados urba- nos, aumento da violência e o mo- dus operandi dos criminosos re- ÀHWHP GLUHWDPHQWH QR DSHUIHLoRD mento técnico-operacional das RONDESPs. Com o conhecimen- to do terreno, alguns locais em que
  21. 21. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 21 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS a atuação do crime oferece risco de- masiado aos policiais, as equipes se valem de técnicas e táticas em con- duta de patrulha. Doutrinariamente, as patrulhas policiais se dividem em patrulhas de reconhecimento e de combate, mas atualmente re- conhece-se objetivo de ocupação nas patrulhas policiais, em razão da missão precípua da Polícia Mili- tar na segurança pública. Deve-se a isso, a grande produtividade da RONDESP, que somada a outros fatores, aumenta a credibilidade interna e externa, além de elevar a autoestima operacional. ABORDAGEM POLICIAL “A abordagem policial é o carro chefe do Policiamento Osten- sivo, sendo responsável pela produ- tividade cada vez maior das tropas de RONDESP. O conceito é o ato de aproximar-se de pessoas, com o intuito de orientar, assistir, interpe- lar, advertir, advertir, realizar busca, LGHQWL¿FDU HRX SUHQGHU XWLOL]DQGR se dos processos do Policiamento Ostensivo, executando para isso, se necessário for, a busca em veículos, HGL¿FDo}HV RX SHUtPHWURV´ (Manual Básico de Aborda- gem Policial – atualização 2018) O procedimento da abor- dagem policial tem dois desdo- bramentos básicos na Segurança 3~EOLFD SUHYHQWLYR H UHSUHVVLYR O foco preventivo é a missão precípua da Polícia Militar em consonância com a Constituição Federal 88, art. 144 §5º, com- binado com o art. 78 do Código Tributário Nacional – CTN. A re- pressão tem um caráter processu- al nas possibilidades de prisão em ÀDJUDQWH GHOLWR GHULYDGD GH XPD fundada suspeita. São princípios da Abor- dagem Policial como preceitos QRUWHDGRUHV H YDORUHV LQHJRFLiYHLV Preservação da Vida, Legalidade, Dignidade da Pessoa Humana, Isonomia, Interesse Público e Pro- porcionalidade no Uso da Força. O objetivo da abordagem se cum- pre com os procedimentos técni- cos iniciais, devido uma fundada suspeita, e se conclui com a cons- tatação ou não de infração penal ou irregularidade veicular, por exem- plo, contribuindo assim para uma segurança pública melhor. CHOQUE LIGEIRO As RONDESPs, além do patrulhamento tático, estão capaci- tadas e habilitadas a atuarem como tropa de Choque Ligeiro. Diversas manifestações de civis, no estado, pelos mais diversos motivos, por vezes resultam em desordens e transtornos à coletividade, queb- rando a ordem pública, o que de- mandam o emprego tático de um efetivo preparado e com a mobi- lidade necessária para fazer frente aos mais diversos cenários, seja em área urbana ou rural, suprindo em muitas ocasiões a necessidade de um emprego de tropa de choque pesado. Nesse contexto a Rondesp Sul já atuou em manifestações emblemáticas como a que se deu na cidade de Buerarema-BA, em 2014. Ocorrência citada na sessão “Ações e Operações”. A Rondesp Sul, diante deste cenário, observou a necessi- dade de elaborar um Procedimen- to Operacional Padrão Especial 323(
  22. 22. HVSHFt¿FR SDUD DWLYLGDGHV de Choque Ligeiro, com o objetivo de reduzir erros, melhorar a quali- dade do serviço prestado e uma constante reavaliação de seus atos para o melhor aprimoramento de sua tropa. Desde a socialização do POPE para o efetivo, cada compo- nente – do comandante ao soldado na guarnição – sabe exatamente o que deve fazer, e desperta a cons- ciência para a disciplina tática.
  23. 23. 22 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Nossos Símbolos
  24. 24. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 23 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  25. 25. 24 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  26. 26. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 25 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  27. 27. 26 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  28. 28. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 27 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS INCRondespSul ACIPT-S tem como regra básica umaformaúnicadeacessopara os policiais que desejam fazer parte da unidade. Assim, os interessados para ingresso, além de serem volun- tários e possuírem alguns requisitos, devem também re- alizar uma espécie de “peneira”, isto é, uma seleção na qual possui diversas eta- pas a serem cumpri- das. Esse processo, denominado Instru- ção de Nivelamento de Conhecimento – INC, é o diferencial da CIPT-S diante das demais tropas de policiamento tá- tico do Estado, bem como método pioneiro no que tange à admissão de novos policiais nos seus quadros. Em cinco anos, a CIPT-S passou por diversas mudanças, que UHÀHWLUDP GLUHWDPHQWH QD IRUPD GH selecionar e preparar os policiais vo- luntários a ingressarem na unidade. Dessa forma, a INC teve melhorias VLJQL¿FDWLYDV HP VXD FRPSRVLomR incluindo seu caráter técnico e de pessoal responsável pelo planeja- mento e execução dessa Instrução. Durante as etapas de plane- jamento surgiram as mais variadas questões, principalmente aquelas vinculadas às riquezas humanas, isto é, quantas, quais e quem se- riam as pessoas que estariam en- volvidas neste projeto. Então, foi WUDoDGR XP SHU¿O HVWDEHOHFHQGR FULWpULRV SHVVRDLV H SUR¿VVLRQDLV em que o policial, propenso can- didato, deveria se encaixar e, após um processo de seleção, estabe- lecer um período no qual seriam passadas doutrinas e treinamentos WpFQLFRV H ItVLFRV HVSHFt¿FRV XPD espécie de “Rito de Passagem” de uma tropa desta natureza. Desta forma e, após diversas experiências, a estrutura da INC, DWXDOPHQWH HVWi VROLGL¿FDGD DWUD vés de uma Nota de Instrução – NI, na qual contém toda a sua estrutura. Com duração de doze dias, possui em seu bojo todo conheci- mento teórico e prá- tico que são neces- sários e executados por uma tropa de patrulhamento táti- co. Dentro de uma carga horária de aproximadamente 140h, os candidatos têm aulas que vão desde a doutrina de policiamento tático, até o acesso e manuseio aos armamentos de dotação do dia a dia da CIPT-S, bem como por de- mais disciplinas que são requisitos básicos para uma tropa com carac- terísticas particulares. E assim, nesses cinco anos de história, ocorreram quatro INCs, cada uma com sua particu- laridade e seu objetivo.
  29. 29. 28 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS A 1ª INC teve como objeti- vo criar a CIPT-S de fato, dando o pontapé inicial. Realizada no ano de 2013, sob a coordenação do Ma- jor PM Marinho, auxiliado pelo 7HQ 30 8LOWRQ RWLDV R¿FLDLV GR CPRS, à época, teve como metodo- logia de seleção buscar policiais vo- luntários, indicados pelos coman- dantes de unidades pertencentes ao orgânico do CPRS, sob a égide do Coronel PM Reis, comandante re- gional à época. Desses seleciona- dos, 40 começaram as fases de sele- ção e treinamento, na qual puderam ter acesso a diversos treinamentos e conhecimentos acerca da atividade de patrulhamento tático, com uma YDVWD FDUJD KRUiULD $R ¿QDO RV partícipes lograram êxito e deram início, de fato, às atividades opera- cionais da CIPT-S. I INC
  30. 30. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 29 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Considerada já uma realidade para a região, a CIPT-S chegou a um patamar tal, que se viu com a necessidade de crescer. Foi quando, em 2014, operando no limite de efetivo em uma ampla área, realizou-se a 2ª INC. Planejada em um contexto de grandes mudan- ças, essa INC teve como escopo o aumento do efetivo da CIPT-S, com o intuito de atender a diversas deman- das, desde a execução do patrulhamento de maneira H¿FD] SDVVDQGR SRU XPD QHFHVVLGDGH HP VHJXUDQoD pública no cenário de intervenções em estabelecimen- tos prisionais na região, bem como a segurança do aquartelamento que ora estava sendo erguido. Foi nesse cenário que, com a anuência do co- mando do CPRS, deu-se início ao processo seletivo. Iniciado com 40 policiais voluntários, após etapas de exame médico, Teste de Aptidão Física – TAF e en- trevista, os inscritos iniciaram uma jornada de treina- mentos nas mais diversas áreas do conhecimento do SROLFLDPHQWR WiWLFR WDLV FRPR 7pFQLFDV H 7iWLFDV GH Controle de Distúrbio Civis, conhecimento da Dou- trina de Patrulhamento Tático, armamentos utiliza- dos pela CIPT-S e Tiro Tático, oportunidade na qual os policiais puderam conhecer todo o material bélico GH XWLOL]DomR SHOD XQLGDGH $R ¿QDO DSyV aquisição II INC
  31. 31. 30 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS de todo o conhecimento técnico necessário para atu- arem na atividade, 22 milicianos concluíram, com êxito, o programa de treinamento. Com o passar dos anos, o que se viu foi uma transformação e o aumento da criminalidade, prin- cipalmente na região sul do Estado. Desta forma, tornou-se necessária a ampliação da CIPT-S para áreas consideradas distantes do perímetro da sua VHGH RP LVVR D ¿P GH GLQDPL]DU R SROLFLDPHQWR GH PDQHLUD H¿FLHQWH VHP SHUGDV QR DVSHFWR GRX trinário aplicado no dia a dia no seu interior, bem como manter toda rotina já colocada em prática pelo efetivo da sede da Companhia, foi inicializada a 3ª INC, com vistas à criação do primeiro pelotão destacado de uma CIPT no âmbito da PMBA, loca- lizado na cidade de Eunápolis-BA. Com uma fórmula pronta e já sedimentada foi dada a largada para o processo de seleção de policiais para compor o efetivo desse pelo- tão destacado em Eunápolis. Assim, eis que foi construída a 3ª INC, com o mesmo viés das an- WHULRUHV FRP XP REMHWLYR VLQJXODU VHOHFLRQDU policiais voluntários e aptos nas etapas do pro- III INC
  32. 32. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 31 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS cesso para integrarem o corpo do 5º Pelotão. Essa INC, realizada no ano de 2016, destacou-se pela gran- de quantidade de voluntários, R¿FLDLV H SUDoDV SULQFLSDOPHQWH daqueles que residem nas cida- des que compõem o eixo extre- mo sul baiano. Policiais que co- nheciam a história da Rondesp e acreditavam na sua missão, colocaram-se à disposição para servir na unidade. Com isso, 40 policiais iniciaram o processo de seleção, posteriormente pu- deram conhecer toda a doutri- na, armamentos utilizados pela CIPT-S, assim como entender, de maneira teórica e prática, a metodologia de atuação de uma tropa de policiamento tático. $R ¿QDO GD MRUQDGD GH GR]H dias, 32 policiais concluíram, com sucesso, o programa de treinamen- to, materializando, assim, a criação de fato do 5º Pelotão da CIPT-S na cidade de Eunápolis.
  33. 33. 32 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS A 4ª INC surgiu de um contexto de maximizar o efeti- vo. Com um quadro de policiais exíguo, diante das demandas do CPRS perante toda a região sul da Bahia, era necessária uma ampliação, bem como uma oxi- genação na tropa da CIPT-S. É bem verdade que tropas dessa na- tureza têm por um dos aspectos um efetivo reduzido, visto que, a tipologia do serviço de uma tro- pa de patrulhamento tático, mui- tas vezes foge do convencional, atingindo atuação extraordinária na qual requer disponibilidade integral do policial e este, muitas vezes, não se adapta. Realizada no ano de 2017, a 4ª INC teve como escopo su- prir uma carência de efetivo diante das diversas exigências no cenário da segurança públi- IV INC
  34. 34. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 33 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS ca regional. Levada a efeito com 40 policiais, este processo se deu dentro dos trâmites burocráticos necessários e exigidos na Nota de Instrução, nor- ma que regula esse processo, do qual os policiais (alunos) cumpriram todas as etapas de seleção, VHQGR ¿QDOL]DGD FRP FRQFOXLQWHV DR ¿QDO GH doze dias de treinamentos, buscando conhecer cada detalhe de uma tropa de policiamento tático e suas particularidades.
  35. 35. 34 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  36. 36. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 35 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  37. 37. 36 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  38. 38. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 37 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Éimpossível fazer policiamento tático sem treina- mento. Assim sendo, ao longo desses cinco anos de atuação, a CIPT-S vem colocando como um dos seus pilares a capacitação do seu efetivo. Essa prepa- ração vem dando uma identidade à unidade, um caráter técnico e uma construção de conhecimento, adquirido em diversas oportunidades. Com isso, há uma melhora VLJQL¿FDWLYD QD DWXDomR GRV SROLFLDLV SULQFLSDOPHQWH QD SRVWXUD H DWLWXGH GRV SUR¿VVLRQDLV TXDOL¿FDGRV DQWH DV ocorrências do dia a dia. Importante salientar que a capacitação do efe- tivo, em sua totalidade, já se dá durante o processo de seleção de ingresso para a unidade, através das INCs (Instrução de Nivelamento de Conhecimen- to). Porém, ciente da volatilidade do conhecimento e seu perpétuo caráter de mutação, o comando da CIPT-S sempre prezou pela atualização dos conhe- cimentos e procedimentos, principalmente no que tange aos relacionados à atividade de policiamento tático, sempre provocando discussões através de la- boratórios e vivências. Em 2015, foi realizada uma INC com as CIPTs Capacitação e 4XDOLÀFDomR do (IHWLYR
  39. 39. 38 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS da capital e, excepcionalmente, a CIPT-S como única tropa de policiamento tático do interior. Esse laborató- rio, realizado na sede do Batalhão de Polícia de Guar- das – BPGd, sediado no interior do complexo peniten- ciário no bairro da Mata Escura, teve como objetivo XQL¿FDU Do}HV H SURFHGLPHQWRV GDV ,37V QR kPELWR institucional, isto é, tornar o trabalho destas unidades o mais uniforme possível em todas as regiões do Estado, D ¿P GH SDGURQL]DU WRGDV DV FRQGXWDV GHVGH D PDQHL ra de arrumar os equipamentos de proteção individual até as ações policiais do dia a dia. Com um total de 24 semanas, esse ciclo foi uma vitória para a PMBA em WHUPRV GH TXDOL¿FDomR H LQWHUFkPELR EHP FRPR XPD circunstância oportuna para todo o efetivo da CIPT-S. É inquestionávelograudematuridadeadquiridopelauni- dade após esse ciclo de instruções em Salvador. Ações que antes eram inimagináveis de serem executadas foram colocadas em prática no terreno e, assim, com- provadamente capazes de serem realizadas. Pode-se considerar que esse evento na capital foi uma semente SODQWDGD SDUD DOJR PDLRU TXH HVWDYD SRU YLU R GHVSHUWDU do interesse da tropa em realizar cursos de especializa- ção e se aprofundar no tema do Policiamento Tático. À medida que o tempo avança, essa vontade GH VH HVSHFLDOL]DU YDL ¿FDQGR SDWHQWH QR HIHWLYR GD CIPT-S. Desde a criação do Curso de Patrulhamento Tático Móvel – CPATAMO há, na unidade, um volun- WDULDGR H[SUHVVLYR SHOD TXDOL¿FDomR H DVVLP EXVFDU consolidar um conhecimento já aplicado, porém com uma doutrina operacional um pouco claudicante. En- WmR HP VHLV FDQGLGDWRV HQWUH R¿FLDLV H SUDoDV pertencentes à CIPT-S foram em busca do 1º CPATA- MO, realizado no 12º Batalhão de Polícia Militar, em Camaçari-BA. Lá, tiveram acesso a todo arcabouço te- órico e prático do que é, de fato, o policiamento tático. Após sessenta dias, ao retornarem, já formados no cur- so, foram os responsáveis por disseminar na tropa tudo que aprenderam durante o período letivo.Atualmente a CIPT-S conta com nove policiais formados no CPATA- MO/PMBA nas suas diversas edições, bem como um R¿FLDO IRUPDGR QHVVH PHVPR FXUVR SRUpP UHDOL]DGR QD Polícia Militar do Distrito Federal – PMDF. Uma das características do policiamento tático é a execução do choque ligeiro. Detentor de todo conhe- cimento no que tange à atividade de choque e controle de distúrbios civis, o Batalhão de Polícia de Choque – BPChq - é o responsável por realizar o Curso de Ope- UDo}HV GH KRTXH ± 23 $ ¿P GH GHVWULQFKDU DLQGD mais os aspectos do policiamento tático, a CIPT-S tem em seus quadros operadores de atividade de choque e continua enviando policiais até aquele batalhão para formar mais especialistas. Hoje a CIPT-S conta com quatro operadores de choque. Além dos cursos realizados pela PMBA e coir- mãs, a CIPT-S realiza encontros e seminários com o objetivo de capacitar a tropa com discussões e debates. Foi nesse bojo que nasceu, em 2018, o 1º Workshop de Patrulhamento Tático. Partindo de uma iniciativa do comando, esse seminário foi de suma importância no sentido de produzir conhecimento através de dis- cussões e práticas assistidas, sempre buscando reali- zar as ações dentro da técnica e o que preconiza os manuais operacionais da instituição no que se refere à segurança. Foi uma oportunidade na qual foram ex- postas diversas situações cotidianas e suas soluções. $R ¿QDO GHVVH HQFRQWUR H DWUDYpV GH H[SHULrQFLDV compartilhadas, foi possivel dar início a confecção dos Procedimentos Operacionais Padrões Especializados (POPEs), visando a padronização de procedimentos e ações dos operadores de policiamento tatico.
  40. 40. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 39 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Em 2017, foi estabeleci- do o Núcleo de Instrução da CIPT-S. Com parte do seu efetivo capacitado e especia- lizado em diversas áreas poli- ciais, coube a esse grupo, dali em diante, ser o responsável por planejar e executar tare- fas, instruções e treinamentos. Essa incumbência partiu da premissa da unidade em buscar o incessante aperfeiçoamento, bem como transmitir parte des- te conhecimento para o efetivo de policiais das unidades que compõem o orgânico do CPRS. Inicialmente a missão desse grupo era basicamente alinhar o discurso quanto as técnicas e táticas operativas. Desta forma, foram elaborados programas de treinamento e instruções, seguindo um roteiro único, de forma escrita, no qual os instrutores passariam todo o conhecimento daquela forma que estava prevista. Essa pa- dronização foi o marco inicial de um processo de construção que, posteriormente, obteve ex- celentes resultados na sua apli- FDELOLGDGH (VVH IDWR ¿FRX FRP provado na maneira e na atitude da equipe de instrução que se- guiu um plano legitimado, isto é, devidamente escrito e res- paldado através de documentos R¿FLDLV GH FDUiWHU LQWHUQR $R fazer isso, os procedimentos se tornaram mais simples e obje- tivos, trazendo, de certa forma, uma segurança naquele conhe- cimento que seria absorvido e, posteriormente, repassado. Com um conjunto de ins- truções preparadas e uma equi- pe alinhada no seu discurso, deu-se início ao ciclo de trei- namentos, tendo como público- -alvo policiais pertencentes às unidades que compõem o qua- dro orgânico do CPRS. Durante um período, essa equipe viajou por toda a área assistida pelo Criação do Núcleo de Instrução
  41. 41. 40 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS comando regional, capacitando o efetivo de todas as unidades localizadas no sul e extremo sul da Bahia. Esse momento caracterizou-se como uma oportunidade jamais vista na região, visto que, muitas vezes, essa tropa, em tempos anteriores, GHVORFDYDVH SDUD D FDSLWDO D ¿P GH SDUWL FLSDU GH DWLYLGDGHV GH TXDOL¿FDomR WpFQLFD gerando assim um ônus para a instituição que viu, na criação das unidades de poli- ciamento tático, uma grande ocasião favo- rável para a transmissão de conhecimentos acerca da atividade policial e, consequen- temente, treinar seu recurso humano, prin- cipalmente aqueles que exercem seu labor no interior do Estado. Nesse período de existência, a equipe do Núcleo de Instruções da Rondesp Sul tem assumido uma po- VLomR VLJQL¿FDWLYD QD iUHD GR HQVLQR WpFQLFR H SUR¿VVLRQDO QR FDPSR SROL cial no sul da Bahia. Além de cumprir um cronograma de instruções nas di- versas unidades policiais da região, os integrantes desse núcleo tem ocupado espaço nos quadros de instrutores dos cursos de formação e aperfeiçoamen- to de policiais da região, como Curso de Formação de Soldados – CFSD, Cursos de Formação de Cabos – CFC, Curso de Formação de Sargentos – CFS e o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos – CAS. Segundo dados do Setor de Ins- truções da CIPT-S, o núcleo de ins- trução, desde a sua criação, já contri- buiu na formação e capacitação de, aproximadamente, mil policiais. Isso VLJQL¿FD QmR VRPHQWH XP JDQKR QD qualidade da prestação de serviço público, como também a responsa- bilidade e o compromisso da CIPT-S em buscar sempre o aperfeiçoamento GRV SROLFLDLV PLOLWDUHV D ¿P GH TXH essa engrenagem “trabalho, treino e ensino continuado” funcione de ma- QHLUD H¿FLHQWH
  42. 42. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 41 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS 5° Pelotão / Eunápolis Com a grande demanda do extremo sul da Bahia no que tange à segurança pública, principal- mente em cidades como Eunápolis, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, o Comando de Policiamento da Região Sul (CPRS), estrategicamente, vislumbrou a necessidade de expandir a sua tropa de reação e criar um pelotão destacado que pudesse atuar mais incisivamente nessas localidades. No ano de 2016, a cidade de Eunápolis passa- va por uma onda de aumento dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), principalmente os ho- micídios. Sendo assim, em parceria com a Prefeitura Municipal, Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA), Conselho Municipal de Segurança, Ordem dos Advogados e prefeituras circunvizinhas à cidade de Eunápolis, deu-se inicío a ideia de implantação da base do 5° pelotão da Rondesp Sul . Após alguns meses de reformas e melhorias, através dos órgãos supracitados, no imóvel cedi- do pelo TJ-BA, na data de 18 de novembro de 2016, foi criado o 5º pelotão da CIPT-S, com sede na Rua Gabriel Grande, Bairro Centauro, cidade de Eunápolis-BA. Inicialmente composto por 30 policiais mi- OLWDUHV D VXD FULDomR WHYH FRPR PHWD ³ampliar as ações de patrulhamento tático no extremo sul baia- no, com vistas à prevenção e combate aos crimes dolosos contra a vida, crimes contra o patrimônio, H DR WUi¿FR GH GURJDV´; propiciando como conse- quência uma maior sensação de segurança para os cidadãos do extremo sul da Bahia. RPR UHÀH[R GD FULDomR GHVWH SHORWmR H Do}HV integradas com as demais unidades e órgãos de se- gurança pública locais, no ano de 2017, a cidade de Eunápolis teve uma redução de mais de 51% nos índices de CVLI, comparados ao ano de 2016.
  43. 43. 42 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS “Ao ensejo da come- moração dos cinco anos de criação, na estrutura da Po- lícia Militar baiana, da Com- panhia Independente de Po- liciamento Tático Sul, mais conhecida como Rondesp Sul , registro que a Unidade, desde a sua existência, repre- sentou um grande avanço no aparelhamento estatal para combate as ações delituo- sas, principalmente aquelas cometidas com emprego de violência e, portanto, mais danosas a sociedade. Esse testemunho é corro- borado pelo exemplo regional, isto é, neste Município de Eu- nápolis e em aqueles que estão em seu entorno, para onde o Comandante Geral da Polícia “O Conselho Municipal de Segurança Pública de Eunápolis- -COMSEPE reconhece a impor- tância da Rondesp Sul , do apoio tático na atividade de Segurança Publica, além de tropa de reação imediata e reforço operacional nas diversas áreas de atuação, enfatizando a mobilidade do efe- tivo, o poder de fogo nas diligên- cias, a boa comunicação entre as JXDUQLo}HV H SRU ¿P QD UHODomR continua elaborada dentro da tropa. O COMSEPE/EU sente-se recompensado pelo desempenho e a profícua parceria desenvolvi- da com a Rondesp Sul , motivo de orgulho Eunapolitano.” Maximino Xavier Presidente do COMSEPE Militar, Coronel Anselmo, desta- cou, em boa hora, a instalação do 5º Pelotão da Rondesp Sul, cuja chegada resultou num especial avanço na redução dos índices de delitos, com seu trabalho voltado, segundo posso observar, principal- PHQWH QD UHSUHVVmR DR WUi¿FR GH GURJDV R TXDO ¿JXUD LQIHOL]PHQWH como matriz de outros crimes vio- lentos, revelando, assim, a impor- tância da Unidade. Parabéns!” Otaviano Andrade de S. Sobrinho Juiz de Direito Titular da 1ª Vara Crime, Júri, Execu- ções Penais e Infância e Juventude da Comarca de Eunápolis – Bahia
  44. 44. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 43 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  45. 45. 44 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Ações e Operações No contexto de criação da Unidade, destacam- -se 03 (três) grandes operações ocorridas nas cidades de Valença, Buerarema e Itabuna, que marcaram a implementação da Rondesp Sul , FRPR IRUoD WiWLFD H WURSD GH FRQ¿DQoD GR RPDQ dante de Policiamento Regional. Nessas Operações, aquela tropa nova, de po- liciais doutrinados, de fardamento, equipamento e acessórios diferenciados, que patrulhavam em uma viatura marrom, chamaram atenção da sociedade em cada cidade. Não casuisticamente pelo impacto visu- al, mas, principalmente, pela atuação técnica, pauta- da na legalidade, dispensando tratamento cortês aos cidadãos, e o rigor da lei aos contraventores. Valença $ ¿P GH FRQWHU R DXPHQWR H[SRQHQFLDO GRV tQ dices de violência na cidade de Valença, a CIPT-S, no auge da sua gênese, foi incumbida de reforçar o poli- ciamento local. Esse fato, ocorrido em 2013, teve como cenários algumas localidades da cidade, com destaque o bairro chamado “Bolívia”. Foi uma atuação marcante para a Unidade, visto que, de fato, pode-se considerar a sua primeira experiência operacional de longa dura- ção, sendo esse emprego uma espécie de parâmetro para avaliar a maturidade da tropa, exercendo Operação de Saturação por Tropa Especializada (OSTE).
  46. 46. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 45 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Buerarema Foi em 2014 que a Rondesp Sul se viu diante de um cenário de guerra. De um lado, os proprietários de fazenda, protegendo a posse de suas terras; do ou- tro, os povos indígenas que exigiam do governo uma demarcação de terra em áreas que abrangiam aquela ci- dade e outras da região. Legitimada através da “Garan- tia da Lei e da Ordem” (GLO), sancionada por Decreto Presidencial, a atuação policial foi tensa e de extrema GL¿FXOGDGH +RXYH FRQIURQWR VHQGR QHFHVViULR R XVR proporcional da força, utilizando-se de instrumentos de menor potencial ofensivo para conter a multidão enfure- cida, que arremessava pedras e objetos diversos contra a tropa. Essa Operação contou ainda com a participação direta de tropas federais como o Exército e a Força Na- cional de Segurança Pública. Rebelião Presídio de Itabuna 8P HSLVyGLR TXH ¿FDUi PDUFDGR QD PHPyULD da Segurança Pública da região foi a rebelião do Con- junto Penal de Itabuna, ocorrida no ano de 2014. Com dois mortos e dezessete feridos, esse levante causou uma inquietação no cenário do sistema penitenciário estadual, pois, por mais que um estabelecimento pri- sional tenha um aspecto de isolamento, sempre há uma preocupação em qualquer sinal de manifestação que venha daquele local, pois ali é um ambiente bastante polarizado, regado por disputas, onde os ânimos estão H[DOWDGRV UHÀHWLQGR LQFOXVLYH QD iUHD H[WHUQD LVWR é, nos bairros da cidade. Assim sendo, a CIPT-S, bem como outras tropas da região, tiveram papel de desta- que nesta ação, exercendo uma função fundamental na retomada do controle, não só do conjunto penal, como também restabelecendo a segurança nas ruas da cidade de Itabuna, através do patrulhamento. As Rondas não param Ao longo desses cinco anos de história, a CIPT-S já vem tomando a dianteira em diversas demandas da segurança pública na região, com operações de grande vulto, dentre outras atuações diretamente ligadas à pre- venção da violência e da criminalidade. Nesse viés, todas as 18 (dezoito) Unidades Ope- racionais que compõem o orgânico do Comando de Policiamento Regional Sul, foram apoiadas em algum momento pela Rondesp. São 65 (sessenta e cinco) mu- nicípios pertencentes à região, os quais, sem exceção, conheceram nesses últimos 05 anos o trabalho da tropa de Patrulhamento Tático do Sul da Bahia. Tendo como enfoque de atuação os grandes conglomerados urbanos, naturalmente são as maio- res cidades da região que apresentam as maiores demandas. Itabuna, Ilhéus, Valença, Eunápolis, Por- to Seguro e Teixeira de Freitas, representam juntas mais de 70% (setenta por cento) dos atendimentos a ocorrências registrados pela CIPT-S. Assim, con- siderando que o apoio operacional prestado pela Rondesp é uma rotina, cidades intermediárias e de pequeno porte, também despontam com ocorrências de destaque, resultado das estatísticas comprovadas na próxima sessão. Tão complexos são os cenários de atuação, UHÀH[R GH XPD VRFLHGDGH QR VHX PDLV SURIXQGR GL namismo, que exigem de uma tropa policial, princi- palmente, as que labutam na área do patrulhamento tático, atuarem em diversas conjunturas. E dessa for- ma, ora atuando isoladamente, ora em operação con- junta com as Unidades de policiamento comunitário, policiamento especializado, ou ainda, outros Órgãos, vê-se comprovado que a sociedade do sul baiano teve D VHJXUDQoD S~EOLFD DPSODPHQWH IRUWL¿FDGD FRP R advento das RONDAS ESPECIAIS!
  47. 47. 46 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS ESTATÍSTICA Épatente que as forças poli- ciais no Brasil estão inse- ridas em um contexto bastante complexo. Apesar de a segurança pública ser dever do Estado, di- reito e responsabilidade de todos, como reza nosso texto constitu- cional, ainda se veem, repetidas vezes, aquelas serem remetidas como responsáveis exclusivas pela problemática nacional. Os indicadores sociais como educação, saúde, qualidade de vida, renda per capta, índice de desenvolvimento humano (IDH), entre outros, são baixíssimos e H[HUFHP LQÀXrQFLD GLUHWD QD VHJX UDQoD S~EOLFD WHQGR FRPR UHÀH[R o direcionamento da atividade po- licial para atendimento de deman- das de toda natureza. No Estado da Bahia, esse panorama social não é diferente, sendo que, atualmente, a análise criminal e a avaliação dos dados estatísticos seguem o que é es- tabelecido pelo programa Pacto pela Vida, do Governo do Estado, cujo foco é a redução dos índices de Crimes Violentos Letais Inten- cionais (CVLI) e Crimes Violen- tos Contra o Patrimônio (CVP). Tais dados são de fundamen- tal importância para as Companhias Independentes de Policiamento Tático (CIPTs) e requerem aten- ção especial para o planejamento e emprego do policiamento pauta- do na Doutrina de Patrulhamento Tático, que visa à atuação precípua QR FRPEDWH DR WUi¿FR GH GURJDV H os seus crimes conexos, que contri- EXHP VLJQL¿FDWLYDPHQWH SDUD PD joração do CVLI e do CVP . Os impactos diretos na re- dução de tais indicadores estatísti- cos na área de atuação da Rondesp Sul são cabalmente perceptíveis, a exemplo do município de Eunápo- lis-BA, onde houve sensível redu- ção dos índices supramencionados, num comparativo entre o antes e depois da criação e implementação do 5° Pelotão desta Unidade de Po- liciamento Tático, em 18/11/2016. Ademais, a estatística de produtividade da Rondesp Sul, se- gue o viés da sua atuação operacio- nal, com foco precípuo nas ocor- rências que têm como resultado a SULVmR HP ÀDJUDQWH DSUHHQVmR GH armas e drogas, recuperação de ve- ículos, dentre outros crimes. Nota 1: Foram registrados os dados absolutos de produtividade operacio- nal da Rondesp Sul de 01/01/2016 a 30/06/2018. Considera-se o ano de 2016 como o marco inicial para o registro de dados estatísticos da Unidade.
  48. 48. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 47 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Nota 2: No comparativo entre 2016 e 2017, obser- va-se uma maximização da produtividade, com al- guns dados aumentados em mais de 300%, resulta- do do incremento do efetivo, que passou de 63 para 115 policais, realização de 02 (duas) Instruções de Nivelamento de Conhecimento (INCs); chegada de 04 (quatro) Viaturas, totalizando 06(seis) operacio- nais e 01 (uma) despadronizada; implementação do Setor de Operações de Inteligência (SOInt), e a criação de 5º Pelotão/Eunápolis. Nota 3: Aumento da produtividade no pri- meiro semestre do corrente ano, de 01/01 a VHQGR UHÁH[R GD LPSOHPHQWDomR do Programa “Boas Práticas do Comando de Operações PM (COPPM)”, e a criação do Ranking Operacional no âmbito da Ron- desp Sul, na qual foram estabelecidas metas individuais e coletivas a serem alcançadas, e respectivas premiações aos policiais. Nota 4: Com a criação do 5º Pelotão/Eu- nápolis, em 18/11/2016, além do aumen- to da produtividade operacional interna, ÀFRX SDWHQWH D UHGXomR GRV LQGLFDGRUHV de CVLI e CVP na cidade, conforme HYLGHQFLD R JUiÀFR
  49. 49. 48 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Atividades Desenvolvidas na Rondesp Sul
  50. 50. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 49 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Visando à otimização das ações de patrulhamento tático, prin- cipalmente em cumprimento de mandados judiciais e ações plane- jadas de abordagens a coletivos e apoio a outros órgãos, a Rondesp Sul implantou, em 16/10/2017, o Grupamento de Operações com Cães da Unidade. 7HQGR XP R¿FLDO FRPR FL notécnico na coordenação das atividades, o canil conta, inicial- mente, com 01 (um) cão da raça labrador em processo de inicia- ção nas atividades de faro de entorpecentes e outros cães em fase de seleção. A estrutura atual das ins- talações do canil conta com 03 (três) boxes adaptados para ma- nuseio dos caninos, com dormi- tório, área de sol e área de sol- tura, além de sala de guarda de equipamentos técnicos da ativi- dade e um painel de faro. Os resultados desta ino- vação deverão, em breve, trazer VLJQL¿FDWLYRV UHVXOWDGRV QD RWL mização do emprego tático da Rondesp Sul, sendo mais uma ferramenta hábil à disposição da atividade de patrulhamento tático de competência da Unidade. Implantação do Canil Buscando a melhoria da qualidade de vida e a afe- rição constante da saúde e con- dicionamento físico do policial militar, a Rondep Sul realiza, semestralmente, Testes de Ap- tidão Física (TAFs) com todo o efetivo da Unidade. Os testes são precedidos de exames médicos regula- mentares e emissão de relatório cardiológico por médico espe- cialista, sendo realizados nor- malmente nos meses de março e agosto de cada ano. Compõe-se de três etapas em que são avaliadas as ativida- des motoras de potência mus- cular de membros superiores através da realização de barras ¿[DV WHVWH GH IRUoD H UHVLVWrQFLD muscular abdominal, com exe- TAF Semestral cução de exercícios abdominais e corrida de 2400m em menor tempo de execução possível. To- dos os exercícios são realizados em conformidade com os pro- tocolos do TAF tipo B e regula- mentações da Portaria nº 166 de 2005 da PMBA.
  51. 51. 50 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Visando à melhoria da qualida- de física da tropa, desde 2015, a Rondesp Sul vem desenvolven- do atividades físicas baseadas nas técnicas de exercícios funcionais, programa de treinamento de força e condicionamento geral que pro- porciona a mais ampla adaptação ¿VLROyJLFD SRVVtYHO SDUD TXDOTXHU tipo de pessoa; gerando, assim, uma maior otimização de todas as valên- cias físicas, a exemplo da resistên- cia cardiorrespiratória, resistência PXVFXODU IRUoD ÀH[LELOLGDGH SR tência, velocidade, coordenação, agilidade, equilíbrio e precisão. Esse é o principal método de treinamento de força e condiciona- mento físico usado por militares e DWOHWDVSUR¿VVLRQDLVHPWRGRRPXQ do, primando pelo desenvolvimen- to de capacidades físicas essenciais às atividades desenvolvidas pelos operadores de segurança pública. Cross Rondas Núcleo Evangélico Em virtude da natureza do serviço policial militar, sobretudo, o tipo de atividade desenvolvida pela Rondesp Sul , em que atua no patrulhamento tático em missões de complexidade e riscos ine- UHQWHV j SUR¿VVmR ID]VH QHFHVViULR XP FRQVWDQWH DSULPRUDPHQWR técnico, tático e físico do efetivo, sendo tão importante quanto o su- porte espiritual, proclamado através da palavra de Deus. 1HVWH VHQWLGR HP GH PDUoR GH IRL R¿FLDOPHQWH FULD do o Núcleo Evangélico da Rondesp Sul. Composto inicialmente por 08 (oito) policiais - atualmente com 16 (dezesseis) e crescendo - o núcleo tem como missão prioritária a adoração ao Senhor e a pro- fetização da Sua palavra para os policiais da Unidade e convidados nos cultos realizados da sede da CIPT-S. O primeiro culto ocorreu no dia 18.05.2018 e se tornou um PDUFR GH JORUL¿FDomR D 'HXV QD VHGH GD XQLGDGH IDWR TXH VHUYLX para fortalecer o propósito de anunciação da mensagem de Cristo, bem como, o suporte espiritual aos rondespianos que todos os dias A partir de 2017, em parce- ria com o Centro de Treinamento (CT) FMC, atualmente CT SU- PERAÇÃO, passou a desenvolver atividades funcionais baseadas na PHVPD ¿ORVR¿D GH WUHLQDPHQWR voltadas à potencialização da pre- paração física do efetivo. Os treinos aconteciam 2 (duas) vezes na semana, passando, em 2018, a 3 (três) dias semanais, sendo acrescido um dia de ativi- dades. Deste então, a atividade vem sendo aprimorada com resul- WDGRV VLJQL¿FDWLYRV QD TXDOLGDGH de vida e saúde do efetivo. Nesse sentido ainda, tem sido buscado gradativamente a melhoria do espaço de atividades físicas da Unidade, realizando-se a aquisição de materiais e meios voltados à melhor aplicação das técnicas e obtenção dos resulta- dos esperados.
  52. 52. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 51 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Patrulheiro Mirim Asociedade em que o contexto da ação policial está inserido é cada vez mais afetada com a desigualdade e as péssimas condições de vida e dignidade humana, ten- do, muitas vezes como única presença do Estado em suas comunidades a força repressiva policial. Buscando uma política de aproximação e des- construção de imagens por vezes negativas incutidas na mente de muitas pessoas e visando contribuir com a formação moral e cívica dos cidadãos, a Rondesp Sul vem, desde o ano de 2017, desenvolvendo um projeto denominado Patrulheiro Mirim, em que es- colas localizadas em zonas de risco e que atendem crianças carentes são convidadas a visitar a sede da unidade policial, passando um dia inteiro em intera- ção e aproximação com a Polícia Militar. Nessas visitas, os alunos participam do ato de hasteamento do Pavilhão Nacional em conjunto com a tropa formada, reconhecendo a simbologia da bandeira do Brasil e dos valores cívicos e militares e em seguida são apresentados aos equipamentos e meios de traba- lho da Polícia Militar, bem como podem manusear al- guns equipamentos, embarcar e passear na viatura da 5RQGHVS $LQGD VmR VXEPHWLGRV D R¿FLQDV YLYHQFLDLV em grupo, interagindo com o policial como membros de suas equipes e podem tirar dúvidas e quebrarem os SUHFRQFHLWRV IRUPDGRV $R ¿QDO WRGRV RV DOXQRV UHFH EHP XP FHUWL¿FDGR GH 3DWUXOKHLUR 0LULP GD 5RQGHVS Sul e Amigo da Polícia Militar. O projeto Patrulheiro Mirim, que atualmente se en- contra em fase de construção formal, visa atender o maior número possível de comunidades carentes da região em que a Rondesp Sul atua, promovendo a interação e apro- ximação positiva entre polícia e comunidade. Nesta perspectiva, a Rondesp Sul, exercendo uma de suas vertentes de trabalho, que é também a prevenção e, consequentemente, o estreitamento da UHODomR WmR VLJQL¿FDWLYD SDUD R VHU D¿P YHP SURPR vendo essa parceria contínua entre comunidade e a polícia, imbuída, assim, na construção de uma cor- UHQWH GR EHP ¿ORVR¿D GLVVHPLQDGD SHOR RPDQGR GD Polícia Militar e acolhida por seus subordinados por perceberem a importância dessa ação. não medem esforços para melhor servir à sociedade, mesmo com o risco da própria vida. Atualmente os cultos acon- tecem quinzenalmente, a partir das 8h30, na base da Rondesp Sul , lo- cal onde os policiais podem, jun- tos, agradecer a Deus por todas as bênçãos derramadas sobre a vida de todos e podem clamar, pedindo auxílio divino no dia-a-dia da ati- vidade, fortalecendo a passagem da oração do patrulheiro tático ao H[SOLFLWDU ³3DUD TXH R PDO VXFXP ba diante de nós, Amém!”.
  53. 53. 52 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS O Jiu Jitsu na Rondesp Sul Em julho de 2014, com a realização de uma ins- trução de defesa pessoal na Academia Alliance, ministrada pelo professor Alexandre Martins e in- termediada pelo 1º Sgt PM Rafael Neves Barbosa, a maioria dos integrantes da Rondesp Sul puderam ter o primeiro contato com o Jiu Jitsu, arte marcial de raízes japonesas e com base de desenvolvimento eminentemente brasileira. Levando em consideração que o treinamen- to constante sempre foi a primazia da Rondesp Sul em toda a sua existência, no sentido de aper- feiçoar e aumentar o leque de habilidades de seus integrantes no combate diário à criminalidade; de imediato, os treinos de Jiu Jitsu foram imple- mentados no quartel, onde os senseis Alexandre Martins e Diego Almeida, faixas pretas da arte, começaram a ministrar aulas durante três vezes na semana na sede da Unidade. 'LDQWH GD H¿FiFLD GD DUWH VXDYH HP LPREL lizar tecnicamente seu oponente, evitando, assim, excessos e falhas policiais, aliada a uma melhoria FDUGLRYDVFXODU VLJQL¿FDWLYD D DGHVmR SHORV SROLFLDLV da Rondesp Sul foi maciça e os treinos eram quase sempre com o tatame cheio. Atualmente, os treinos continuam sendo desenvolvidos e as aulas estão sen- do ministradas pelo Sd 1ª Cl PM Silvio Santos Silva, faixa roxa de Jiu Jitsu. A partir de então, o Jiu Jitsu tornou-se um es- porte admirado e praticado pelos integrantes da tropa, de modo a surgir a ideia de organizar um campeona- to, a princípio, apenas com atletas da Unidade, even- to esse realizado no ano de 2015, na sede da Aca-
  54. 54. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 53 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS demia Alliance de Itabuna-BA, GHQRPLQDGR GH ³3ULPHLUR 'HVD¿R Rondesp Sul de Jiu-Jitsu”. Já em sua segunda edição, o campeonato foi realizado no giná- sio de esportes da Ceplac durante a semana de aniversário da Rondesp Sul , no mês de julho de 2016, aber- to para policiais militares de toda a Bahia. Devido à grande repercus- são do evento em toda a Corpora- ção, pelo fato de integrar policiais militares de todo o Estado e da importância do Jiu Jitsu na ativi- GDGH SROLFLDO R ³'HVD¿R 5RQGHVS Sul de Jiu-jitsu” já se tornou uma UHDOLGDGH QR FDOHQGiULR R¿FLDO GD PMBA, pioneiro na esfera da segu- rança pública no Estado da Bahia. Em 2017, dando continui- dade à tradição já posta, o 3º De- VD¿R 5RQGHVS 6XO GH -LXMLWVX IRL realizado nos mesmos moldes do ano anterior, porém com adesão superior e com participação de academias diversas da região sul, com árbitros e acompanhamento do evento compondo a torcida e staff dos atletas, sendo ainda arre- cadados, como ingresso, alimen- tos para doação. Em geral, a competição conta com uma média de 50 participantes, o que certamente aumentará em sua 4ª edição no ano de 2018, uma vez que será aberto para todos os agen- tes de segurança pública, incluindo as Polícias Federal, Civil, Rodovi- ária Federal, integrantes das Forças Armadas e Guardas Municipais, de modo a tornar uma excelente fer- ramenta de integração e promoção da prática de atividade física. É im- portante salientar que, desde que o evento foi aberto para outras Unida- desdaPolíciaMilitar,aRondespSul levou o troféu de equipe campeã em todas as edições, e nesse ano do 5º aniversário da Rondesp Sul , não ha- verá de ser diferente. Oss!
  55. 55. 54 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS 'HVDÀR Patrulheiro de Aço Oprojeto “DESAFIO PA- TRULHEIRO DE AÇO” fora desenvolvido em 2016, por ocasião da comemoração do 3º aniversário da Rondesp Sul, com o intuito de realizar uma prova que representasse o espírito da espe- cialidade a qual a CIPT-S realiza o Patrulhamento Tático. Para tan- to, fora levada em consideração as variadas valências que compõem essa atividade, na esfera física, psicológica e técnica, através de VXDV HWDSDV FRPSRVWDV SRU
  56. 56. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 55 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS ‡ 1- Travessia de 400m a nado, em um dos mais EHORV FDUW}HV SRVWDLV GD FLGDGH GH ,OKpXV%$ D Baía do Pontal; ‡ 2- Corrida de 7km; ‡ 3- Execução de Barras Fixas; ‡ 4- Prova deArmamento e Tiro Tático. 1mR REVWDQWH DV GL¿FXOGDGHV GDV HWDSDV VX pracitadas, a prova é realizada com o uniforme operacional da OPM (Uniforme B2), o que se torna XP IDWRU GL¿FXOWDGRU SDUD VXD H[HFXomR 7DPDQKD a expressividade do projeto, que ao tomar conhe- cimento, através das mídias televisivas, o Excelen- tíssimo Senhor Comandante-Geral determinou que o projeto fosse estendido para as demais OPMS da corporação. Sendo assim, na edição de 2018, o GHVD¿R VHUi DEHUWR jV GHPDLV 5RQGHVSV H D LD GH Patamo (BPChq), unidades as quais realizam o Pa- trulhamento Tático na PMBA. A prova conta com premiação individual e por equipe, sendo que a todos os combatentes que FRQFOXtUHP R GHVD¿R VHUOKHi FRQIHULGR R WtWXOR “PATRULHEIRO DE AÇO”.
  57. 57. 56 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  58. 58. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 57 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Atualmente, é notório o quanto as mídias sociais estão pre- sentes na vida das pessoas. Todos os dias, milhões de usuários se co- nectam a essas ferramentas, para se comunicarem de forma rápida, enviando e recebendo conteúdos, informações, atualizando notícias ou, simplesmente, interagindo com os quatro cantos do mundo. Atenta a esse cenário, a Ron- desp Sul buscou desenvolver sua SiJLQD SUR¿VVLRQDO GHQWUR GDV UH des sociais mais utilizadas nos dias de hoje, como forma de aproximar- -se ainda mais do público simpáti- co à atividade. Assim, a Unidade busca veicular conteúdos ligados j URWLQD SROLFLDO PLOLWDU WDLV FRPR treinamento e capacitação da tropa, publicação de ocorrências, campa- nhas operacionais em que a Com- panhia foi empregada, bem como interage com os seus seguidores, os quais dão sempre um feedback positivo, postando comentários, parabenizando o desempenho e va- lorizando o trabalho que tem sido desenvolvido. Hoje, a Rondesp Sul pos- sui uma Fanpage no Facebook e XPD FRQWD R¿FLDO QR Instagram, os quais somam quase 15.000 se- guidores, além de vídeos publica- dos no Youtube com aproximada- mente 50.000 mil visualizações. Aliada a essas ferramentas, foi desenvolvido através do aplica- tivo de mensagens WhatsApp, o DISK DENÚNCIA da Rondesp Sul, com o lema “junte-se ao combate”, convocando as pesso- as a colaborarem com informa- ções na luta contra o crime. Com esse recurso ampla- mente divulgado nos blogs do sul e extremo sul do Estado, a CIPT-S tem melhorado ainda mais os seus serviços, realizan- do diversas apreensões por conta de informações passadas através desse mecanismo. Foi nesse con- texto, que o site ARATU ONLI- NE, no ano de 2017, em uma de suas edições, publicou uma ma- téria destacando positivamente a Companhia, citando-a como or- ganização policial de referência na utilização das mídias sociais no Estado Bahia. Nossas Mídias Sociais 73 99861-9427 Rondespsul Rondesp Sul Rondespsuldenuncia@gmail.com KWWSDUDWXRQOLQHFRPEUQRWLFLDVQDUHGHFRPGLUHLWRDÀOWURQDVIRWRVSPXVDLQVWDJUDPSDUDGLYXOJDU -apreensao-de-drogas-e-armas/
  59. 59. 58 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS “Grandes lembranças desta briosa Companhia pairam pela minha vida, e que se tornou um marco mais que especial. Devo FRQIHVVDU R PHX RUJXOKR SUR¿VVLRQDO SHOD oportunidade de ter contribuído com esta Unidade, principalmente em auxiliá-la nos primeiros passos, e hoje, vislumbrar a gran- de OPM que vem se tornando, ao reverberar os princípios e valores de nossa PMBA. A experiência de ter passado por esta Compa- nhia, está cravada em minha vida, como um brevê ou medalha que se ostentam para nun- ca mais se esquecer.” Maj PM Gilson Marinho Santos 1º Comandante “Ter sido peça na fundação da Rondesp Sul exigiu coragem para superar inúmeros obstáculos; força para, juntos, nos tornar- mos uma família; fé, para que, contando com o Deus Altíssimo, pudéssemos alcan- çar o objetivo de formatar uma Unidade de excelência, com uma tropa aguerrida e dedicada. Ao Meu Deus, toda honra; ao Capitão PM Viroli, meu comandante, e aos tenentes Cléber Assis e Wesley Simões, sempre ombreados comigo, a maior grati- dão e minha incondicional amizade.” 1º Ten PM Igor dos Santos Franco INC Salvador-2016 “Rondesp Sul, a primogênita do poli- ciamento tático no interior da Bahia, no dia 03/07/2016, adentrei nesta OPM que é um FHOHLUR GH JUDQGHV SUR¿VVLRQDLV RQGH D EXVFD incessante pelo conhecimento e instrução da tropa são princípios basilares. É importante sa- lientar que o espírito de camaradagem, respei- to e união fazem parte da rotina dos milicianos GD 5RQGHVS 6XO 3RVVR D¿UPDU FRP YHHPrQFLD que foi um divisor de águas em minha carrei- ra e levarei todos os ensinamentos para toda a minha vida. Sendo assim, quero agradecer a todos e que Deus os abençoe sempre.” 1º Ten PM PauloAugusto de Santana Filho 3ª INC “A CIPT-S foi uma unidade na qual tenho comoescola,emmuitossentidos.Escolanoque diz respeito à técnica policial e modo de atua- ção; Escola de como desenvolver um convívio GH FDPDUDGDJHP$¿QDO GH FRQWDV µ4XHP VRX eu sem meus irmãos?!’. Para que o mal sucum- ba para sempre, diante de nós!” 1º Ten PM CléberAssis Ribeiro 1º CPATAMO-2016 Memórias dos Ex-Combatentes
  60. 60. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 59 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS Deus me deu a graça de fazer parte dessa honrosa família Rondesp Sul. Estar nesta unidade foi uma grande conquista na minha caminhada na instituição, onde, contei, em todos os momentos na ativa, com a com- SUHHQVmR H D FRQ¿DQoD GH PHXV FRPDQ dantes, pares e subordinados com os quais tive a oportunidade de trabalhar, mostrando sempre solícitos e prestativos. Nessa tive o privilégio e a satisfação de servir, oportuni- zando-me a plantar uma semente, a qual foi brotando aos poucos e hoje faço a colheita dos frutos com muito orgulho e gratidão, SRLV PHVPR HVWDQGR QD UHVHUYD VRX DFROKLGR SHORV R¿FLDLV SDUHV H VXERUGLQDGRV TXH YLHUDP D ID]HU parte da unidade, mesmo após a minha reserva. Rondesp Sul, uma família, uma benção de Deus em minha vida; amor que não se mede. RONDAS ESPECIAIS. 1º Sgt PM RR Antônio Roberto Santos Ramos / 2ª INC Primeiro policial lotado na Rondesp Sul a passar para reserva remunerada O Espírito de Pertencimento “Estar na Rondesp Sul é motivo de muito orgu- lho para mim, algo que sempre almejei desde que entrei na Corporação, pois são realizados treina- mentos e cursos constantes, mantendo um padrão de excelência e aprimoramento em suas ações. Elementos essenciais para que, juntamente com meus colegas, eu pudesse atuar na proteção da sociedade. Além disso, sinto-me muito honrado em presenciar toda essa estrutura atual se tornar realidade, desde sua fundação, de modo que con- sidero a Unidade como minha segunda família.” 1º Sgt PM Rafael Neves Barbosa / 1ª INC “O sentimento de trabalhar em uma uni- dade que represente muito mais do que um ambiente de trabalho é sensacional. Pertencer à Rondesp Sul é ter o privilégio de ter uma família, onde se compartilha não só o sentimento de missão e propó- VLWR GD SUR¿VVmR FRPR WDPEpP D SUiWLFD de cuidado com a saúde. É imensurável a honra de poder contribuir para que a Ron- desp Sul mantenha a excelência no ser- viço operacional, conquistando cada dia PDLV RV REMHWLYRV GH¿QLGRV´ Sd PM Edezio Barbosa Souza / 3ª INC
  61. 61. 60 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS “A Rondesp Sul tornou-se uma re- ferência em policiamento tático em toda sua área de atuação desde a sua criação. Fazer parte de uma unidade com tamanhos requisitos agregou imensuráveis valores na minha car- reira policial militar!” Sd PM José Marcelo dos Santos / 2ª INC “A Rondesp Sul simboliza uma inovação táti- ca no âmbito da PMBA. Para mim, pertencer à Rondesp Sul foi o ápice da minha carreira SUR¿VVLRQDO 6y WHQKR D DJUDGHFHU D 'HXV ´ Sd PM Clebson Santos da Silva / 2ª INC “Decidido em servir à sociedade, carente de segurança, encontrei na Rondesp Sul um modelo ideal. Homens destemidos, empe- nhados em capacitar-se e com desejo pro- fundo de oportunizar outros combatentes a beber da mesma fonte. Estes são os RON- DAS, hoje sou um deles”. 1º Sgt PM Fábio Santos Meireles / 4ª INC “A Rondesp Sul representa FA- MÍLIA, cuidado, atenção, união, camaradagem, bem como valores SUR¿VVLRQDLV HVVHQFLDLV FRPR D pWL ca, a honra e a honestidade, e é com orgulho que vibro por ser o Rondes- piano n°101 da IV INSTRUÇÃO DE NIVELAMENTO E CONHE- CIMENTO 2017. RONDAS!” 1º Ten PM Davidson Neres dos Santos / 4ª INC “Pertencer à Rondesp Sul é ter a satisfação e a certeza do dever cumprido após cada missão, é sa- ber que o reconhecimento é notó- rio e que todos juntos, através do melhor de cada um, levará o nome Rondesp Sul a todos os rincões da nossa área de atuação.” Sd PM Emerson Torquato da Silva / 3ª INC “Rondesp Sul , sinônimo de aprendizado, batalha, conquistas, evolução. Capítulo da vida escrito por Deus através de homens fortes de honra e de fé, que formam uma família, da qual me orgulho em pertencer. RONDAS ESPECIAIS!” Sd PM Marcos Rogério de Jesus Linhares / 1ª INC “Tenho muito orgulho em pertencer à Rondesp Sul, pois adquiri, aqui, conhecimentos e ami- zades que levarei para o resto da minha vida.” 1º Sgt PM Valter de Oliveira Gonçalves / 1ª INC
  62. 62. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 61 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  63. 63. 62 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  64. 64. Para que o mal sucumba para sempre diante de nós ! | 63 REVISTA RONDESP SULCOMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS
  65. 65. 64 | Rondas Especiais REVISTA RONDESP SUL COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLICIAMENTO TÁTICO SUL | REVISTA COMEMORATIVA 5 ANOS EXPEDIENTE Maj PM Telmo Carvalho do Espírito Santo Supervisão Geral Cap PM Marcos Paulo Melo Viroli Direção de Edição/Textos Cap PM Roberto José da Silva Coordenação Operacional/Textos Cap PM Tiago Mesquita Matos da Paz Coordenação Financeira/Textos 1º Ten PM Wesley Simões Cruz Secretário/Textos EQUIPE TÉCNICA 1º Ten BM Uilson Ferreira Damião Revisão Textual Sd PM Weslei José dos Santos Júnior 'HVLJQ JUi¿FR Néviton dos Santos Araújo Diagramação Sub Ten PM Ricardo dos Santos Silva / E 30 0DUFRV 9LQtFLXV 6DQWRV %RQ¿P Suporte Operacional TEXTOS 1º Ten PM Davidson Neres dos Santos 1º Ten PM Camilo Souza Santos 1º Ten PMAlbérico Oliveira da Silva Júnior 1º Ten PM Thiago Santos Oliveira da Silva 1º Ten PM PauloAfonso de S. Santana Segundo 1º Sgt PM Rafael Neves Barbosa Sd PM Fábio Rodrigo de Jesus Góes Sd PM Éder dos Santos Silva IMAGENS Sd PM José Marcelo dos Santos Sd PM Péricles Paulo Campos de Souza Sd PM Adriano Santos Blohem
  66. 66. PMBA SUL PMBA 4

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