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Portefólio de
               História
Disciplina - História A

Andreia Pacheco ((:
Módulo 5
O liberalismo- ideologia e
revolução, modelos e práticas nos séculos
XVIII e XIX
Unidade 4
A implantação do liberalismo em Portugal
4.1 Antecedentes e conjuntura da Revolução
            Liberal portuguesa (1808-1810)
         A expansão interna dos idea...
As invasões francesas e a dominação inglesa
                     em Portugal .
       Entre 1807 e 1811, Portugal foi alv...
O agravamento da situação económica e o
          desencadear da Revolução .
   Fuga da família real para o Brasil, que a...
4.2 A Revolução de 1820 e as dificuldades de
             implantação da ordem liberal
              A revolução de 24 de ...
   Pôs fim aos princípios do Antigo Regime:
   Abolição da dízima eclesiástica;
    Abolição das prestações feudais;
 ...
A constituição de 1822 e o “vintismo”.

    Terminada em Setembro, foi jurada pelo Rei;
    Estipulava os direitos e dev...
A oposição ao liberalismo
   Oposição de membros da família real à Constituição de
    1822, jurada pelo Rei D. João VI;
...
A revolução liberal




                                                                Fig.9 D. Pedro


                 ...
A Carta Constitucional de 1826
    Não afirmava a soberania nacional;
     Concedia ao Rei o poder moderador;
    Estip...
A guerra civil

                             Proposta de casamento de D. Miguel
                              com D. Mari...
A guerra civil
      Reorganização do Estado e perseguição aos liberais.
       Fuga dos liberais para a Terceira, forma...
A guerra civil

   Lutas liberais absolutistas (D. Pedro / D. Miguel).
   Convenção de Évora Monte
   Exílio de D. Migu...
4.3. O novo ordenamento politico, social e
                                    económico
                              A a...
O projeto Setembrista (1836-42)
   Levantamento popular iniciado pelos irmãos Passos, a 9 de
    Setembro de 1836, com o ...
O projeto setembrista

   O novo ministério, liderado pelo Conde de Lumiares: Sá da
    Bandeira na Fazenda e Passos Manu...
A constituição setembrista (1838)



   Inspiração da constituição de 22 e da carta de 26. As suas
    características fu...
O projeto Cabralista (1842-51 )

   A instabilidade criada durante a fase setembrista leva à
    atribuição da pasta da j...
O projeto Cabralista (1842-51 )

   Exerceu uma política ditatorial e repressiva, que conduziu a
    uma violenta guerra ...
Fim da Unidade 4
Webgrafia:
•http://erhos.cadernovirtual.net/?page_id=1899
•http://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C...
Unidade 5
O legado do liberalismo na primeira metade
do século XIX
5.1 O Estado como garante da ordem liberal; a
secularização das instituições; o cidadão, ator
                   politico
...
   Testemunho 1:
    Só a propriedade fornece o lazer indispensável á
    aquisição das luzes e á retidão do julgamento....
Fig.21 Adolphe Thiers   Fig. 22 Benjamin Constant
   Defensor dos direitos e das liberdades individuais, o
    Liberalismo reage contra qualquer forma de tirania política ...
5.2 O romantismo, expressão da ideologia liberal.
A revalorização das raízes históricas das nacionalidades e
             ...
Literatura                 Artes Plásticas               Música
Géneros:                       Pintura e escultura:     Se...
Fig.25 Almeida Garrett




                         Fig.26 Richard Wagner




                                            ...
Fim da Unidade 5
Webgrafia:
•http://diario-de-historia.blogspot.pt/2010/03/o-legado-do-
liberalismo-na-1-metade-do.html
•h...
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  2. 2. Módulo 5 O liberalismo- ideologia e revolução, modelos e práticas nos séculos XVIII e XIX
  3. 3. Unidade 4 A implantação do liberalismo em Portugal
  4. 4. 4.1 Antecedentes e conjuntura da Revolução Liberal portuguesa (1808-1810) A expansão interna dos ideais liberais o As ideias liberais difundiram-se em Portugal graças a um conjunto de fatores, dos quais se podem destacar: –A ação dos estrangeirados; –Exilados franceses ( fugidos do regime do Terror); –Exilados portugueses em França e Inglaterra; –Maçonaria; –A divulgação em cafés ,jornais ,panfletos … o Divulgados por todos estes meios, os ideais liberais, apelidados de jacobinismo (que designavam todos os simpatizantes do liberalismo), encontravam-se bem difundidos entre a elite intelectual portuguesa, bem como na boémia dos cafés e botequins da capital.
  5. 5. As invasões francesas e a dominação inglesa em Portugal .  Entre 1807 e 1811, Portugal foi alvo de três invasões francesas. Razões: Consequências: Bloqueio continental; Fuga da família real para o brasil; Politica francesa agressiva. Destruições e vandalismo; Governo entregue aos ingleses; Portugal reduzido a colónia; Abalo profundo na economia. Tab.1 Razões e consequências das três invasões francesas( de autoria própria) Fig.1 As invasões francesas em Portugal
  6. 6. O agravamento da situação económica e o desencadear da Revolução .  Fuga da família real para o Brasil, que assume a posição de metrópole (abertura dos portos ao comércio – 1808 e tratado comercial com Inglaterra (1810);  Dificuldades financeiras.  Governo de Beresford e agravamento das más condições económicas.  Conspiração de Gomes Freire de Andrade e formação do Sinédio. Fig.3 William Beresford Fig.4 General Gomes F. de Andrade
  7. 7. 4.2 A Revolução de 1820 e as dificuldades de implantação da ordem liberal A revolução de 24 de Agosto  Os revoltosos liderados pelo Sinédrio, saem à rua no Porto e declaram a independência face ao governo inglês;  A revolta segue para Lisboa, onde é criada a Junta Provisional do Reino (presidida por António da Silveira), com o fim de:  Terminar com a dominação inglesa;  Forçar D. João VI e a família real a regressar do Brasil;  Consolidar o novo governo, pondo fim ao Absolutismo e instaurando uma Monarquia Constitucional;  Preparar as eleições para as Cortes Constituintes (elaboração da Constituição).
  8. 8.  Pôs fim aos princípios do Antigo Regime:  Abolição da dízima eclesiástica;  Abolição das prestações feudais;  Extinção da Inquisição e da Censura;  Instituição da liberdade de ensino. Fig.5 Alegoria ao dia 24 de Agosto de 1820, no Porto.
  9. 9. A constituição de 1822 e o “vintismo”.  Terminada em Setembro, foi jurada pelo Rei;  Estipulava os direitos e deveres dos cidadãos;  Estabelecia a igualdade perante a lei;  Instituía a liberdade de pensamento e propriedade;  Garantia a soberania da nação e a separação tripartida de poderes. (Nomeia) Poder executivo Governo Rei (Ministros do estado) Poder legislativo (Elege) Eleitores Cortes ( deputados eleitos por dois ( Sufrágio direto com anos) restrições) Poder Judicial Tribunais Esq.1 Constituição de 1822 ( de autoria própria)
  10. 10. A oposição ao liberalismo  Oposição de membros da família real à Constituição de 1822, jurada pelo Rei D. João VI;  Instabilidade político-militar: a Vila Francada e a Abrilada; Divergências entre as fações liberais: vintistas e cartistas defensores de dois modelos constitucionais distintos;  Usurpação do poder por D. Miguel e restauração do absolutismo, provocando o exílio de liberais e o desencadear de conflitos militares entre liberais e absolutistas;  Conjuntura externa desfavorável à nova ordem liberal. Fig.6 D. João VI Fig.7 D. Miguel
  11. 11. A revolução liberal Fig.9 D. Pedro Independência do Brasil (1822)  Morte de D. João VI / sucessão ao trono  Abdicação de D. Pedro em favor de sua filha  Outorga da Carta Constitucional (1826) Fig.8 Carta Constitucional 1826, frontispício
  12. 12. A Carta Constitucional de 1826  Não afirmava a soberania nacional;  Concedia ao Rei o poder moderador;  Estipulava os direitos e deveres dos cidadãos;  Estabelecia a igualdade perante a lei;  Instituía o bicameralismo;  Garantia a separação de poderes. (Nomeia) Poder executivo Governo (ministros do Rei estado ) Poder moderador Eleitores ( sufrágio Rei censitário) (Nomeia) ( elege) Poder legislativo Camara dos pares ( Camara dos deputados ( hereditário e vitalício) eleitos por dois anos) Poder judicial Tribunais Esq.2 Constituição de 1826 ( de autoria própria)
  13. 13. A guerra civil  Proposta de casamento de D. Miguel com D. Maria e juramento da Carta.  Regresso de D. Miguel e restabelecimento do Absolutismo.  Convocação das cortes à maneira tradicional. Fig.10 Representação da Guerra Civil Fig.11 D. Miguel
  14. 14. A guerra civil  Reorganização do Estado e perseguição aos liberais.  Fuga dos liberais para a Terceira, formando o núcleo de resistência.  Regresso de D. Pedro à Terceira e desembarque no Mindelo (Porto).  Cerco do Porto. Fig.14 Desembarque do Mindelo Fig.13 Estátua de D. Pedro IV, Porto
  15. 15. A guerra civil  Lutas liberais absolutistas (D. Pedro / D. Miguel).  Convenção de Évora Monte  Exílio de D. Miguel / morte de D. Pedro.  Entrega do trono a D. Maria II. Fig.15 Lutas liberais absolutistas
  16. 16. 4.3. O novo ordenamento politico, social e económico A ação reformadora de Mouzinho da Silveira :  Ministro da Fazenda e da Justiça, promulgou a liberalização da propriedade agrária e da economia, estabelecendo uma legislação a favor da Burguesia.  Aboliu os velhos direitos senhoriais:  Abolição dos morgadios com rendimentos inferiores a 200.000 reais; Revogação de doações dos bens da coroa;  A abolição da dízima eclesiástica;  Extinção das sisas, exceto em vendas ou trocas de bens de raiz do dízimo eclesiástico e dos forais;  Supressão do direito exclusivo da Companhia dos Vinhos e do Alto Douro;  Supressão do pagamento das portagens. Fig.16 Mouzinho da Silveira
  17. 17. O projeto Setembrista (1836-42)  Levantamento popular iniciado pelos irmãos Passos, a 9 de Setembro de 1836, com o objetivo de repor a Constituição de 22;  O movimento defendia a supremacia da soberania popular e a consolidação da liberdade; defesa da ordem pública e da legalidade constitucional;  a reorganização da fazenda e a reforma da administração pública, bem como o desenvolvimento económico: agricultura, comércio e indústria e a promoção do ensino. Fig.17 Passos Manuel
  18. 18. O projeto setembrista  O novo ministério, liderado pelo Conde de Lumiares: Sá da Bandeira na Fazenda e Passos Manuel no reino, governou até à convocação de novas Cortes Constituintes:  Alargou a representação burguesa; Promoveu o ensino;  Estipulou a liberdade de pensamento e de imprensa;  Protegeu o comércio e fomentou o desenvolvimento colonial;  Concedeu linhas de crédito às empresas e incentivou a criação de associações;  Desenvolveu uma política de austeridade financeira. Fig.18 Sá da Bandeira
  19. 19. A constituição setembrista (1838)  Inspiração da constituição de 22 e da carta de 26. As suas características fundamentais são:  o princípio clássico da separação tripartida dos poderes (1822),  o bicameralismo das Cortes (Câmara dos Senadores e Câmara dos Deputados 1826),  o veto absoluto do rei.  Esta Constituição reafirma a soberania nacional (1822), restabelece o sufrágio universal direto (embora censitário – 1826) e elimina o poder moderador.
  20. 20. O projeto Cabralista (1842-51 )  A instabilidade criada durante a fase setembrista leva à atribuição da pasta da justiça a Costa Cabral, que se torna o homem forte do governo;  Em 1842, Cabral lidera um golpe de estado que repõe a Carta Constitucional de 1826. Fig.19 Costa Cabral
  21. 21. O projeto Cabralista (1842-51 )  Exerceu uma política ditatorial e repressiva, que conduziu a uma violenta guerra civil:  A revolta da Maria da Fonte (1846) – conduz à saída de Cabral do governo;  A revolta da Patuleia (1847), concluída com a ajuda dos espanhóis (Convenção de Gramido).  Costa Cabral regressa mas, em 1851, um golpe idealizado por Alexandre Herculano e levado a cabo por forças setembristas depõe Cabral e institui a Regeneração (Fontes Pereira de Melo). Fig.20 Revolta de Maria da Fonte
  22. 22. Fim da Unidade 4 Webgrafia: •http://erhos.cadernovirtual.net/?page_id=1899 •http://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_portug uesa_de_1822 •http://sitiosdahistoria11.blogspot.pt/2010/02/4-implantacao-do- liberalismo-em.html •http://srec.azores.gov.pt/dre/sd/115152010600/depart/dcsh/ilp _ficheiros/frame.htm Bibliografia: Cadernos da História A5 2ª Parte
  23. 23. Unidade 5 O legado do liberalismo na primeira metade do século XIX
  24. 24. 5.1 O Estado como garante da ordem liberal; a secularização das instituições; o cidadão, ator politico No contexto das revoluções liberais nasce o liberalismo como uma ideologia política, económica e social que surgiu com a filosofia iluminista e as revoluções liberais- séculos XVIII e XIX- opõem-se ao absolutismo defendendo:  os princípios burgueses  a liberdade como objetivo final da sociedade em todas as suas formas: pensamentos, religião, política, associação, negócio, concorrência, etc.  a soberania da nação  os direitos individuais dos cidadãos  a igualdade perante a lei  a propriedade privada
  25. 25.  Testemunho 1:  Só a propriedade fornece o lazer indispensável á aquisição das luzes e á retidão do julgamento. Somente ela toma os homens capazes de exercerem os direitos políticos.  Benjamin Constant (1767-1830), Cours de Politique Constitutionelle  Testemunho 2:  Através da propriedade, Deus civilizou o mundo e conduziu o homem do deserto á cidade, da crueldade á doçura, da ignorância ao saber, da barbárie á civilização. Thiers, Sobre a Propriedade,1848 Doc.1 O direito á propriedade, segundo o liberalismo
  26. 26. Fig.21 Adolphe Thiers Fig. 22 Benjamin Constant
  27. 27.  Defensor dos direitos e das liberdades individuais, o Liberalismo reage contra qualquer forma de tirania política e económica. Do ponto de vista económico defende os princípios orientadores gerais de todo o liberalismo, predomínio da liberdade e iniciativa privada, liberdade de produção e concorrência com a teoria do fisiocratismo de Quesnay, defende a liberdade de concorrência e estabelecimento das leis da oferta e da procura defendidas por Adam Smith, o Estado devia ser o grande organismo coordenador e facilitador da iniciativa privada, não devendo intervir na atividade económica. Fig.23 François Quesnay Fig.24 Adam Smith
  28. 28. 5.2 O romantismo, expressão da ideologia liberal. A revalorização das raízes históricas das nacionalidades e exaltação da liberdade  O Romantismo é um movimento cultural que surgiu no século XIX.  Caracteriza-se pela sensibilidade, paixão, enaltecimento dos sentidos, relação entre o homem e a natureza, liberdade, instinto e irracionalidade, idealismo, fantasia e imaginação, busca do antigo e misterioso e pelo patriotismo.  Recusa os modelos clássicos contrapondo modelos individuais, valoriza o sentimento e os sentidos, a Idade Média, apresenta uma espiritualidade cristã e defende a pátria e os sentimentos de união que ela provoca. O romantismo, tantas vezes mal definido, é afinal de contas- e esta é a sua definição real – o liberalismo na literatura. (…) A liberdade na arte, a liberdade na sociedade, eis o duplo fim para o qual devem tender todos os espíritos consequentes e lógicos. (…) Esta voz alta e poderosa do povo , que se assemelha á de Deus, pretende, doravante, que a poesia tenha a mesma divisa que a politica: tolerância e liberdade. Doc.2 Romantismo e liberalismo
  29. 29. Literatura Artes Plásticas Música Géneros: Pintura e escultura: Sentimental e • poesia lírica e •Variedade temática; emocional ,oscilou bucólica; •Seu tratamento entre: •Crónica de viagens; emocional; •A expressão intima e •Romance sentimental; •Atualidade político- idílica; •Histórico; social da época; •A propensão para o •Teatro. •Carater interventivo; teatral, quase bélico Prosa ou poesia. •Diversidade de Linguagem musical: Defende ideias e execução técnico •Sinfonia- o poema causas a favor da formal; sinfónico liberdade, enaltece a •Expressão mais •Técnica instrumental natureza e o povo espontânea; simples e rústico. •Subjetividade •Herói do romantismo Na arquitetura: Foi um dos momentos literário: * ser sensível, •Revivalismos mais expressivos e ricos apaixonado, sonhador, historicistas da música ocidental. utópico, abnegado, … *ser injustiçado, solitário, incompreendido, Neomedievalismos fatalista, rebelde… Exotismos Tab.2 A explosão do sentimento na literatura, nas artes plásticas e na música ( de autoria própria)
  30. 30. Fig.25 Almeida Garrett Fig.26 Richard Wagner Fig.27 Eugène Delacroix
  31. 31. Fim da Unidade 5 Webgrafia: •http://diario-de-historia.blogspot.pt/2010/03/o-legado-do- liberalismo-na-1-metade-do.html •http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/o-Legado-Do- Liberalismo-Na-Primeira/226509.html •http://www.opusculo.com/pt/o-romantismo-em-portugal/ •http://www.biography.com/people/richard-wagner-9521202 Bibliografia: •Cadernos de História A5 2ª Parte
  • MileneMartin1

    Apr. 7, 2020
  • DianaNunes49

    Mar. 5, 2020
  • LeonorMartins13

    Feb. 21, 2020
  • helderandrade505

    Jun. 6, 2019
  • Ferragudo

    Feb. 22, 2017
  • marianaanes50

    Mar. 5, 2016
  • BiaLaranjo

    Jan. 26, 2016
  • amabylisousa

    May. 26, 2015
  • cristinacunha1004

    May. 16, 2015
  • saraleonardo

    Apr. 15, 2015
  • JooGonalves55

    Apr. 9, 2015
  • Fornosrl

    Apr. 1, 2015
  • CristinaLoureno3

    Mar. 23, 2015
  • BrunaGuedes4

    Mar. 9, 2015
  • fernandacalisto35

    Jan. 12, 2015
  • RitinhaMarujodeSousa

    Sep. 22, 2014

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