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Portefólio De história               Patrícia Pacheco
Módulo 4 A Europa nos séc XVII e XVIII –sociedade, poder e dinâmicas          coloniais.
Unidade 1População da Europa nosséculos XVII e XVIII: crises e      crescimento.
1.1 A regressão demográfica do século                  XVII• No século XVII fizeram-se sentir efeitos de  uma crise económ...
• Evolução demográfica:    Século XVI- Crescimento    Século XVII – Retrocesso    Século XVIII – Novo período de expans...
1.2 Principais fatores que provocaram a          recessão demográfica• Fatores que provocaram a regressão demográfica  do ...
1.3 Progressão demográfica e melhoria        das condições de vida• A partir de 1730 houve um novo comportamento  demográf...
• Este novo comportamento demográfico explica-se  através dos seguintes fatores:   Progressiva melhoria climática   Prog...
1.4 Uma nova demografia e crescimento         demográfico no século XVIII• Este novo comportamento  demográfico traduziu-s...
Unidade 2A europa dos estados absolutos e   a europa dos parlamentos.
2.1 Estratificação social e poder politico   nas sociedades do Antigo Regime
• A Europa Política e Social dos Séculos  XVII e XVIII:• Os Estados Absolutos  - Afirmação do poder do rei e dos  grupos p...
Estratificação social: organização dasociedade em estratos de acordo com uma hierarquia de posições sociais baseada em    ...
O Clero:• Funções religiosas• Dedicam-se ao ensino e à assistência• Possuem leis (foros) e tribunais próprios• Gozam de di...
A Nobreza:• Ocupam os cargos mais importantes na administração e no exército• Não pagam impostos• Possuem leis específicas...
O Terceiro Estado:• Não detêm nenhuns privilégios• Suportam, com o seu trabalho, todo o conjunto socialA Burguesia:• Desej...
As monarquias absolutas dos séculos XVII eXVIII resultam do desenvolvimento doprocesso de centralização do poder real.Todo...
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO ABSOLUTISMO• O rei estava desobrigado do respeito pelas leis• Ninguém podia obrigar o rei a exe...
Hugo Grotius, o defensor da liberdade dos mares• A Holanda conseguiu afirmar-se como a grande  potência europeia no fim do...
•  O debate entre nós e os Espanhóis incide  sobre os seguintes pontos: o mar imenso e sem  limites poderá ser pertença de...
A recusa do absolutismo na sociedade                   inglesa• Em Inglaterra o poder do rei foi limitado pelos  seus súbd...
Locke e a justificação do parlamentarismo• John Locke fundamentou o parlamentarismo de um  modo teórico. Segundo Locke, to...
Unidade 3 Triunfo dos estados e dinâmicaseconómicas nos séculos XVII e XVIII
3.1. Reforço das economias nacionais e tentativas de                 controlo do comércio;  o equilíbrio europeu e a dispu...
O mercantilismo holandês• Entre os holandeses, o desenvolvimento da  atividade mercantil esteve alicerçado pela  ação de u...
O mercantilismo inglês• O mercantilismo inglês era  fundamentalmente industrial e agrícola. A  política econômica inglesa ...
O mercantilismo espanhol• No mercantilismo espanhol, no século XVI não  foram muito desenvolvidos o comércio e a  manufatu...
O mercantilismo francês•    No século XVII, o mercantilismo estava fortemente    implantado no sistema econômico francês. ...
O conflito anglo-holandês
3.2. A hegemonia económica britânica:   condições de sucesso e arranque              industrial.
3.2. A hegemonia económica britânica:   condições de sucesso e arranque              industrial.1) Os progressos agrícolas...
• 2) O crescimento demográfico e a urbanização  (resulta de um desenvolvimento económico e de  uma migração para os centro...
• 4) O alargamento do mercado externo  Europa:  - os produtos ingleses impunham-se no continente  pela qualidade e pelo ba...
• 5) O sistema financeiro  - bolsa de valores (instituição financeira em que se  transacionam bens mobiliários)  - canaliz...
3.3 Portugal- dificuldades e        crescimento económico• Em Portugal, o mercantilismo surgiu no século XVII com  o Conde...
A paragem do desenvolvimento    manufatureiro e o desenvolvimento da                  viticultura• A paragem do desenvolvi...
A politica económica e social          pombalina
A prosperidade comercial de finais do            século XVIII
Unidade 4Construção da modernidade europeia
4.1 O método experimental e o   progresso do conhecimento do       Homem e da Natureza• A modernidade manifestou-se no dom...
Iniciadores da “nova era do       pensamento “
• Galileu Galilei     Filosofia mecanicista     Nova conceção queantecedeu a filosofia cartesiana
•Francis Bacon    Filósofo e estadista inglês   Autor de Novum Organum Ajudou no desenvolvimento do         método cien...
•René Descartes   Filósofo e matemático francês Autor da obra Discurso do Método         “ Corgito ergo sum “
4.2 A filosofia das Luzes• Iluminismo – Corrente filosófica que se  desenvolveu na Europa do século XVIII e  que se caract...
O Direito Natural e o valor do indivíduo:• O espírito e a filosofia das Luzes são  fundamentalmente burgueses;• O Iluminis...
O Contrato Social e a Separação dos Poderes• O filósofo inglês John Locke criou a ideia de um  contrato livremente assumid...
4.3 Portugal- O projeto pombalino      de inspiração iluminista
Fim
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História 11ºano ( matéria do 1º período)

  1. 1. Portefólio De história Patrícia Pacheco
  2. 2. Módulo 4 A Europa nos séc XVII e XVIII –sociedade, poder e dinâmicas coloniais.
  3. 3. Unidade 1População da Europa nosséculos XVII e XVIII: crises e crescimento.
  4. 4. 1.1 A regressão demográfica do século XVII• No século XVII fizeram-se sentir efeitos de uma crise económica acentuada, de uma turbulência politica e de frequentes tumultos sociais. Foi um tempo marcado pela fome, pela doença e pela guerra.
  5. 5. • Evolução demográfica:  Século XVI- Crescimento  Século XVII – Retrocesso  Século XVIII – Novo período de expansão• Fatores que provocaram a regressão demográfica do século XVII :  Crises de subsistência  Pestes e outras epidemias  Guerras
  6. 6. 1.2 Principais fatores que provocaram a recessão demográfica• Fatores que provocaram a regressão demográfica do século XVII :  Crises de subsistência  Pestes e outras epidemias  Guerras
  7. 7. 1.3 Progressão demográfica e melhoria das condições de vida• A partir de 1730 houve um novo comportamento demográfico com as seguintes características:  Recuo das crises demográficas  Taxa de mortalidade baixa em todas as faixas etárias  Esperança media de vida alta  População rejuvenescida  Natalidade alta
  8. 8. • Este novo comportamento demográfico explica-se através dos seguintes fatores:  Progressiva melhoria climática  Progressos técnicos e económicos  Desenvolvimento da medicina
  9. 9. 1.4 Uma nova demografia e crescimento demográfico no século XVIII• Este novo comportamento demográfico traduziu-se numa nova mentalidade.• Mentalidade esta onde se fortaleceu os laços de afetividade entre a família e onde surgiu a preocupação com a saúde e educação das crianças.• Thomas Malthus ficou conhecido pelosseus estudos sobre as populações humanas, defendendoque estas cresciam em progressão geométrica.• Ficou também conhecido por estudar as pos--sibilidades deste crescimento.
  10. 10. Unidade 2A europa dos estados absolutos e a europa dos parlamentos.
  11. 11. 2.1 Estratificação social e poder politico nas sociedades do Antigo Regime
  12. 12. • A Europa Política e Social dos Séculos XVII e XVIII:• Os Estados Absolutos - Afirmação do poder do rei e dos grupos privilegiados• Os parlamentos - Limitação do poder absoluto - Afirmação do poder de assembleias representantes da nação
  13. 13. Estratificação social: organização dasociedade em estratos de acordo com uma hierarquia de posições sociais baseada em critérios de natureza jurídica, social, económica ou ideológica.A cada estrato correspondem determinados direitos e deveres, privilégios e obrigações, atividades e funções.
  14. 14. O Clero:• Funções religiosas• Dedicam-se ao ensino e à assistência• Possuem leis (foros) e tribunais próprios• Gozam de diversos privilégios• Direito de asilo• Isenção de impostos e de prestação de serviço militar• Detêm uma enorme riqueza fundiária• Recebem a dízima (uma décima de produção nacional)O Alto Clero:• Desempenham cargos elevados na administração e no ensinoO Baixo Clero:• Responsável pelos serviços religiosos a nível local• Provinham de estratos sociais inferiores
  15. 15. A Nobreza:• Ocupam os cargos mais importantes na administração e no exército• Não pagam impostos• Possuem leis específicas• Cobram direitos senhoriais• Detêm enormes propriedades fundiáriasA Nobreza de Sangue ou de Espada:• Ligada à carreira das armas, ocupando os postos mais elevados do exército• Vivem junto à corte do rei, com o objetivo de angariar poder e privilégiosNobreza rural:• vive em dificuldades, pois está dependente dos seus rendimentosA Nobreza de Toga:• Constituída por homens de origem burguesa, formados em leis• Tornaram-se nobres em virtude das funções públicas que desempenham, fruto da centralização do poder e da burocratização do estado
  16. 16. O Terceiro Estado:• Não detêm nenhuns privilégios• Suportam, com o seu trabalho, todo o conjunto socialA Burguesia:• Desejosa por ascender socialmente• Composta por homens de letras, desempenhando altos cargos na administração ou exercendo profissões liberais (advogados, médicos, notários) e por grandes comerciantes, banqueiros e joalheiros.Pequenos proprietários de terras, pequenos artesãos e comerciantesCamponeses• Indivíduos sem terra própria• Homens dos ofícios• Vagabundos e mendigos
  17. 17. As monarquias absolutas dos séculos XVII eXVIII resultam do desenvolvimento doprocesso de centralização do poder real.Todos os poderes provenientes de Deuspertencem ao rei, não estando limitado porquaisquer outros poderes:• Faz, promulga e revoga as leis• Comanda o exército• É o supremo juiz• Chefia a administração pública• Recolhe os impostos
  18. 18. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO ABSOLUTISMO• O rei estava desobrigado do respeito pelas leis• Ninguém podia obrigar o rei a executar o que quer que fosse• O rei legislava sem partilhar esse poder• O rei usava a equidade, imparcialidade e misericórdia na aplicação da lei• A inteligência e a razão eram apanágio da autoridade real pelo que era vital incutir no rei um conjunto de virtudes e qualidades no uso do poderExaltação da pessoa do rei Formação da Sociedade de Corte:• Atrai à corte inúmeros funcionários e conselheiros da nobreza tradicional, seduzidos pela expectativa de uma mercê ou benesse real• O rei permitia a existência desta sociedade de corte pois possibilitava o controlo e a disciplina da nobreza
  19. 19. Hugo Grotius, o defensor da liberdade dos mares• A Holanda conseguiu afirmar-se como a grande potência europeia no fim do século XVI. Foi graças ao holandês, Hugo Grotius (1583-1645), o criador da legitimação da liberdade dos mares (Mare Liberum). Conseguiu acabar assim com a politica do Mar Clausum decidida no tratado de Tordesilhas em 1494 entre Portugal e Espanha. A Holanda, a partir do século XVII, começou a dominar o comércio oceânico passando por uma fase de prosperidade.
  20. 20. • O debate entre nós e os Espanhóis incide sobre os seguintes pontos: o mar imenso e sem limites poderá ser pertença de um só reino? Uma nação terá o direito de proibir às outras de vender, trocar ou entrar em relação com outros povos ? Uma nação poderá dar o que nunca lhe pertenceu ou descobrir o que pertencia já a outrem? Uma injustiça flagrante poderá tornar-se, com o tempo, um direito? Hugo Grotius; Mare Liberum, 1609
  21. 21. A recusa do absolutismo na sociedade inglesa• Em Inglaterra o poder do rei foi limitado pelos seus súbditos. O rei João Sem Terra foi forçado a aceitar um diploma que protegia os ingleses das injustiças do poder real e determinava a ilegalidade de qualquer imposto lançado sem o consentimento do povo (Magna Carta).• O absolutismo não foi aceite pelos ingleses. As tentativas de o implementar fracassaram sempre. Estas tentativas originaram revoluções que conduziram à execução de Carlos I, à deposição de Jaime II e à instauração de um regime republicano.
  22. 22. Locke e a justificação do parlamentarismo• John Locke fundamentou o parlamentarismo de um modo teórico. Segundo Locke, todos os homens "nascem livres, iguais e autónomos", por isso só com o consentimento de cada um é que pode vir um poder a que obedeçam. Esse poder trata-se de um género de contrato entre os governados e os governantes. A revolução de 1688 foi originada pelos governados que, uma vez que o poder depende deles, tinham o direito de se revoltarem contra os príncipes. A obra de Locke contribuiu para o prestigio do sistema parlamentar que mais tarde se consolidou. este sistema era considerado como um modelo de liberdade e um exemplo a seguir.
  23. 23. Unidade 3 Triunfo dos estados e dinâmicaseconómicas nos séculos XVII e XVIII
  24. 24. 3.1. Reforço das economias nacionais e tentativas de controlo do comércio; o equilíbrio europeu e a disputa das áreas coloniais. Três medidas básicas do Mercantilismo 1. o metalismo; 2. balança comercial favorável; 3. o mercantilismo comercial e marítimo.
  25. 25. O mercantilismo holandês• Entre os holandeses, o desenvolvimento da atividade mercantil esteve alicerçado pela ação de uma grande e bem articulada classe burguesa que atuava em seu território. Mesmo não possuindo possessões coloniais, os holandeses lucravam com diversas atividades que tinham relações diretas com as atividades relacionadas ao desenvolvimento do mercantilismo.
  26. 26. O mercantilismo inglês• O mercantilismo inglês era fundamentalmente industrial e agrícola. A política econômica inglesa era sempre bem planejada. O governo incentivava a produção manufatureira, protegendo-a da concorrência estrangeira por meio de uma rígida política alfandegária. Houve a formação de uma burguesia industrial, que empregava o trabalho assalariado e era dona dos meios de produção (máquinas, galpões, equipamentos).
  27. 27. O mercantilismo espanhol• No mercantilismo espanhol, no século XVI não foram muito desenvolvidos o comércio e a manufatura, já que à Espanha o ouro e a prata bastavam. Até mesmo suas colônias eram abastecidas por manufaturas estrangeiras. O rápido esgotamento dos minérios gerou a desvalorização da moeda, e consequentemente, uma grande inflação, que prejudicou a classe mais pobre (assalariada) mas beneficiou a burguesia de toda a Europa.
  28. 28. O mercantilismo francês• No século XVII, o mercantilismo estava fortemente implantado no sistema econômico francês. O principal aplicador do sistema mercantilista na França foi o ministro das finanças francês Jean-Baptiste Colbert. Ocupando este importante cargo, durante 22 anos no governo do rei absolutista Luis XIV, Colbert estimulou a industria francesa, incentivou as exportações e reduziu as taxas alfandegárias internas. Estas práticas mercantilistas ficaram conhecidas na França como colbertismo e fizeram com que a economia do país se fortalecesse, equiparando-se a das potências européias da época.
  29. 29. O conflito anglo-holandês
  30. 30. 3.2. A hegemonia económica britânica: condições de sucesso e arranque industrial.
  31. 31. 3.2. A hegemonia económica britânica: condições de sucesso e arranque industrial.1) Os progressos agrícolas - sistema de rotação de culturas - articulação entre a agricultura e a criação de gado - vedações (enclausures) - campos cercados
  32. 32. • 2) O crescimento demográfico e a urbanização (resulta de um desenvolvimento económico e de uma migração para os centros urbanos) - abundância e criação de postos de trabalho - favorecimento de mão-de-obra jovem aos diversos sectores de atividade• 3) A criação de um mercado nacional - revolução demográfica - abolição das entraves à circulação dos produtos - incremento dos produtos - crescimento urbano
  33. 33. • 4) O alargamento do mercado externo Europa: - os produtos ingleses impunham-se no continente pela qualidade e pelo baixo preço Atlântico: - comércio triangular (circuito de comércio atlântico que ligava os continentes europeu, africano e americano) - tráfico negreiro (intenso comércio de escravos negros que canalizou para a América grande número de africanos)
  34. 34. • 5) O sistema financeiro - bolsa de valores (instituição financeira em que se transacionam bens mobiliários) - canalização de poupanças particulares para o financiamento de empresas - alargamento do mercado de capitais - criação do Banco de Inglaterra (vocacionado para as operações necessárias ao grande comércio e emitir notas)
  35. 35. 3.3 Portugal- dificuldades e crescimento económico• Em Portugal, o mercantilismo surgiu no século XVII com o Conde da Ericeira e o Marquês de Fronteira com o objetivo de proteger a economia portuguesa, que era marcada por uma grande dependência face ao exterior.• As medidas tomadas por Conde da Ericeira passaram por uma política de desvalorização monetária, que encarecia os produtos estrangeiros importados e embaratecia os portugueses, passavam também pelo incentivo e proteção da indústria, e apoio ao comércio.• As Leis Pragmáticas de 1677 que impediam as importações de tecidos estrangeiros e luxos e incentivavam o uso de produtos feitos no reino, foi de todas a medida que mais se destacou.
  36. 36. A paragem do desenvolvimento manufatureiro e o desenvolvimento da viticultura• A paragem do desenvolvimento manufatureiro coincidiu com o desenvolvimento da viticultura. Esta situação agravou a dependência económica de Portugal relativamente à Inglaterra, o que deu origem à assinatura do Tratado de Methuen.• Através deste Tratado os vinhos portugueses entravam em condições alfandegárias favoráveis no mercado britânico; por outro lado, os têxteis da Grã-Bretanha entravam em Portugal também em condições aduaneiras favoráveis e livremente no mercado brasileiro. Assim, o ouro brasileiro passou a escoar-se para a Inglaterra, a fim de ajudar a pagar o défice da balança comercial, e a indústria portuguesa definhou
  37. 37. A politica económica e social pombalina
  38. 38. A prosperidade comercial de finais do século XVIII
  39. 39. Unidade 4Construção da modernidade europeia
  40. 40. 4.1 O método experimental e o progresso do conhecimento do Homem e da Natureza• A modernidade manifestou-se no domínio das ciências da natureza e a sua matematização.• O primado das representações livres deu lugar á investigação livre, á experimentação e ao gosto pela curiosidade e diversidade.
  41. 41. Iniciadores da “nova era do pensamento “
  42. 42. • Galileu Galilei  Filosofia mecanicista  Nova conceção queantecedeu a filosofia cartesiana
  43. 43. •Francis Bacon  Filósofo e estadista inglês  Autor de Novum Organum Ajudou no desenvolvimento do método cientifico
  44. 44. •René Descartes  Filósofo e matemático francês Autor da obra Discurso do Método  “ Corgito ergo sum “
  45. 45. 4.2 A filosofia das Luzes• Iluminismo – Corrente filosófica que se desenvolveu na Europa do século XVIII e que se caracterizou pela crítica à autoridade política e religiosa, pela afirmação da liberdade e pela confiança na Razão e no progresso da ciência, como meios de atingir a felicidade humana.
  46. 46. O Direito Natural e o valor do indivíduo:• O espírito e a filosofia das Luzes são fundamentalmente burgueses;• O Iluminismo valorizava a Razão, da qual são dotadas todos os homens, independentemente da sua condição social. A valorização da razão vinha estabelecer um princípio de igualdade, onde todos os indivíduos possuíam determinados direitos e deveres conferidos pela Natureza;• Pensadores como John Locke, mas principalmente com o Iluminismo, definiram claramente um conjunto básico dos direitos inerentes à natureza humana: o direito à liberdade; o direito a um julgamento justo; o direito à posse de bens e o direito à liberdade de consciência.
  47. 47. O Contrato Social e a Separação dos Poderes• O filósofo inglês John Locke criou a ideia de um contrato livremente assumido entre governados e governantes. Neste contexto o povo conferia aos seus governantes a autoridade necessária ao bom funcionamento do corpo social;• A questão foi retomada por Rousseu que reforçou a ideia de que a soberania popular se mantém, apesar da transferência de poder dos governados para os governantes;• Formulada por Montesquieu, a teoria da separação dos poderes advoga o desdobramento da autoridade do Estado em três poderes fundamentais: poder legislativo, que faz as leis; poder executivo, encarregado de as fazer cumprir e poder judicial, que julga os casos de desrespeito às leis.
  48. 48. 4.3 Portugal- O projeto pombalino de inspiração iluminista
  49. 49. Fim
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    Nov. 20, 2018
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    Nov. 19, 2018
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    Oct. 20, 2018
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