Cap 9 Macro

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  • As minhas saudações.
    Meu nome é Sidonio Manjate da Universidade Eduardo Mondla. Tenho estado na aceder ao slideshare.net para ler materias relacionadas relacionadas com economia que é minha area de formação. Contudo, gostaria de alargar o leque destas materias para a relação entre o desporto e economia. Como aceder a estas materias.
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Cap 9 Macro

  1. 1. Parte 3 – Modelos Alternativos de Curva de Oferta Agregada Nesta parte serão discutidos oito modelos alternativos de curva de oferta agregada. Será considerada uma economia fechada.
  2. 2. Capítulo 9 Curva de Oferta de Lucas
  3. 3. Aula Anterior CAPÍTULO 8 – Modelos Novos keynesianos 8.1 A curva de oferta agregada horizontal; 8.2 A curva de oferta positivamente inclinada.
  4. 4. Nesta Aula CAPÍTULO 9 – Curva de Oferta de Lucas Curva de oferta agregada em uma economia com imperfeição de informações.
  5. 5. <ul><li>Robert E. Lucas Jr. elaborou uma curva de oferta agregada a partir de uma firma que opera em uma economia com imperfeição na transmissão de informações. </li></ul><ul><li>Ou seja, a firma não conhece com perfeição os preços em outros mercados. </li></ul>Introdução
  6. 6. Introdução P i = 1,45 P i = 1,88 P i = 1,03 P i = 1,29 Pode-se tomar como exemplo o fato de cada firma estar em uma ilha e não existir comunicação instantânea entre as ilhas. Assim, uma firma não sabe, imediatamente, o que está acontecendo em outros mercados. P i = 1,45
  7. 7. <ul><li>Em que: </li></ul><ul><ul><li>y i = produto real da firma i </li></ul></ul><ul><ul><li>P i = preço do produto da firma i </li></ul></ul><ul><ul><li>= preço agregado esperado da economia pela firma i </li></ul></ul><ul><ul><li>yp i = produção potencial ou normal da firma i </li></ul></ul>Curva de oferta de Lucas
  8. 8. <ul><li>Se P i > , a firma i aumenta sua produção efetiva em relação à produção potencial, pois acredita que, assim procedendo, obterá maior lucro. </li></ul>Curva de oferta de Lucas
  9. 9. <ul><li>Se P i < , a firma i reduz sua produção efetiva em relação à potencial. </li></ul><ul><li>Quando P i for igual a , tem-se que a firma produz seu produto potencial. </li></ul>Curva de oferta de Lucas
  10. 10. Curva de oferta de Lucas preço da firma em relação ao nível geral de preços da economia esperado pela firma i Produção da firma i yp i y i 1
  11. 11. <ul><li>O h i na fórmula é um parâmetro para cada firma e influencia a inclinação da reta. </li></ul><ul><li>Quanto maior é o valor de h i , menos inclinada é a reta. </li></ul><ul><ul><li>uma pequena variação de P i , mantendo e yp i constantes, gera grande variação de y i . </li></ul></ul>Curva de oferta de Lucas
  12. 12. Curva de oferta de Lucas <ul><li>O preço agregado da economia esperado por uma firma i ( ) é formado a partir do preço do produto elaborado pela firma i (P i ) e da previsão dos preços em geral ( ) feita, no início do ano, por empresas de consultoria. Tem-se: </li></ul>
  13. 13. Curva de oferta de Lucas <ul><li>Considere, por exemplo, que uma firma i deduza, a partir de sua experiência passada que b i = 0,3. </li></ul><ul><li>Assim, se o nível de preço da firma i for 1,1 (P i = 1,1) e o nível de preço para toda a economia previsto por empresas de consultoria for 1 ( = 1), tem-se que a firma terá uma previsão para o nível geral de preços da economia de 1,03, ou seja, </li></ul>
  14. 14. Curva de oferta de Lucas ou Curva de oferta de uma firma
  15. 15. Curva de oferta de Lucas PIB real Curva de oferta de uma firma Curva de oferta de toda economia: Nível de preços agregado efetivo PIB potencial h é o valor médio dos h i e b, dos b i
  16. 16. Curva de oferta de Lucas Curva de oferta de uma firma Curva de oferta de toda economia: h é o valor médio dos h i e b, dos b i ou Curva de oferta de Lucas
  17. 17. Curva de oferta de Lucas Supondo que , y e yp sejam determinadas por expectativas racionais: Curva de oferta de Lucas
  18. 18. Curva de oferta de Lucas Curva de oferta de Lucas com expectativas racionais
  19. 19. Curva de oferta de Lucas Se a expectativa de preço gerada pelas empresas de consultoria subir, a curva de oferta de Lucas com expectativas racionais se desloca, paralelamente, para esquerda S 1 P 1 S 0 P 0 y 0 y P
  20. 20. Curva de oferta de Lucas <ul><li>Pode-se, agora, analisar os efeitos de uma política monetária expansionista quando se aceita como válida a Curva de Oferta de Lucas com expectativas racionais. </li></ul><ul><li>A teoria quantitativa da moeda diz que: </li></ul><ul><li>M  V = P  y </li></ul><ul><ul><ul><li>Em que: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>M = quantidade de moeda </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>V = velocidade de circulação da moeda. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>P = nível geral de preços </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>y = produto efetivo da economia </li></ul></ul></ul></ul>
  21. 21. M  V = P  y ln M + ln V = ln P + ln y Diferenciando em relação ao tempo: Supondo que V é um valor fixo: Curva de oferta de Lucas
  22. 22. Considerando que M, P e y são estabelecidos em termos de expectativas racionais: Se a economia opera em sua capacidade normal (o que deve ocorrer no longo prazo: Curva de oferta de Lucas
  23. 23. Considerando ou Tomando o logaritmo e diferenciando em relação ao tempo: Curva de oferta de Lucas   
  24. 24. No longo prazo, um aumento previsto da oferta de moeda ( ) causará idêntico aumento dos preços ( ), não afetando o produto. Esse resultado é similar ao encontrado no modelo clássico da Síntese Neoclássica Curva de oferta de Lucas   
  25. 25. Combinando o modelo IS/LM para a curva de demanda agregada com a curva de oferta de Lucas com expectativas racionais ... Curva de oferta de Lucas
  26. 26. <ul><li>M  </li></ul><ul><li>Enquanto os agentes econômicos forem tomados de surpresa pela política monetária expansionista, tem-se o equilíbrio no ponto B. </li></ul><ul><li>Portanto, no curto prazo a política monetária pode elevar o produto (y) e o nível geral de preços (P). </li></ul>Curva de oferta de Lucas S 0 P P 0 P 1 y 0 y 1 y D 0 D 0 D 1 D 1 A B
  27. 27. <ul><li>No longo prazo, as expectativas iniciais de preços ( ) se elevam, na mesma proporção pela qual foi aumentada a oferta de moeda. </li></ul><ul><li>Assim, no longo prazo o produto não se alterará com o crescimento da quantidade de moeda, que só afetará o nível de preços. </li></ul>Curva de oferta de Lucas S 0 S 1 P P 0 P 1 P 2 y 0 y 1 y D 0 D 0 D 1 D 1 A B C
  28. 28. <ul><li>A política monetária só afeta o nível de produto no curto prazo, sendo que no longo prazo as alterações da oferta nominal de moeda só afetam o nível de preço. </li></ul>Curva de oferta de Lucas S 0 S 1 P P 0 P 1 P 2 y 0 y 1 y D 0 D 0 D 1 D 1 A B C
  29. 29. equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) Curva de oferta de Lucas com expectativas racionais Curva de oferta de Lucas No modelo acima não é considerado o mercado de trabalho. Isto porque a Curva de Oferta de Lucas é obtida a partir do comportamento da firma, não considerando as ocorrências no mercado de trabalho. y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  30. 30. equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) Curva de oferta de Lucas com expectativas racionais Curva de oferta de Lucas Têm-se três equações, para determinar três variáveis endógenas: renda (y), taxa de juros (r) e nível geral de preços (P). y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  31. 31. equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) Curva de oferta de Lucas com expectativas racionais Curva de oferta de Lucas Considera-se como dados os valores da oferta nominal de moeda, gastos do governo, previsão de preços feita pelas empresas de consultoria, PIB potencial da economia, número de empresas, média dos parâmetros h i , média dos parâmetros b i e alíquotas de impostos (t´). y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  32. 32. equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) Curva de oferta de Lucas com expectativas racionais Curva de oferta de Lucas Obtém-se a curva de demanda agregada Oferta agregada Ponto de equilíbrio da economia (y 0 ,P 0 ) y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  33. 33. Comparação entre os modelos de curva de oferta agregada Ver pag. 230 do livro. Não especifica a função de produção Firmas que decidem o quanto produzir considerando o produto potencial e os preços relativos. Modelos dos novos clássicos Função de produção do tipo y = (N,MP,K), operando com PMgT positivo e decrescente Firmas em oligopólio que fixam o preço com um mark-up sobre o custo direto unitário de produção Modelos dos novos keynesianos Função de produção do tipo y = (N,K), operando com PMgT positivo e decrescente Firmas em concorrência perfeita e em monopólio que maximizam a massa de lucro e operam no estágio II da função de produção Modelos da Síntese Neoclássica Função de produção Tipo de firma
  34. 34. Comparação entre os modelos de curva de oferta agregada Não define a estrutura do mercado de trabalho Curva de oferta de Lucas Modelos dos novos clássicos W influenciado pela  e por fatores institucionais Modelo geral dos novos keynesianos W determinado fora do modelo Modelo de Bacha (1982) Modelos dos novos keynesianos Oferta de trabalho diferente para curto e longo prazo Modelo com influência dos autores novos keynesianos Oferta de trabalho diferente para curto e longo prazo Modelo com influência dos autores novos clássicos Oferta de trabalho afetada por P e W Modelo básico Oferta de trabalho em função do W Modelo salário nominal Oferta de trabalho em função do  Modelo clássico Modelos da Síntese Neoclássica Mercado de trabalho Tipos de construções
  35. 35. Comparação entre os modelos de curva de oferta agregada Positivamente inclinada, mas deslocando-se no longo prazo quando alterar o preço previsto Curva de oferta de Lucas Modelos dos novos clássicos Positivamente inclinada, mas deslocando-se no longo prazo se y  yp Modelo geral dos novos keynesianos Horizontal Modelo de Bacha (1982) Modelos dos novos keynesianos Positivamente inclinada no curto prazo e vertical no longo prazo Modelo com influência dos autores novos keynesianos Positivamente inclinada no curto prazo e vertical no longo prazo Modelo com influência dos autores novos clássicos Positivamente inclinada Modelo básico Positivamente inclinada Modelo salário nominal Vertical Modelo clássico Modelos da Síntese Neoclássica Inclinação da curva de oferta agregada no plano cartesiano y versus P Tipos de construções
  36. 36. Considerações Finais <ul><li>O produto ultrapassa o seu nível potencial quando as firmas acham, erradamente, que aumentos gerais de preços são aumentos relativos de seus próprios preços. </li></ul><ul><li>O PIB efetivo ultrapassa o potencial quando o nível de preços está mais alto do que o previsto no começo do ano. </li></ul>
  37. 37. Considerações Finais <ul><li>A inclinação da curva de oferta de Lucas depende da variação de P. Quanto maior a variabilidade dos preços relativos, mais íngreme a curva de oferta de Lucas e menos as firmas aumentarão sua produção quando os seus próprios preços ultrapassarem o que elas esperavam. </li></ul><ul><li>Só as variações não previstas da moeda influenciam o produto. Se a variação for previstas, apenas o nível de preço se altera. </li></ul><ul><li>Uma premissa crítica do resultado da ineficácia das políticas é que os preços e os salários sejam perfeitamente flexíveis. </li></ul>
  38. 39. Próxima Aula <ul><li>CAPÍTULO 10 – A função consumo </li></ul>10.1 A escolha do consumidor; 10.2 A formulação de ANDO-MODIGLIANI: a hipótese do ciclo de vida; 10.3 A formulação de FRIEDMAN: a teoria da renda permanente; 10.4 A formulação de DUESENBERRY: considerando a renda relativa; 10.5 Outras formulações para a função consumo; 10.6 Uma equação síntese para a função consumo e seus impactos no modelo IS/LM; 10.7 Estimativas da função consumo no Brasil
  39. 40. Referências Bibliográficas <ul><li>BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia : Teorias e Aplicações à Economia Brasileira. Campinas: Alínea, 2006 </li></ul><ul><li>BLANCHARD, O. Macroeconomia : teoria e política econômica. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001. </li></ul><ul><li>BRANSON , W.H. e LITVACK, J.M. Macroeconomia , São Paulo: Habra, 1978. </li></ul><ul><li>DORNBUSCH, R. & FISCHER, S. Macroeconomia . 5 a edição. São Paulo: Makron/Mcgraw-Hill, 1991. </li></ul><ul><li>LEITE, J.A. Macroeconomia : teorias, modelos e instrumentos de política econômica. São Paulo: Atlas, 1994. </li></ul><ul><li>MANKIW, N.G. Macroeconomia : Rio de Janeiro: LTC, 2004. </li></ul>

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