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ACREDITAÇÃO EM
CENTRO
CIRÚRGICO.
Acreditação constitui-se no mais antigo e divulgado processo de
avaliação externa de serviços, que resulta na atribuição de um
certificado de mérito. Este programa se firmou na última década
como um meio por excelência de monitorização da melhoria
contínua, sendo que a sua crescente popularidade, tem resultado na
conscientização geral das questões da avaliação e melhoria da
qualidade na área da saúde.
A acreditação, portanto, é um instrumento de aferição da gestão da
qualidade, de caráter externo, o qual confere aos compradores de
serviços e aos clientes/pacientes a confiança de estabelecer
negócio com uma instituição de saúde, que apresenta concordância
com padrões determinados de segurança e qualidade no
atendimento ao paciente.
INTRODUÇÃO
A Avaliação da Qualidade na saúde iniciou-se no século passado, quando
foi formado o Colégio Americano de Cirurgiões (CAC) que estabeleceu,
em meados de 1924 o Programa de Padronização Hospitalar (PPH).
Neste programa foi definido um conjunto de padrões mais apropriados
para garantir a qualidade da assistência aos pacientes. Nele, três
padrões relacionavam-se à organização do corpo médico, ao exercício
da profissão, e ao conceito de corpo clínico; outro preconizava o
preenchimento do prontuário, incluindo a história e exames do
paciente, bem como as condições da alta; e o último, referia-se à
existência de recursos diagnósticos e terapêuticos, além de no mínimo
um laboratório clínico para análises e departamento de radiologia.
Com o desenvolvimento da medicina e da tecnologia, os modelos de
avaliação da qualidade - acreditação passaram a direcionar sua atuação
no sentido de privilegiar a ênfase na assistência clínica através do
monitoramento de indicadores de desempenho ajustados à gravidade,
ao desempenho institucional e, finalmente assumiu o papel de educação
com monitoramento dos padrões e recomendações.
UM POUCO DE HISTÓRIA...
No Brasil, talvez o primeiro estudo no sentido de melhorar a
qualidade na organização dos hospitais tenha sido do Dr. Odair
Pedroso (SP) em 1935, ao conceber uma Ficha de Inquérito
Hospitalar (Quadro1) para a Comissão de Assistência Hospitalar do
Ministério da Saúde (MS), substituída posteriormente pelo Serviço
de Medicina Social, hoje extinto.
BRASIL
A Acreditação é o procedimento de avaliação dos recursos
institucionais, voluntário, periódico, reservado e sigiloso, que tende a
garantir a qualidade da assistência através de padrões previamente
aceitos.
Para a Organização Mundial da Saúde ( OMS) a partir de 1989 , a
Acreditação passou a ser elemento estratégico para o
desenvolvimento da qualidade na América Latina. À medida que a
atenção à saúde exige respostas às necessidades de populações
específicas com maior vulnerabilidade ou alto risco, a acreditação
baseada em princípios epidemiológicos, necessários para determinar
estratégias de maior efetividade é consensualmente tida como
indispensável.
A acreditação não deve ser vista como um julgamento, mas uma
oportunidade de mudança. Não deve ser entendida como um fim em si
mesma, mas deve ser acompanhada por propostas que busquem
implementar as mudanças.
COMO FUNCIONA?
A partir do final dos anos 80, o desenvolvimento de uma segunda etapa
da qualidade. Esse segundo momento focaliza-se nos aspectos
organizacionais e nas decisões gerenciais.
Os sistemas da Qualidade e do Melhoramento Contínuo trouxeram a
ênfase no cliente e, ao mesmo tempo, a afirmação de abordagens
orientadas para a humanização da atenção e para a valorização de
relações mais equitativas entre profissionais e pacientes.
 Requisitos de boas práticas para cirurgia segura
A OMS, por meio do programa Aliança Mundial para a Segurança do
Paciente elegeu como prioridade a redução de danos ao paciente,
inerente ao atendimento hospitalar. Foi elaborado o primeiro roteiro
de cirurgia segura – Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica (safe
surgery checklist).
SEGURANÇA
CIRÚRGICA
1. Operar o paciente certo e o local cirúrgico certo.
2. Utilizar métodos conhecidos para impedir danos na administração de
anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
3. Reconhecer e estar efetivamente preparada para perda de via aérea
ou
de função respiratória que ameacem a vida.
4. Reconhecer e estar efetivamente preparada para o risco de grandes
perdas sanguíneas.
5. Evitar a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica
sabidamente de risco ao paciente.
6. Utilizar de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o
risco de infecção no sitio cirúrgico.
7. Impedir a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas
feridas cirúrgicas.
8. Manter seguros e identificará precisamente todos os espécimes
cirúrgicos.
9. Comunicar efetivamente e trocar informações criativas para a
condução segura da operação.
10. Os serviços de saúde devem estabelecer vigilância de rotina sobre a
capacidade, volume e resultados cirúrgicos.
QUAIS SÃO OS
REQUISITOS?
A OMS revelou em 2008, que foram realizadas 234 milhões de cirurgias
no mundo, uma para cada 25 pessoas. Cerca de dois milhões de
pacientes morreram nesses procedimentos e sete milhões apresentaram
complicações, sendo que 50% destas foram consideradas evitáveis. Para
cada 300 pacientes admitidos nos hospitais, um morre em decorrência
de complicações cirúrgicas.
A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas de etapas que
devem ser otimizadas individualmente para os pacientes. Para minimizar
a perda desnecessária de vidas e complicações sérias, as equipes
operatórias devem atingir os dez objetivos básicos e essenciais em
qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia
segura da OMS.
Epidemiologia
A Acreditação reforça uma avaliação adequada do
paciente, uma revisão completa do prontuário,
adoção de uma cultura organizacional que apoie a
comunicação aberta entre os membros da equipe e a
melhoria dos registros no prontuário, evitando-se o
uso de abreviações e participação efetiva do
paciente em seu procedimento. Estes aspectos
contribuem para se evitar erros no espaço de uma
sala cirúrgica.
1. Práticas Seguras no PRÉ-OPERATÓRIO:
a. higienizar as mãos;
b. reduzir ao máximo o tempo de hospitalização no pré-operatório; c. manter
controle glicêmico e tratamento de processos infecciosos em outras
topografias(avaliação clínica pré-operatória);
d. conservar as boas condições de higiene pessoal do paciente;
e. adotar racionalmente a tricotomia do sítio operatório;
f. utilizar antibiótico terapia profilática em cirurgia, conforme protocolo
baseado em evidências;
g. garantir higiene, antissepsia e paramentação correta da equipe de
cirurgia;
h. fazer uso de materiais e artigos limpos e esterilizados, em conformidade
com os indicadores de segurança sanitária.
BOAS PRÁTICAS
2. Práticas Seguras no TRANS-OPERATÓRIO:
a. higienizar as mãos;
b. preparar o campo operatório, com o uso de antisséptico degermante
e alcoólico de mesmo princípio ativo. Em cirurgias de longa duração
recomenda-se o uso de clorexidina em decorrência do seu efeito
residual mais prolongado;
c. empregar técnica cirúrgica asséptica, com menor risco de trauma
tecidual e ou falhas na hemostasia;
d. utilizar drenos com sistema fechado;
e. reduzir superlotação na sala de cirurgia;
f. garantir suporte de oxigenioterapia
BOAS PRÁTICAS
3. Práticas Seguras no PÓS-OPERATÓRIO:
a. higienizar as mãos;
b. realizar curativos com técnica asséptica;
c. trocar o curativo quando na presença de umidade ou sujidade local;
d. não adotar a terapia profilática com antibióticos até a retirada de
drenos ou pontos da incisão;
e. diagnosticar e tratar precocemente as infecções de sítio cirúrgico e
complicações, tendo como princípio à avaliação médica criteriosa.
A adesão às práticas seguras de atendimento ao paciente cirúrgico
envolvem vários setores do hospital, no sentido de garantir à equipe de
cirurgia as condições apropriadas para a realização dos procedimentos,
reduzindo-se os riscos de infecção cirúrgica e de outras complicações
passíveis de prevenção.
O monitoramento da adesão às práticas de biossegurança, além da
revisão e melhoria contínua dos processos assistenciais, deve envolver a
equipe multidisciplinar e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar.
BOAS PRÁTICAS
A ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO DE CIRURGIA SEGURA
São atribuições da equipe de enfermagem:
- realizar adequadamente o preparo pré- operatório do paciente; - organizar
e abastecer a sala cirúrgica; - atender as diferentes demandas na sala
cirúrgica no pré-trans e pós operatório; - verificar o adequado
funcionamento dos equipamentos cirúrgicos no pré, trans e pós
procedimento;
- manter interação constante com setores de manutenção, compras e
almoxarifado, banco de sangue, laboratório clínico, serviço de imagem e
outros.
As ações do profissional de enfermagem em centro cirúrgico vão além da
realização de procedimentos tecnicamente corretos, este profissional atua
como colaborador ativo na segurança do paciente nas diferentes fases do
procedimento.
ENFERMAGEM EM AÇÃO
Requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde15
Objetivos da Acreditação :
1. Reforçar as orientações para que os profissionais e serviços de saúde
cumpram com o rigor técnico a limpeza, desinfecção e esterilização dos
produtos;
2. Avalizar as ações de vigilância para que seja possível rastrear os produtos;
3. Afiançar o controle de qualidade nas etapas operacionais do
reprocessamento;
4. Garantir a segurança e qualidade do processo.
Os profissionais das centrais de esterilização, especificamente a equipe de
enfermagem devem conhecer profundamente os critérios de boas práticas em:
A. classificação de produtos para saúde;
B. conceitos básicos de microbiologia;
C. transporte dos produtos contaminados;
D. processo de limpeza, desinfecção, preparo, inspeção, acondicionamento,
embalagens, esterilização, funcionamento dos equipamentos existentes;
E. monitoramento de processos por indicadores químicos, biológicos e físicos;
F. rastreabilidade, armazenamento e distribuição dos produtos para saúde;
G. manutenção da esterilidade do produto.
REQUISITOS
O sucesso da qualidade vai além das ferramentas de trabalho e consiste em
mais quatro elementos básicos: o comprometimento da alta administração,
da melhoria contínua e da capacitação e comprometimento dos
colaboradores. Especificamente, sob a ótica do enfermeiro a falta de
atenção às práticas da gestão de pessoas é um grande problema para
implementação da Gestão pela Qualidade. A qualidade resulta de um
comportamento positivo dos colaboradores e a melhor ferramenta para
alcançar a excelência da mesma é a mente humana que interpreta e faz com
que as coisas aconteçam, propõe melhorias e mudanças necessárias. Pessoas
diferentes têm habilidades, aptidões e talentos diferentes.
Concluímos que o processo de acreditação identifica avanços, dificuldades,
limitações e possibilidades de mudança além de promover a aprendizagem
na situação de trabalho.
CONCLUSÃO
EQUIPE:
Abner Soares Barbosa
Arlene Nunes
Fernanda Evangelista
Josilene Uchôa Andrade

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acreditação em centro cirúrgico

  • 2. Acreditação constitui-se no mais antigo e divulgado processo de avaliação externa de serviços, que resulta na atribuição de um certificado de mérito. Este programa se firmou na última década como um meio por excelência de monitorização da melhoria contínua, sendo que a sua crescente popularidade, tem resultado na conscientização geral das questões da avaliação e melhoria da qualidade na área da saúde. A acreditação, portanto, é um instrumento de aferição da gestão da qualidade, de caráter externo, o qual confere aos compradores de serviços e aos clientes/pacientes a confiança de estabelecer negócio com uma instituição de saúde, que apresenta concordância com padrões determinados de segurança e qualidade no atendimento ao paciente. INTRODUÇÃO
  • 3. A Avaliação da Qualidade na saúde iniciou-se no século passado, quando foi formado o Colégio Americano de Cirurgiões (CAC) que estabeleceu, em meados de 1924 o Programa de Padronização Hospitalar (PPH). Neste programa foi definido um conjunto de padrões mais apropriados para garantir a qualidade da assistência aos pacientes. Nele, três padrões relacionavam-se à organização do corpo médico, ao exercício da profissão, e ao conceito de corpo clínico; outro preconizava o preenchimento do prontuário, incluindo a história e exames do paciente, bem como as condições da alta; e o último, referia-se à existência de recursos diagnósticos e terapêuticos, além de no mínimo um laboratório clínico para análises e departamento de radiologia. Com o desenvolvimento da medicina e da tecnologia, os modelos de avaliação da qualidade - acreditação passaram a direcionar sua atuação no sentido de privilegiar a ênfase na assistência clínica através do monitoramento de indicadores de desempenho ajustados à gravidade, ao desempenho institucional e, finalmente assumiu o papel de educação com monitoramento dos padrões e recomendações. UM POUCO DE HISTÓRIA...
  • 4. No Brasil, talvez o primeiro estudo no sentido de melhorar a qualidade na organização dos hospitais tenha sido do Dr. Odair Pedroso (SP) em 1935, ao conceber uma Ficha de Inquérito Hospitalar (Quadro1) para a Comissão de Assistência Hospitalar do Ministério da Saúde (MS), substituída posteriormente pelo Serviço de Medicina Social, hoje extinto. BRASIL
  • 5. A Acreditação é o procedimento de avaliação dos recursos institucionais, voluntário, periódico, reservado e sigiloso, que tende a garantir a qualidade da assistência através de padrões previamente aceitos. Para a Organização Mundial da Saúde ( OMS) a partir de 1989 , a Acreditação passou a ser elemento estratégico para o desenvolvimento da qualidade na América Latina. À medida que a atenção à saúde exige respostas às necessidades de populações específicas com maior vulnerabilidade ou alto risco, a acreditação baseada em princípios epidemiológicos, necessários para determinar estratégias de maior efetividade é consensualmente tida como indispensável. A acreditação não deve ser vista como um julgamento, mas uma oportunidade de mudança. Não deve ser entendida como um fim em si mesma, mas deve ser acompanhada por propostas que busquem implementar as mudanças. COMO FUNCIONA?
  • 6. A partir do final dos anos 80, o desenvolvimento de uma segunda etapa da qualidade. Esse segundo momento focaliza-se nos aspectos organizacionais e nas decisões gerenciais. Os sistemas da Qualidade e do Melhoramento Contínuo trouxeram a ênfase no cliente e, ao mesmo tempo, a afirmação de abordagens orientadas para a humanização da atenção e para a valorização de relações mais equitativas entre profissionais e pacientes.  Requisitos de boas práticas para cirurgia segura A OMS, por meio do programa Aliança Mundial para a Segurança do Paciente elegeu como prioridade a redução de danos ao paciente, inerente ao atendimento hospitalar. Foi elaborado o primeiro roteiro de cirurgia segura – Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica (safe surgery checklist). SEGURANÇA CIRÚRGICA
  • 7. 1. Operar o paciente certo e o local cirúrgico certo. 2. Utilizar métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor. 3. Reconhecer e estar efetivamente preparada para perda de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida. 4. Reconhecer e estar efetivamente preparada para o risco de grandes perdas sanguíneas. 5. Evitar a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente. 6. Utilizar de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sitio cirúrgico. 7. Impedir a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas. 8. Manter seguros e identificará precisamente todos os espécimes cirúrgicos. 9. Comunicar efetivamente e trocar informações criativas para a condução segura da operação. 10. Os serviços de saúde devem estabelecer vigilância de rotina sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos. QUAIS SÃO OS REQUISITOS?
  • 8. A OMS revelou em 2008, que foram realizadas 234 milhões de cirurgias no mundo, uma para cada 25 pessoas. Cerca de dois milhões de pacientes morreram nesses procedimentos e sete milhões apresentaram complicações, sendo que 50% destas foram consideradas evitáveis. Para cada 300 pacientes admitidos nos hospitais, um morre em decorrência de complicações cirúrgicas. A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas de etapas que devem ser otimizadas individualmente para os pacientes. Para minimizar a perda desnecessária de vidas e complicações sérias, as equipes operatórias devem atingir os dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da OMS. Epidemiologia A Acreditação reforça uma avaliação adequada do paciente, uma revisão completa do prontuário, adoção de uma cultura organizacional que apoie a comunicação aberta entre os membros da equipe e a melhoria dos registros no prontuário, evitando-se o uso de abreviações e participação efetiva do paciente em seu procedimento. Estes aspectos contribuem para se evitar erros no espaço de uma sala cirúrgica.
  • 9. 1. Práticas Seguras no PRÉ-OPERATÓRIO: a. higienizar as mãos; b. reduzir ao máximo o tempo de hospitalização no pré-operatório; c. manter controle glicêmico e tratamento de processos infecciosos em outras topografias(avaliação clínica pré-operatória); d. conservar as boas condições de higiene pessoal do paciente; e. adotar racionalmente a tricotomia do sítio operatório; f. utilizar antibiótico terapia profilática em cirurgia, conforme protocolo baseado em evidências; g. garantir higiene, antissepsia e paramentação correta da equipe de cirurgia; h. fazer uso de materiais e artigos limpos e esterilizados, em conformidade com os indicadores de segurança sanitária. BOAS PRÁTICAS
  • 10. 2. Práticas Seguras no TRANS-OPERATÓRIO: a. higienizar as mãos; b. preparar o campo operatório, com o uso de antisséptico degermante e alcoólico de mesmo princípio ativo. Em cirurgias de longa duração recomenda-se o uso de clorexidina em decorrência do seu efeito residual mais prolongado; c. empregar técnica cirúrgica asséptica, com menor risco de trauma tecidual e ou falhas na hemostasia; d. utilizar drenos com sistema fechado; e. reduzir superlotação na sala de cirurgia; f. garantir suporte de oxigenioterapia BOAS PRÁTICAS
  • 11. 3. Práticas Seguras no PÓS-OPERATÓRIO: a. higienizar as mãos; b. realizar curativos com técnica asséptica; c. trocar o curativo quando na presença de umidade ou sujidade local; d. não adotar a terapia profilática com antibióticos até a retirada de drenos ou pontos da incisão; e. diagnosticar e tratar precocemente as infecções de sítio cirúrgico e complicações, tendo como princípio à avaliação médica criteriosa. A adesão às práticas seguras de atendimento ao paciente cirúrgico envolvem vários setores do hospital, no sentido de garantir à equipe de cirurgia as condições apropriadas para a realização dos procedimentos, reduzindo-se os riscos de infecção cirúrgica e de outras complicações passíveis de prevenção. O monitoramento da adesão às práticas de biossegurança, além da revisão e melhoria contínua dos processos assistenciais, deve envolver a equipe multidisciplinar e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. BOAS PRÁTICAS
  • 12. A ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO DE CIRURGIA SEGURA São atribuições da equipe de enfermagem: - realizar adequadamente o preparo pré- operatório do paciente; - organizar e abastecer a sala cirúrgica; - atender as diferentes demandas na sala cirúrgica no pré-trans e pós operatório; - verificar o adequado funcionamento dos equipamentos cirúrgicos no pré, trans e pós procedimento; - manter interação constante com setores de manutenção, compras e almoxarifado, banco de sangue, laboratório clínico, serviço de imagem e outros. As ações do profissional de enfermagem em centro cirúrgico vão além da realização de procedimentos tecnicamente corretos, este profissional atua como colaborador ativo na segurança do paciente nas diferentes fases do procedimento. ENFERMAGEM EM AÇÃO
  • 13. Requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde15 Objetivos da Acreditação : 1. Reforçar as orientações para que os profissionais e serviços de saúde cumpram com o rigor técnico a limpeza, desinfecção e esterilização dos produtos; 2. Avalizar as ações de vigilância para que seja possível rastrear os produtos; 3. Afiançar o controle de qualidade nas etapas operacionais do reprocessamento; 4. Garantir a segurança e qualidade do processo. Os profissionais das centrais de esterilização, especificamente a equipe de enfermagem devem conhecer profundamente os critérios de boas práticas em: A. classificação de produtos para saúde; B. conceitos básicos de microbiologia; C. transporte dos produtos contaminados; D. processo de limpeza, desinfecção, preparo, inspeção, acondicionamento, embalagens, esterilização, funcionamento dos equipamentos existentes; E. monitoramento de processos por indicadores químicos, biológicos e físicos; F. rastreabilidade, armazenamento e distribuição dos produtos para saúde; G. manutenção da esterilidade do produto. REQUISITOS
  • 14. O sucesso da qualidade vai além das ferramentas de trabalho e consiste em mais quatro elementos básicos: o comprometimento da alta administração, da melhoria contínua e da capacitação e comprometimento dos colaboradores. Especificamente, sob a ótica do enfermeiro a falta de atenção às práticas da gestão de pessoas é um grande problema para implementação da Gestão pela Qualidade. A qualidade resulta de um comportamento positivo dos colaboradores e a melhor ferramenta para alcançar a excelência da mesma é a mente humana que interpreta e faz com que as coisas aconteçam, propõe melhorias e mudanças necessárias. Pessoas diferentes têm habilidades, aptidões e talentos diferentes. Concluímos que o processo de acreditação identifica avanços, dificuldades, limitações e possibilidades de mudança além de promover a aprendizagem na situação de trabalho. CONCLUSÃO
  • 15. EQUIPE: Abner Soares Barbosa Arlene Nunes Fernanda Evangelista Josilene Uchôa Andrade