PNAIC - Educação do Campo - unidade 5

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PNAIC - Educação do Campo - unidade 5 PNAIC - Educação do Campo - unidade 5 Presentation Transcript

  • Pacto Nacional pela Alfabetizaçãona Idade CertaO TRABALHO COM GÊNEROSTEXTUAIS EM TURMASMULTISSERIADASUNIDADE 5
  • Iniciando a conversa• Na unidade 5 refletimos sobre a importância daleitura e produção de textos na alfabetização,destacamos a necessidade de trabalhar comdiferentes gêneros textuais, levando os alunos aconhecerem o conteúdo dos textos e ascaracterísticas composicionais que distinguem osdiversos gêneros. Partimos da perspectiva de quea escola necessita levar os alunos a seapropriarem dos componentes que fazem dosgêneros textuais instrumentos de expressão ecomunicação específicos para contextos sociaisdiversos.
  • Objetivos do caderno:• entender a concepção de alfabetização na perspectivado letramento, com aprofundamento de estudosutilizando, sobretudo, as obras e textosdisponibilizados pelo MEC;• analisar e planejar projetos didáticos com foco naalfabetização, integrando diferentes componentescurriculares e atividades voltadas ao desenvolvimentoda oralidade, leitura e escrita;• conhecer os recursos didáticos distribuídos peloMinistério da Educação e planejar situações didáticasem que eles sejam usados.
  • Aprofundando o tema:Texto 1: Por que ensinar gêneros textuais na escola?Maria Helena Santos Dubeux Leila Nascimento da Silva Ana Cláudia Rodrigues Gonçalves Pessoa• Em uma perspectiva sociointeracionista, o eixo do ensinoda língua materna é a compreensão e produção detextos. Nessas atividades, convergem de formaindissociável fatores linguísticos, sociais e culturais. Osinterlocutores são participantes de um processo deinteração. Para isso, precisam ter domínio da mesmalíngua e compartilharem as situações e formas como osdiscursos se organizam, considerando seus propósitos deusos e os diversos contextos sociais e culturais em queestão inseridos. (SANTOS, MENDONÇA E CAVALCANTE,2006).
  • Nesse sentido, a língua se configura como umaforma de ação social, situada num contextohistórico, representando algo do mundo real. Otexto, portanto, não é uma construção fixa eabstrata, mas, sim, palco denegociações/produções de seus múltiplossentidos. Sendo produzidos em situaçõesmarcadas pela cultura, assumem formas eestilos próprios, historicamente marcados.
  • Diferentes textos se assemelham, como dizBakhtin (1997), porque se configuram segundocaracterísticas dos gêneros textuais que estãodisponíveis nas interações sociais. Desse modo,pode-se dizer que a comunicação verbal só épossível por meio de algum gênero que sematerializa em textos que assumem formasvariadas para atender a propósitos diversos.
  • TIPOS TEXTUAISReferimo-nos a tipos textuais para tratarmos desequências teoricamente definidas pela naturezalinguística da sua composição: narração,exposição, argumentação, descrição, injunção.São categorias teóricas determinadas pelaorganização dos elementos lexicais, sintáticos erelações lógicas presentes nos conteúdos a seremfalados ou escritos (MARCUSCHI, 2005;MENDONÇA 2005; SANTOS, MENDONÇA ECAVALCANTE, 2006).
  • GÊNEROS TEXTUAISOs gêneros textuais, segundo Schneuwly eDolz (2004), são instrumentos culturaisdisponíveis nas interações sociais. Sãohistoricamente mutáveis e,consequentemente, relativamente estáveis.Emergem em diferentes domínios discursivose se concretizam em textos, que sãosingulares.
  • Koch e Elias (2009) destacam que os gêneros textuais sãodiversos e sofrem variações na sua constituição em funçãodos seus usos. Explicando essa dinâmica de ampliaçãodos gêneros, as autoras apresentam como exemplos o e-mail e o blog que, como recursos recentes decorrentes doprogresso tecnológico, são respectivamente transmutaçõesdas cartas e dos diários. Portanto, o grande desafio para oensino da língua portuguesa é trabalhar com essadiversidade textual na sala de aula, explorando de formaaprofundada o que é peculiar a um gênero textualespecífico, tendo em vista situações de uso tambémdiversas.
  • Nesse sentido, é um direito dos alunosproduzir e compreender gêneros textuaisdiversos de acordo com a exigência dasituação comunicativa. Para que essedireito seja atingido é necessário que ascrianças possam ter contato com adiversidade de gêneros de tipologiasdistintas ao longo da sua escolaridade.
  • Cuidados que o professor deve ter:- Escolher os textos a serem lidos, considerando-se não apenas osgêneros a que pertencem, mas, sobretudo, o seu conteúdo (o que édito), em relação aos temas trabalhados. O objetivo é que ascrianças aprendam a ler e escrever, mas também aprendam pormeio da leitura e da escrita.-Propor situações de leitura e produção de textos com finalidadesclaras e diversificadas, enfocando os processos de interação e nãoapenas as reflexões sobre aspectos formais.
  • Direitos de aprendizagem 1 2 3Compreender e produzir textos destinados à organização e socialização do saberescolar/científico (textos didáticos, notas de enciclopédia, verbetes, resumos, resenhas,dentre outros) e à organização do cotidiano escolar e não escolar (agendas,cronogramas,calendários, cadernos de notas...).IA IAC IACReconhecer os assuntos de textos de diferentes gêneros, temáticase níveis de complexidade, lidos pelo professor ou outro leitorexperienteIA AC CProduzir textos de diferentes gêneros com autonomia, atendendo adiferentes finalidades.I IA ACParticipar de interações orais em sala de aula (questionando,sugerindo,argumentando e respeitando os turnos e a vez de intervir).IA AC CDominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seuvalor sonoro, de modo a ler e escrever palavras formadas pordiferentes estruturas silábicasIA AC C