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Da casa para a cidade.
Tarefas atuais
da teologia
Afonso Murad
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Casa da Teologia (11)
A grande tarefa
A urgência da teologia consiste em
conseguir que a experiência radical da fé se
torne compreensível, crível e vivível para as
mulheres e os homens de hoje (Torres
Queiruga).
Compreensível
Com
credibilidade
Vivenciável
Tríplice tarefa geral da teologia
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DIALOGAR,
REELABORAR
Uma tarefa complexa
• Interpretar a fé conjuga fatores que antes se
consideravam incompatíveis:
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encharcada de emoção”.
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• Hermenêutica duradoura estabelece relação de
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• Continuidade: Acredita na Bíblia como Palavra de
Deus em linguagem humana. Acolhe a fé cristã
numa comunidade e crê que o Espírito de Deus
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• Ruptura: propõe modelos, conceitos, ideias e
comportamentos que quebram a segurança do já
estabelecido e tido como certo.
• Contribui para a tradição viva, ao recriar, aprofundar
e acrescentar elementos ainda não presentes ou
perdidos durante o trajeto milenar da Igreja cristã,
em suas distintas confissões e denominações.
Pré-requisitos
• Reconhecer o alcance e o limite dos
pressupostos adotados e ser capaz de
autocriticar-se.
• Identificar o horizonte intelectivo e vivencial
do próprio teólogo e dos interlocutores
privilegiados. Ex: público arreligioso ou
devoto.
• Encarnar-se sem perder a identidade, pois
cada ambiente vital possibilita e/ou interdita a
tarefa teológica.
Muitas em uma
• Distintas correntes teológicas:
- ancoram-se na Palavra de Deus,
- Em sintonia com a Igreja,
- atentas aos sinais dos tempos,
- em constante processo de conversão e
crescimento,
- aprendendo com os interlocutores e com os
opositores.
Tarefa do diálogo
• Por que dialogar: ninguém tem a verdade
absoluta. Estamos a caminho....
• Com que dialogar:
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- Entre as Igrejas cristãs (ecumenismo)
- Com outras religiões (diálogo interreligioso)
- Com as ciências
- Com homens e mulheres comprometidos na
mudança da sociedade.
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Tarefa crítico-construtiva
• Crítico: questiona, desinstala e purifica.
• Construtiva: justifica, harmoniza e integra.
• Só crítica: cria insegurança insuportável e
relativismo.
• Só construtiva: torna-se ingênua e
legitimadora.
• Ambas: faz crescer.....
Deconstrução e inovação
• Para inovar é preciso saber desconstruir. Não com martelo
(destruir), mas com chave de fenda (desmontar), pois trata-se de
comprovar, do que está feito, como se juntam e articulam as peças,
quais são os estratos ocultos que o constituem, assim como as
forças não controladas em ação. Sem desmontar o obsoleto, o a-
histórico, as estruturas defasadas no tempo, é impossível dar cabida
ao novo. Trata-se de desmontar, não de destruir, pois o avançar
depende da experiência do passado e do material acumulado. A
experiência é mestra da vida, a condição de saber aprender com ela.
Destruir é desrespeitar o passado e os antepassados; é suscitar
animosidades e opositores à mudança; é inviabilizar uma resposta
histórica às novas perguntas. Desconstruir é potencializar um
futuro, já no presente, alicerçado nos sólidos fundamentos da
experiência do passado.
• Para reconstruir, faz-se necessário espaços de liberdade, de
criatividade e de ensaios comunitários. É sempre fruto de buscas e
discernimentos conjuntos. É um ato social, eclesial (A. BRIGHENTI)
Tarefas específicas da teologia
• Crescer na profissionalização.
• Promover a unidade na diversidade do pensar
teológico.
• Articular a teologia com a espiritualidade.
• Formar multiplicadores.
• Contribuir na evangelização das massas.
• Engajar-se em causas humanistas, sociais e
ambientais.
• Atuar na Universidade.
• Crescer como “teologia pública”.
Contribuição dos estudantes
• Utilizam os conhecimentos em benefício da
comunidade cristã. Reelaboram o que aprendem com
linguagem e recursos apropriados.
• Disseminam a teologia no ciberespaço.
• Atuam na multiplicação de multiplicadores, em cursos
de formação de lideranças.
• Participam da tarefa evangelizadora da Igreja, em
múltiplas formas: na pregação, nas escolas dominicais,
na catequese, nas pastorais sociais, em grupos de
oração.
• Articulam teologia com espiritualidade e a pastoral.
• Trazem para a faculdade os questionamentos e as
vivências da comunidade eclesial.
• Ajudam os professores a perceber questões
contemporâneas que serão objeto da teologia.
Contribuição dos professores
• Docência e pesquisa. Dão aulas, escrevem,
produzem conhecimento teológico.
• Assessoram encontros e outras atividades em
âmbito eclesial, universitário e da sociedade civil.
• Colaboram no diálogo com as ciências, atuação
na universidade e consolidação da teologia
pública.
• Identificam, estimulam e acompanham os novos
talentos. Empenham-se em formar futuros
teólogos.
 Ensinar, refletir, corrigir, acompanhar, propor,
vislumbrar temas e estimular a criatividade dos
aprendizes em teologia.
Fonte:
A. Murad* e J. B. Libanio*,
Introdução à Teologia.
Perfil, enfoque, tarefas.
Loyola, 8 ed revista e
ampliada, 2011, capítulo
8, pag. 291-323
*Bolsistas de produtividade em pesquisa do CNPq

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(11) tarefas atuais da teologia

  • 1. Da casa para a cidade. Tarefas atuais da teologia Afonso Murad www.casadateologia.blogspot.com Casa da Teologia (11)
  • 2. A grande tarefa A urgência da teologia consiste em conseguir que a experiência radical da fé se torne compreensível, crível e vivível para as mulheres e os homens de hoje (Torres Queiruga).
  • 4. Tríplice tarefa geral da teologia INTERPRETAR, DIALOGAR, REELABORAR
  • 5. Uma tarefa complexa • Interpretar a fé conjuga fatores que antes se consideravam incompatíveis: - olhar apaixonado e rigor teórico, - envolvimento em realidades humanas concretas e elaboração crítica, - aprender da Bíblia, da tradição e também com os “sinais dos tempos” da atualidade. • No dizer de Paulo Freire, exercita-se a “razão encharcada de emoção”. • Pensar a fé com espiritualidade e humildade.
  • 6. Hermenêutica da fé • Hermenêutica duradoura estabelece relação de ruptura e continuidade com a comunidade eclesial. • Continuidade: Acredita na Bíblia como Palavra de Deus em linguagem humana. Acolhe a fé cristã numa comunidade e crê que o Espírito de Deus habita nela, apesar de tantos limites institucionais. • Ruptura: propõe modelos, conceitos, ideias e comportamentos que quebram a segurança do já estabelecido e tido como certo. • Contribui para a tradição viva, ao recriar, aprofundar e acrescentar elementos ainda não presentes ou perdidos durante o trajeto milenar da Igreja cristã, em suas distintas confissões e denominações.
  • 7. Pré-requisitos • Reconhecer o alcance e o limite dos pressupostos adotados e ser capaz de autocriticar-se. • Identificar o horizonte intelectivo e vivencial do próprio teólogo e dos interlocutores privilegiados. Ex: público arreligioso ou devoto. • Encarnar-se sem perder a identidade, pois cada ambiente vital possibilita e/ou interdita a tarefa teológica.
  • 8. Muitas em uma • Distintas correntes teológicas: - ancoram-se na Palavra de Deus, - Em sintonia com a Igreja, - atentas aos sinais dos tempos, - em constante processo de conversão e crescimento, - aprendendo com os interlocutores e com os opositores.
  • 9. Tarefa do diálogo • Por que dialogar: ninguém tem a verdade absoluta. Estamos a caminho.... • Com que dialogar: - Na comunidade eclesial - Entre as Igrejas cristãs (ecumenismo) - Com outras religiões (diálogo interreligioso) - Com as ciências - Com homens e mulheres comprometidos na mudança da sociedade. - Com homens e mulheres em busca de Deus.
  • 10. Tarefa crítico-construtiva • Crítico: questiona, desinstala e purifica. • Construtiva: justifica, harmoniza e integra. • Só crítica: cria insegurança insuportável e relativismo. • Só construtiva: torna-se ingênua e legitimadora. • Ambas: faz crescer.....
  • 11. Deconstrução e inovação • Para inovar é preciso saber desconstruir. Não com martelo (destruir), mas com chave de fenda (desmontar), pois trata-se de comprovar, do que está feito, como se juntam e articulam as peças, quais são os estratos ocultos que o constituem, assim como as forças não controladas em ação. Sem desmontar o obsoleto, o a- histórico, as estruturas defasadas no tempo, é impossível dar cabida ao novo. Trata-se de desmontar, não de destruir, pois o avançar depende da experiência do passado e do material acumulado. A experiência é mestra da vida, a condição de saber aprender com ela. Destruir é desrespeitar o passado e os antepassados; é suscitar animosidades e opositores à mudança; é inviabilizar uma resposta histórica às novas perguntas. Desconstruir é potencializar um futuro, já no presente, alicerçado nos sólidos fundamentos da experiência do passado. • Para reconstruir, faz-se necessário espaços de liberdade, de criatividade e de ensaios comunitários. É sempre fruto de buscas e discernimentos conjuntos. É um ato social, eclesial (A. BRIGHENTI)
  • 12. Tarefas específicas da teologia • Crescer na profissionalização. • Promover a unidade na diversidade do pensar teológico. • Articular a teologia com a espiritualidade. • Formar multiplicadores. • Contribuir na evangelização das massas. • Engajar-se em causas humanistas, sociais e ambientais. • Atuar na Universidade. • Crescer como “teologia pública”.
  • 13. Contribuição dos estudantes • Utilizam os conhecimentos em benefício da comunidade cristã. Reelaboram o que aprendem com linguagem e recursos apropriados. • Disseminam a teologia no ciberespaço. • Atuam na multiplicação de multiplicadores, em cursos de formação de lideranças. • Participam da tarefa evangelizadora da Igreja, em múltiplas formas: na pregação, nas escolas dominicais, na catequese, nas pastorais sociais, em grupos de oração. • Articulam teologia com espiritualidade e a pastoral. • Trazem para a faculdade os questionamentos e as vivências da comunidade eclesial. • Ajudam os professores a perceber questões contemporâneas que serão objeto da teologia.
  • 14. Contribuição dos professores • Docência e pesquisa. Dão aulas, escrevem, produzem conhecimento teológico. • Assessoram encontros e outras atividades em âmbito eclesial, universitário e da sociedade civil. • Colaboram no diálogo com as ciências, atuação na universidade e consolidação da teologia pública. • Identificam, estimulam e acompanham os novos talentos. Empenham-se em formar futuros teólogos.  Ensinar, refletir, corrigir, acompanhar, propor, vislumbrar temas e estimular a criatividade dos aprendizes em teologia.
  • 15. Fonte: A. Murad* e J. B. Libanio*, Introdução à Teologia. Perfil, enfoque, tarefas. Loyola, 8 ed revista e ampliada, 2011, capítulo 8, pag. 291-323 *Bolsistas de produtividade em pesquisa do CNPq